Bolshoi Simulation from UC-HPACC on Vimeo.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
@ Domingo de Greve
Professores fazem 'domingo de greve' contra tarefa on-line
Cansados de responder a e-mails e de se envolver com trabalho nas horas que deveriam ser de lazer, professores da rede privada do Rio Grande do Sul farão um "domingo de greve" amanhã (dia 02/10/11).
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Cansados de responder a e-mails e de se envolver com trabalho nas horas que deveriam ser de lazer, professores da rede privada do Rio Grande do Sul farão um "domingo de greve" amanhã (dia 02/10/11).
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sábado, 1 de outubro de 2011
@ Políticas Públicas
Políticas Públicas Educacionais
Publicações em prol da Educação de Qualidade
Desde sua fundação, em 1968, a Editora Moderna tem o compromisso com a qualidade da educação brasileira. Assim, entre as ações desenvolvidas, mantém parcerias com entidades e organizações públicas ou não-governamentais para a publicação de obras relevantes para o progresso educacional do país. Nos últimos anos, em parceria com a Fundação Santillana, apoiou a publicação, edição e distribuição gratuita de livros que contribuem para a formação, reflexão e fomento de políticas públicas na área de educação.
Os textos escritos por especialistas agora estão disponíveis em versão digital. A comunidade acadêmica, jornalistas, servidores públicos, estudantes e professores podem consultar, ler, imprimir e compartilhar este conhecimento que é de todos, e está a serviço da melhoria da qualidade da educação brasileira.
Boa leitura!
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Publicações em prol da Educação de Qualidade
Desde sua fundação, em 1968, a Editora Moderna tem o compromisso com a qualidade da educação brasileira. Assim, entre as ações desenvolvidas, mantém parcerias com entidades e organizações públicas ou não-governamentais para a publicação de obras relevantes para o progresso educacional do país. Nos últimos anos, em parceria com a Fundação Santillana, apoiou a publicação, edição e distribuição gratuita de livros que contribuem para a formação, reflexão e fomento de políticas públicas na área de educação.
Os textos escritos por especialistas agora estão disponíveis em versão digital. A comunidade acadêmica, jornalistas, servidores públicos, estudantes e professores podem consultar, ler, imprimir e compartilhar este conhecimento que é de todos, e está a serviço da melhoria da qualidade da educação brasileira.
Boa leitura!
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@ Vulnerabilidade social
Novos significados para a vulnerabilidade social
Estudo revela que homogeinização interfere na identificação de processos de desigualdades educacionais
Pesquisa desenvolvida para doutoramento do economista e professor Sergio Stoco na Faculdade de Educação (FE) oferece novos significados para o conceito de vulnerabilidade social, que pode ser aplicado em pesquisas de avaliação ou orientação de políticas educacionais. O pesquisador explica que, quando se estratifica uma população, a partir de uma variável de nível socioeconômico, para identificar os processos de desigualdades educacionais, o que se obtém é uma medida que homogeniza e sintetiza características, como por exemplo, renda familiar, escolaridade da mãe, analfabetismo, entre outros.
confira
Publicação
Tese: “Família, educação e vulnerabilidade social: o
caso da Região Metropolitana de Campinas”
Autor: Sérgio Stocco
Orientação: José Roberto Rus Perez
Unidade: Faculdade de Educação (FE)
Estudo revela que homogeinização interfere na identificação de processos de desigualdades educacionais
Pesquisa desenvolvida para doutoramento do economista e professor Sergio Stoco na Faculdade de Educação (FE) oferece novos significados para o conceito de vulnerabilidade social, que pode ser aplicado em pesquisas de avaliação ou orientação de políticas educacionais. O pesquisador explica que, quando se estratifica uma população, a partir de uma variável de nível socioeconômico, para identificar os processos de desigualdades educacionais, o que se obtém é uma medida que homogeniza e sintetiza características, como por exemplo, renda familiar, escolaridade da mãe, analfabetismo, entre outros.
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Publicação
Tese: “Família, educação e vulnerabilidade social: o
caso da Região Metropolitana de Campinas”
Autor: Sérgio Stocco
Orientação: José Roberto Rus Perez
Unidade: Faculdade de Educação (FE)
@ Cartografia
Atividades que estão no mapa
Dissertação de geógrafa mostra a importância da cartografia na sala de aula.
O mapa não deveria permanecer como uma imagem estática na parede da sala de aula ou ser relegado ao nível de ilustração de determinado conteúdo no livro didático. No entanto, essa é a realidade. “Ele é subutilizado. O mapa deve ser considerado um recurso de informação importante para a construção do conhecimento no ensino básico”, destaca a geógrafa Viviane Lousada Cracel. Na tentativa de mudar a forma de enxergar os recursos cartográficos, ela se propôs a desenvolver três atividades com alunos do 2º ano do Ensino Médio de uma escola pública de Campinas em conjunto com o professor da disciplina, que envolvia, além de conteúdo expositivo, a elaboração de mapas pelos próprios estudantes, inclusive com saídas a campo nos arredores da escola.
Na opinião da geógrafa, trata-se de um instrumento de ensino que vai muito além da simples localização de lugares e fenômenos. Ele constitui um recurso riquíssimo e importante para a aprendizagem. “Por isso, a minha intenção de tentar fazer com que os estudantes pensem o mapa de outra forma, extraindo o maior número de significados”, destaca a autora da pesquisa de mestrado apresentada no Instituto de Geociências (IG), sob orientação do professor Maurício Compiani.
confira
Publicação
Dissertação: “A importância do mapa na construção do conhecimento cartográfico: uma análise a partir da perspectiva histórico-cultural”
Autor: Viviane Lousada Cracel
Orientador: Maurício Compiani
Coorientadora: Fernanda Keila Marinho da Silva
Unidade: Instituto de Geociências (IG)
Financiamento: Capes
Grupo de pesquisa
Dissertação de geógrafa mostra a importância da cartografia na sala de aula.
O mapa não deveria permanecer como uma imagem estática na parede da sala de aula ou ser relegado ao nível de ilustração de determinado conteúdo no livro didático. No entanto, essa é a realidade. “Ele é subutilizado. O mapa deve ser considerado um recurso de informação importante para a construção do conhecimento no ensino básico”, destaca a geógrafa Viviane Lousada Cracel. Na tentativa de mudar a forma de enxergar os recursos cartográficos, ela se propôs a desenvolver três atividades com alunos do 2º ano do Ensino Médio de uma escola pública de Campinas em conjunto com o professor da disciplina, que envolvia, além de conteúdo expositivo, a elaboração de mapas pelos próprios estudantes, inclusive com saídas a campo nos arredores da escola.
Na opinião da geógrafa, trata-se de um instrumento de ensino que vai muito além da simples localização de lugares e fenômenos. Ele constitui um recurso riquíssimo e importante para a aprendizagem. “Por isso, a minha intenção de tentar fazer com que os estudantes pensem o mapa de outra forma, extraindo o maior número de significados”, destaca a autora da pesquisa de mestrado apresentada no Instituto de Geociências (IG), sob orientação do professor Maurício Compiani.
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Publicação
Dissertação: “A importância do mapa na construção do conhecimento cartográfico: uma análise a partir da perspectiva histórico-cultural”
Autor: Viviane Lousada Cracel
Orientador: Maurício Compiani
Coorientadora: Fernanda Keila Marinho da Silva
Unidade: Instituto de Geociências (IG)
Financiamento: Capes
Grupo de pesquisa
@ Letramento digital
Educadora prega letramento digital na EJA
Em geral, maioria dos alunos não tem acesso a computador.
As aulas de informática na Educação de Jovens e Adultos (EJA) são uma grande oportunidade de acesso ao uso do computador para esse público, formado basicamente por pessoas que voltaram aos bancos escolares para terminar os estudos. “É a ponte de acesso, visto que, fora da escola, esses alunos têm participação reduzida ou nula nas práticas de letramento digital”, defende a educadora Viviane Gonçalves Curto, que apresentou dissertação de mestrado no Instituto de Estudos da Linguagem (IEL). No ensino regular, continua, muitas crianças e adolescentes possuem oportunidades de conviverem com o computador na família. Fazem uso recorrente de jogos e redes sociais e dominam o equipamento antes mesmo de frequentarem a escola. “Mas, essa mesma situação não se verifica na EJA. A maioria dos estudantes não tem acesso à tecnologia e nem dispõe de tempo ou condições financeiras para aprender a manejá-la”, ressalta.
Sob orientação da professora Denise Bértoli Braga, a educadora decidiu investigar como se dá o uso do computador por 15 alunos na faixa etária entre 25 e 75 anos e, com isso, oferecer instrumentos que auxiliem os professores interessados na utilização pedagógica deste tipo de tecnologia com um público com características bem diferenciadas. Em sua experiência como professora desta modalidade, vários aspectos a levaram a aprofundar-se em assunto pouco tratado pelos pesquisadores da área. “As discussões buscam sempre abordar a utilização do computador como ferramenta no ensino fundamental e médio e não consideram que a EJA consiste em um ambiente profícuo em que os adultos têm necessidades e precisam de auxílio em situações reais e rotineiras”, destaca.
confira
Dissertação: “O acesso às práticas de letramento digital na Educação de Jovens e Adultos”
Autor: Viviane Gonçalves Curto
Orientador: Denise Bértoli Braga
Unidade: Instituto de Estudos da Linguagem (IEL)
Financiamento: Capes
Grupo de pesquisa
Em geral, maioria dos alunos não tem acesso a computador.
As aulas de informática na Educação de Jovens e Adultos (EJA) são uma grande oportunidade de acesso ao uso do computador para esse público, formado basicamente por pessoas que voltaram aos bancos escolares para terminar os estudos. “É a ponte de acesso, visto que, fora da escola, esses alunos têm participação reduzida ou nula nas práticas de letramento digital”, defende a educadora Viviane Gonçalves Curto, que apresentou dissertação de mestrado no Instituto de Estudos da Linguagem (IEL). No ensino regular, continua, muitas crianças e adolescentes possuem oportunidades de conviverem com o computador na família. Fazem uso recorrente de jogos e redes sociais e dominam o equipamento antes mesmo de frequentarem a escola. “Mas, essa mesma situação não se verifica na EJA. A maioria dos estudantes não tem acesso à tecnologia e nem dispõe de tempo ou condições financeiras para aprender a manejá-la”, ressalta.
Sob orientação da professora Denise Bértoli Braga, a educadora decidiu investigar como se dá o uso do computador por 15 alunos na faixa etária entre 25 e 75 anos e, com isso, oferecer instrumentos que auxiliem os professores interessados na utilização pedagógica deste tipo de tecnologia com um público com características bem diferenciadas. Em sua experiência como professora desta modalidade, vários aspectos a levaram a aprofundar-se em assunto pouco tratado pelos pesquisadores da área. “As discussões buscam sempre abordar a utilização do computador como ferramenta no ensino fundamental e médio e não consideram que a EJA consiste em um ambiente profícuo em que os adultos têm necessidades e precisam de auxílio em situações reais e rotineiras”, destaca.
confira
Dissertação: “O acesso às práticas de letramento digital na Educação de Jovens e Adultos”
Autor: Viviane Gonçalves Curto
Orientador: Denise Bértoli Braga
Unidade: Instituto de Estudos da Linguagem (IEL)
Financiamento: Capes
Grupo de pesquisa
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
@ Ensino Médio
O ensino médio e as expectativas de aprendizagem
Autor(es): Wanda Engel (*)
Correio Braziliense - 29/09/2011
Um fato possivelmente desconhecido da maioria dos brasileiros é o de que não existe no Brasil um currículo mínimo em nível nacional. Contamos apenas com "diretrizes curriculares" que, como não poderia deixar de ser, apresentam somente indicativos orientadores da definição dos conteúdos curriculares. Na maioria dos casos, essa definição cabe às escolas e, quando não, ao próprio professor.
[...]
A nova proposta de Diretrizes Nacionais Curriculares para o Ensino Médio (DCNEM 2011) é enfática na necessidade urgente da definição de "expectativas mínimas de aprendizagem", em nível nacional, para o final desse ciclo. A mudança de nomenclatura, além de ter a possibilidade de escapar das infindáveis discussões sobre currículo mínimo, ainda carrega a vantagem de inverter o foco. Na questão do currículo, o foco é o ensino, enquanto nas expectativas, o foco é a aprendizagem. Isso corrobora um movimento que evoluiu do "direito à educação" para o "direito de aprender".
(*) Superintendente-executiva do Instituto Unibanco
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Autor(es): Wanda Engel (*)
Correio Braziliense - 29/09/2011
Um fato possivelmente desconhecido da maioria dos brasileiros é o de que não existe no Brasil um currículo mínimo em nível nacional. Contamos apenas com "diretrizes curriculares" que, como não poderia deixar de ser, apresentam somente indicativos orientadores da definição dos conteúdos curriculares. Na maioria dos casos, essa definição cabe às escolas e, quando não, ao próprio professor.
[...]
A nova proposta de Diretrizes Nacionais Curriculares para o Ensino Médio (DCNEM 2011) é enfática na necessidade urgente da definição de "expectativas mínimas de aprendizagem", em nível nacional, para o final desse ciclo. A mudança de nomenclatura, além de ter a possibilidade de escapar das infindáveis discussões sobre currículo mínimo, ainda carrega a vantagem de inverter o foco. Na questão do currículo, o foco é o ensino, enquanto nas expectativas, o foco é a aprendizagem. Isso corrobora um movimento que evoluiu do "direito à educação" para o "direito de aprender".
(*) Superintendente-executiva do Instituto Unibanco
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
@ XVI ENDIPE

XVI ENDIPE - 2012
XVI Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino
Circular
Circular nº 01/2011
Circular nº 02/2011 - Proposta
domingo, 25 de setembro de 2011
@ Alone Together

A tecnologia está nos aproximando ou nos deixando cada vez mais solitários?
É a esta pergunta que o Espaço Aberto Ciência e Tecnologia de hoje tenta responder junto com a psicóloga americana Sherry Turkle, do Instituto de Tecnologia de Massachussets, o MIT.
Ela é autora do livro Alone Together, e afirma: smartphones, redes sociais e mobilidade estão criando pessoas que não sabem mais como lidar com as complexidades da relação humana.
Afinal, qual o impacto de tanta tecnologia na forma como nos relacionamos?
Assista a entrevista
sábado, 24 de setembro de 2011
@ A escola serve para alguma coisa?
Por Hélio Schwartsman
Todo ano é a mesma coisa. O Ministério da Educação divulga os resultados do Enem por escola, os jornais montam os rankings de melhores e piores e diretores de colégios se lançam num recorrente bate-boca em que um acusa os truquezinhos utilizados pelo outro para inflar as notas médias e todos se queixam dos critérios utilizados para estabelecer a pontuação.
São questões legítimas, mas que às vezes me dão a impressão de passar ao largo do ponto central do debate. Pelo menos desde os anos 60, sociólogos, economistas e estatísticos tentam determinar o que chamam de "efeitos da escola". Numa tradução rude, tentam responder se a escola serve para alguma coisa --e a resposta tem sido mais negativa do que positiva.
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Todo ano é a mesma coisa. O Ministério da Educação divulga os resultados do Enem por escola, os jornais montam os rankings de melhores e piores e diretores de colégios se lançam num recorrente bate-boca em que um acusa os truquezinhos utilizados pelo outro para inflar as notas médias e todos se queixam dos critérios utilizados para estabelecer a pontuação.
São questões legítimas, mas que às vezes me dão a impressão de passar ao largo do ponto central do debate. Pelo menos desde os anos 60, sociólogos, economistas e estatísticos tentam determinar o que chamam de "efeitos da escola". Numa tradução rude, tentam responder se a escola serve para alguma coisa --e a resposta tem sido mais negativa do que positiva.
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
@ Inmetro para menores
Instituto lança desenho animado e site com atividades e texto para crianças entre 6 e 12 anos de idade
O crescimento do poder de influência das crianças na decisão do consumo e a perspectiva de formação de aliados na garantia da qualidade e segurança dos produtos levaram o Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) a investir na criação de um desenho animado direcionado à garotada entre 6 e 12 anos de idade. Na animação "O Inmetro - o tempo todo com você", de 3m57s de duração, Metro, Litro e Quilo, os três personagens principais do filme, apresentam de forma bem-humorada a importância das medidas e a forma como instituto está presente nas atividades do dia a dia das crianças, seja na sala de aula, no supermercado e até mesmo nos solos de guitarra.
Resultado de cerca de um ano e meio de trabalho, o desenho animado, coprodução do Inmetro com a Matilde Filmes, será usado para abrir as visitas aos instituto, no projeto "Inmetro de portas abertas" que, em 2010, recebeu 1.500 crianças e adolescentes no campus de laboratórios, em Xerém. Além disso, o filme ficará disponível num site desenvolvido especialmente para crianças ( www.inmetro.gov.br/crianca ), que entra no ar hoje, e no canal do Inmetro no YouTube ( www.youtube.com/tvinmetro ).
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O crescimento do poder de influência das crianças na decisão do consumo e a perspectiva de formação de aliados na garantia da qualidade e segurança dos produtos levaram o Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro) a investir na criação de um desenho animado direcionado à garotada entre 6 e 12 anos de idade. Na animação "O Inmetro - o tempo todo com você", de 3m57s de duração, Metro, Litro e Quilo, os três personagens principais do filme, apresentam de forma bem-humorada a importância das medidas e a forma como instituto está presente nas atividades do dia a dia das crianças, seja na sala de aula, no supermercado e até mesmo nos solos de guitarra.
Resultado de cerca de um ano e meio de trabalho, o desenho animado, coprodução do Inmetro com a Matilde Filmes, será usado para abrir as visitas aos instituto, no projeto "Inmetro de portas abertas" que, em 2010, recebeu 1.500 crianças e adolescentes no campus de laboratórios, em Xerém. Além disso, o filme ficará disponível num site desenvolvido especialmente para crianças ( www.inmetro.gov.br/crianca ), que entra no ar hoje, e no canal do Inmetro no YouTube ( www.youtube.com/tvinmetro ).
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segunda-feira, 19 de setembro de 2011
@ Rede Latino-americana
Declaração Constitutiva da Rede Latino-americana de Organizações da Sociedade Civil pela Educação
Movimentos de 13 países da América Latina criaram a Rede Latino-americana de Organizações da Sociedade Civil pela Educação. O objetivo é promover a Educação inclusiva e de qualidade como prioridade das agendas públicas nacionais e da região; estabelecer estratégias e metas de colaboração de longo prazo; e promover o intercâmbio e a disseminação de experiências que contribuam para objetivos comuns.
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América Latina lança rede pela educação
Movimentos de 13 países da América Latina criaram a Rede Latino-americana de Organizações da Sociedade Civil pela Educação. O objetivo é promover a Educação inclusiva e de qualidade como prioridade das agendas públicas nacionais e da região; estabelecer estratégias e metas de colaboração de longo prazo; e promover o intercâmbio e a disseminação de experiências que contribuam para objetivos comuns.
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América Latina lança rede pela educação
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