Pochmann defende 10% do PIB em educação e aponta caminhos para elevar investimento
Presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Márcio Pochmann, defendeu, em entrevista ao Observatório da Educação, a elevação dos investimentos públicos em educação para o patamar de 10% do Produto Interno Bruto (PIB).
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Clique aqui para baixar a apresentação de Marcio Pochmann – Financiamento da Educação para o desenvolvimento
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
@ Tô no Rumo
Ação Educativa lança site sobre juventude e trabalho
A organização não governamental Ação Educativa lança o site Tô no Rumo, que divulga informações e notícias sobre qualificação profissional e inserção de jovens no mercado de trabalho. A ferramenta foi produzida pelos participantes do projeto Jovens Agentes pelo Direito a Educação (JADE), realizado pela ONG em parceria com escolas públicas.
O site pode ser acessado desde o início de julho e tem como proposta tornar acessíveis informações sobre vestibulares, processos seletivos, isenção de taxas de inscrição, politicas públicas de trabalho e permanência no ensino superior e técnico.
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A organização não governamental Ação Educativa lança o site Tô no Rumo, que divulga informações e notícias sobre qualificação profissional e inserção de jovens no mercado de trabalho. A ferramenta foi produzida pelos participantes do projeto Jovens Agentes pelo Direito a Educação (JADE), realizado pela ONG em parceria com escolas públicas.
O site pode ser acessado desde o início de julho e tem como proposta tornar acessíveis informações sobre vestibulares, processos seletivos, isenção de taxas de inscrição, politicas públicas de trabalho e permanência no ensino superior e técnico.
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terça-feira, 30 de agosto de 2011
@ Desemprego entre jovens
Mesmo com qualificação profissional, desemprego entre jovens ainda é alto
Embora a formação profissional de jovens entre 16 e 24 anos tenha melhorado de qualidade, com os educandos cada vez mais donos do seu aprendizado, a taxa de desemprego continua alta. A constatação é da pesquisa “Juventude e Mercado de Trabalho”, realizada pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e de Ação Comunitária (Ideca), divulgada na última semana.
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Embora a formação profissional de jovens entre 16 e 24 anos tenha melhorado de qualidade, com os educandos cada vez mais donos do seu aprendizado, a taxa de desemprego continua alta. A constatação é da pesquisa “Juventude e Mercado de Trabalho”, realizada pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e de Ação Comunitária (Ideca), divulgada na última semana.
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domingo, 28 de agosto de 2011
@ Minas faz Ciência
A publicação "Minas faz Ciência" editada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais - FAPEMIG, é trimestral e traz reportagens, entrevistas e artigos relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação. A assinatura é gratuita!
Mande um e-mail com seu nome, telefone e endereço completos para revista@fapemig.br
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@ Agrotóxicos
Sinopse
O Brasil é o país do mundo que mais consome agrotóxicos: 5,2 litros/ano por habitante. Muitos desses herbicidas, fungicidas e pesticidas que consumimos estão proibidos em quase todo mundo pelo risco que representam à saúde pública.
O perigo é tanto para os trabalhadores, que manipulam os venenos, quanto para os cidadãos, que consumem os produtos agrícolas. Só quem lucra são as transnacionais que fabricam os agrotóxicos. A idéia do filme é mostrar à população como estamos nos alimentando mal e perigosamente, por conta de um modelo agrário perverso, baseado no agronegócio.
Festcineamazonia
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
@ Pisa 2009
Alunos da rede pública e da particular com mesmo nível econômico têm notas parecidas
Segundo o Pisa 2009, média da rede particular é mais alta principalmente por causa do background de seus estudantes
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Baixe a publicação aqui (em inglês)
Segundo o Pisa 2009, média da rede particular é mais alta principalmente por causa do background de seus estudantes
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@ Piso salarial
Publicado acórdão sobre piso nacional para professores
Foi publicado no Diário da Justiça eletrônico do Supremo Tribunal Federal desta quarta-feira (24) o acórdão do julgamento da Corte na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4167 (pág. 27-28), que considerou constitucional a norma que instituiu o piso nacional dos professores de ensino básico das escolas públicas brasileiras.
confira
STF torna pública a decisão do julgamento do Piso Nacional dos professores
LEI Nº 11.738, DE 16 DE JULHO DE 2008.
Regulamenta a alínea “e” do inciso III do caput do art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, para instituir o piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica.
Foi publicado no Diário da Justiça eletrônico do Supremo Tribunal Federal desta quarta-feira (24) o acórdão do julgamento da Corte na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4167 (pág. 27-28), que considerou constitucional a norma que instituiu o piso nacional dos professores de ensino básico das escolas públicas brasileiras.
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STF torna pública a decisão do julgamento do Piso Nacional dos professores
LEI Nº 11.738, DE 16 DE JULHO DE 2008.
Regulamenta a alínea “e” do inciso III do caput do art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, para instituir o piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica.
@ Avaliação
Exclusão da educação começa nos primeiros anos
Resultados de prova aplicada no início da vida escolar mostram que desempenho da rede particular é superior logo nos primeiros anos
Pela primeira vez o Brasil aplicou uma avaliação para medir a qualidade da alfabetização dos estudantes e diagnosticar problemas logo no início da vida escolar. Os resultados são alarmantes e mostram que as desigualdades entre as redes pública e privada começam desde cedo.
confira
A prova batizada de ABC (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização) foi aplicada pelo movimento Todos Pela Educação, que tem como uma das metas que toda criança seja alfabetizada até os 8 anos de idade.
O exame foi aplicado a 6 mil alunos que concluíram o 3º ano (2ª série) do ensino fundamental em 250 escolas públicas e particulares localizadas em todas as capitais do País e no Distrito Federal.
Prova do ensino fundamental aponta que 57% não sabem matemática
Resultados de prova aplicada no início da vida escolar mostram que desempenho da rede particular é superior logo nos primeiros anos
Pela primeira vez o Brasil aplicou uma avaliação para medir a qualidade da alfabetização dos estudantes e diagnosticar problemas logo no início da vida escolar. Os resultados são alarmantes e mostram que as desigualdades entre as redes pública e privada começam desde cedo.
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A prova batizada de ABC (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização) foi aplicada pelo movimento Todos Pela Educação, que tem como uma das metas que toda criança seja alfabetizada até os 8 anos de idade.
O exame foi aplicado a 6 mil alunos que concluíram o 3º ano (2ª série) do ensino fundamental em 250 escolas públicas e particulares localizadas em todas as capitais do País e no Distrito Federal.
Prova do ensino fundamental aponta que 57% não sabem matemática
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
@ Qualificação
Publicação - Unicamp
Tese: “A qualificação resignada. A má formação da força de trabalho como um problema estrutural do desenvolvimento brasileiro”.
Autor: Carlos Antonio Gomes
Orientador: Waldir José de Quadros
Unidade: Faculdade de Educação (FE)
confira
* Conclusões
A constatação mais importante do trabalho é a de que a economia do século XXI mudou e é totalmente diferente da praticada no século anterior. Os países preocupados com o crescimento consideram o conhecimento essencial e estão investindo nele. Em vista do panorama descortinado no estudo, Gomes considera pouco provável que o Brasil dê o salto pretendido principalmente por não possuir uma política estratégica para a educação formal e em particular para a educação profissional. Para ele, esse provavelmente será o grande gargalo que impedirá o avanço do país na economia internacional.
* Autor sugere mais investimentos
Carlos Antonio Gomes diz que não há como o Estado promover uma reforma na formação profissional sem uma profunda reestruturação do sistema educacional, o que o leva a algumas sugestões: elevar as despesas públicas para a educação formal e profissional a 15% do orçamento do Estado, considerando a somatória de recursos da União, dos estados e das prefeituras; garantir que no máximo em uma década 80% da população em idade ativa conclua o ensino médio; erradicar o analfabetismo; tornar atrativas as carreiras docentes em todos os níveis de ensino de forma a atrair talentos; tornar o sistema público educacional em todos os níveis inclusivo e qualitativo; manter sistemas avaliativos capazes de mensurar a qualidade da educação.
* Outra publicação do autor (Dissertação):
* Produção flexivel e degradação da força de trabalho no Brasil
Tese: “A qualificação resignada. A má formação da força de trabalho como um problema estrutural do desenvolvimento brasileiro”.
Autor: Carlos Antonio Gomes
Orientador: Waldir José de Quadros
Unidade: Faculdade de Educação (FE)
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* Conclusões
A constatação mais importante do trabalho é a de que a economia do século XXI mudou e é totalmente diferente da praticada no século anterior. Os países preocupados com o crescimento consideram o conhecimento essencial e estão investindo nele. Em vista do panorama descortinado no estudo, Gomes considera pouco provável que o Brasil dê o salto pretendido principalmente por não possuir uma política estratégica para a educação formal e em particular para a educação profissional. Para ele, esse provavelmente será o grande gargalo que impedirá o avanço do país na economia internacional.
* Autor sugere mais investimentos
Carlos Antonio Gomes diz que não há como o Estado promover uma reforma na formação profissional sem uma profunda reestruturação do sistema educacional, o que o leva a algumas sugestões: elevar as despesas públicas para a educação formal e profissional a 15% do orçamento do Estado, considerando a somatória de recursos da União, dos estados e das prefeituras; garantir que no máximo em uma década 80% da população em idade ativa conclua o ensino médio; erradicar o analfabetismo; tornar atrativas as carreiras docentes em todos os níveis de ensino de forma a atrair talentos; tornar o sistema público educacional em todos os níveis inclusivo e qualitativo; manter sistemas avaliativos capazes de mensurar a qualidade da educação.
* Outra publicação do autor (Dissertação):
* Produção flexivel e degradação da força de trabalho no Brasil
terça-feira, 23 de agosto de 2011
@ José Pacheco
Assista a entrevista do Prof. José Pacheco em Uberlândia (MG/Brasil)
1ª parte
2ª parte
Correio TV Debate
1ª parte
2ª parte
Correio TV Debate
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
@ Somewhere Over the Rainbow
Somewhere Over The Rainbow
Israel Kamakawiwo'ole
Somewhere over the rainbow
Way up high
And the dreams that you dreamed of
Once in a lullaby ii ii iii
Somewhere over the rainbow
Blue birds fly
And the dreams that you dreamed of
Dreams really do come true ooh ooooh
Em algum lugar além do arco-íris
Israel Kamakawiwo'ole
Em algum lugar além do arco-íris
Bem lá no alto
E os sonhos que você sonhou
Uma vez em um conto de ninar
Em algum lugar além do arco-íris
Pássaros azuis voam
E os sonhos que você sonhou
Sonhos realmente se tornam realidade
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@ Indígenas
Temática indígena nas escolas
Agência FAPESP – A escola foi, desde o início, o elemento principal na conformação das imagens sobre os indígenas. Somente nos últimos anos é que houve a inclusão da pluralidade como um valor positivo e o consequente reconhecimento dos indígenas como parte importante da sociedade e cultura brasileira. É o que conclui o livro A temática indígena – subsídio para os professores, que será lançado no dia 23 de agosto, em Campinas.
De autoria do arqueólogo e professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Pedro Paulo Funari e da pesquisadora da Universidade Complutense de Madrid (Espanha) Ana Piñón, o livro foi elaborado a partir de uma pesquisa de mestrado, seguido de doutorado, da coautora, além de outros estudos apoiados pela FAPESP.
confira
O livro será lançado no dia 23 de agosto, às 18h30, na Livraria Cultura do Shopping Center Iguatemi, localizado na Av. Iguatemi, nº 777, Vl. Brandina, Campinas. No evento, ocorrerá o debate “A Temática Indígena nas Escolas – Desafios para Educadores e Estudiosos”, com a participação dos autores.
Título: A temática indígena na escola: subsídio para os professores
Autores: Pedro Paulo Funari e Ana Piñón
Lançamento: 2011
Preço: R$ 29,90
Páginas: 128
Mais informações: Editora Contexto.
Agência FAPESP – A escola foi, desde o início, o elemento principal na conformação das imagens sobre os indígenas. Somente nos últimos anos é que houve a inclusão da pluralidade como um valor positivo e o consequente reconhecimento dos indígenas como parte importante da sociedade e cultura brasileira. É o que conclui o livro A temática indígena – subsídio para os professores, que será lançado no dia 23 de agosto, em Campinas.
De autoria do arqueólogo e professor do Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Pedro Paulo Funari e da pesquisadora da Universidade Complutense de Madrid (Espanha) Ana Piñón, o livro foi elaborado a partir de uma pesquisa de mestrado, seguido de doutorado, da coautora, além de outros estudos apoiados pela FAPESP.
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O livro será lançado no dia 23 de agosto, às 18h30, na Livraria Cultura do Shopping Center Iguatemi, localizado na Av. Iguatemi, nº 777, Vl. Brandina, Campinas. No evento, ocorrerá o debate “A Temática Indígena nas Escolas – Desafios para Educadores e Estudiosos”, com a participação dos autores.
Título: A temática indígena na escola: subsídio para os professores
Autores: Pedro Paulo Funari e Ana Piñón
Lançamento: 2011
Preço: R$ 29,90
Páginas: 128
Mais informações: Editora Contexto.
domingo, 21 de agosto de 2011
@ Michelangelo
Obras Michelangelo estão disponíveis na internet
visita 3D
mais
Capela Sistina
Capela Paulina
Basilica Papale San Pietro
Arcibasilica Papale Di San Giovanni in Laterano
Basilica Papale San Paolo Fuori Le Mura
Basilica Papale Santa Maria Maggiore
mais 2
visita 3D
mais
Capela Sistina
Capela Paulina
Basilica Papale San Pietro
Arcibasilica Papale Di San Giovanni in Laterano
Basilica Papale San Paolo Fuori Le Mura
Basilica Papale Santa Maria Maggiore
mais 2
@ Casa do Zezinho
"Ninguém pergunta aos alunos o que eles querem."
Entrar na Casa do Zezinho é, antes de mais nada, experimentar um espaço vivo. Cada canto, sala, escada, ateliê ou pátio guarda uma história dos mais de 10 mil “zezinhos” que por ali passaram. Um verdadeiro labirinto, me arrisco no início da entrevista com a fundadora do lugar. “Não, um verdadeiro puxadinho”, corrige ela, revelando que aprendeu a técnica na favela.
Precursora da chamada “pedagogia do arco-íris”, Tia Dag defende que o segredo para qualquer educador é saber escutar o que o aluno tem a dizer. “No Brasil todos sabem o que querem os professores, os diretores de escola, gestores, mas ninguém pergunta aos alunos o que eles querem.” Na Casa do Zezinho, segundo ela, os educadores são convidados a usar os cinco sentidos, mas principalmente a audição. “É preciso escutar esses meninos para depois tentar uma mediação.”
Além desses elementos, a pedagogia do arco-íris tem como ponto central o desenvolvimento da autonomia de pensamento e de ação a partir de quatro pilares da educação: Ser (Espiritualidade), Conhecer (Ciências), Saber (Filosofia) e Fazer (Arte). “Educar para o mundo, para a realidade não é uma tarefa fácil, envolve uma porção de coisas que a escola não tem dado conta”, admite.
Apesar da constatação, a Casa do Zezinho mantém uma relação bem próxima com a escola e as famílias dos “zezinhos”. O acompanhamento inclui visitas e reuniões, além do monitoramento do desempenho dos alunos em sala de aula. Para Tia Dag, esse diálogo é fundamental para entender e acolher as dificuldades que eles enfrentam.
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Entrar na Casa do Zezinho é, antes de mais nada, experimentar um espaço vivo. Cada canto, sala, escada, ateliê ou pátio guarda uma história dos mais de 10 mil “zezinhos” que por ali passaram. Um verdadeiro labirinto, me arrisco no início da entrevista com a fundadora do lugar. “Não, um verdadeiro puxadinho”, corrige ela, revelando que aprendeu a técnica na favela.
Precursora da chamada “pedagogia do arco-íris”, Tia Dag defende que o segredo para qualquer educador é saber escutar o que o aluno tem a dizer. “No Brasil todos sabem o que querem os professores, os diretores de escola, gestores, mas ninguém pergunta aos alunos o que eles querem.” Na Casa do Zezinho, segundo ela, os educadores são convidados a usar os cinco sentidos, mas principalmente a audição. “É preciso escutar esses meninos para depois tentar uma mediação.”
Além desses elementos, a pedagogia do arco-íris tem como ponto central o desenvolvimento da autonomia de pensamento e de ação a partir de quatro pilares da educação: Ser (Espiritualidade), Conhecer (Ciências), Saber (Filosofia) e Fazer (Arte). “Educar para o mundo, para a realidade não é uma tarefa fácil, envolve uma porção de coisas que a escola não tem dado conta”, admite.
Apesar da constatação, a Casa do Zezinho mantém uma relação bem próxima com a escola e as famílias dos “zezinhos”. O acompanhamento inclui visitas e reuniões, além do monitoramento do desempenho dos alunos em sala de aula. Para Tia Dag, esse diálogo é fundamental para entender e acolher as dificuldades que eles enfrentam.
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@ Protestos
Milhares de pessoas foram às ruas de Madrid, nesta quarta-feira (17/08), indignados com a visita do Papa Bento XVI à Espanha para o Encontro Mundial da Juventude. Os manifestantes entraram em confronto com peregrinos católicos e a polícia. Muitos cartazes diziam: "Deus sim, igreja não". "Menos crucifixo, mais trabalho fixo". 'Mais educação, menos religião'
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