
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
@ Crenças
Por Adauto Novaes
O tema das crenças leva-nos a uma infinidade de interrogações. De início, com o risco de simplificar, propomos duas modalidades delas, reconhecendo que muitas vezes a fronteira entre uma e outra é bastante tênue: as ativas e as passivas. Suas propriedades permitem “tanto construir uma ciência quanto uma religião”
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Entrevista//Adauto Novaes: Um mundo mutante
Ouça – Ciclo Mutações: A Invenção das Crenças
Ciclo Mutações
...toda estrutura social é fundada sobre a crença ou sobre a confiança.Todo poder se estabelece sobre estas propriedades psicológicas. Pode-se dizer que o mundo social, o mundo jurídico, o mundo político são essencialmente mundos míticos, isto é, mundos dos quais as leis, as bases, as relações que os constituem não são dadas, propostas pela observação das coisas...
"Às vezes penso e às vezes existo".
Paul Valéry, poeta francês, A política do Espírito
terça-feira, 12 de outubro de 2010
@ Desigualdade

Brasil piora 4 posições no ranking de países com menor desigualdade de gênero
O Relatório Global de Desigualdade de Gênero 2010, apresentado nesta terça-feira em Nova York, indica que os países nórdicos seguem liderando o ranking dos Estados com menor desigualdade entre homens e mulheres, enquanto o Brasil está em 85º lugar, caindo portanto quatro posições em relação ao ano passado.
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fonte
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
@ Fatalismo [!?]
Sobre o possível fatalismo da reprodução escolar e social
Mais uma boca no mundo, mais um trafica chorando, lá vem mais um quase nada, mais um para chorar de fome, mais um para levar tiro, mais um bandido no morro, mais um perdido na vida...
Por José Pacheco
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"Será mesmo verdade que "quem nasce torto tarde ou nunca se endireita"? Aquilo que a psicologia chama de "profecia autorrealizada" agirá decisivamente na psique mais profunda dos professores? Sabemos que a escola não muda a sociedade, mas que muda com a sociedade, por isso, ouso perguntar: A reprodução escolar e social será um inevitável fatalismo? A escola nada poderá fazer para a contrariar? Ou poderá fazer a sua parte?"
@ Infância
Sociólogo da infância aponta a necessidade de percebê-las com um grupo com ideias próprias, distinto dos demais, e diferenciado entre os indivíduos que o compõem
A sociologia da infância se propõe a construir a primeira fase da vida do ser humano livre de interpretações nas quais as crianças se desenvolvem independentemente da construção social, das suas condições de existência e das representações e imagens historicamente construídas sobre e para elas. Trata-se de uma área nova, recém-desbravada por pesquisadores de todo o mundo. Manuel Jacinto Sarmento, diretor do Centro de Educação da Universidade do Minho, em Portugal, é um deles. "Os estudos têm dito, há 20 anos, de maneira enfática, que os pequenos necessitam ser conhecidos em sua verdadeira realidade."
Departamento de Ciências Sociais da Educação (DCSE)
Durante visita ao Brasil para uma série de encontros, eventos e visitas, Sarmento concedeu entrevista à repórter Cristiane Marangon logo após sua exposição em um congresso de educação infantil realizado em Maceió (AL). "Tenho aprendido muito com os brasileiros e com suas experiências concretas de vida. Há muita troca de conhecimento e esses intercâmbios também são de muita aprendizagem."
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fonte: REVISTA EDUCAÇÃO - EDIÇÃO 161
mais: Imaginário e Culturas da Infância
@ Revistas
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Portal de Legislação, Documentos e Informações
Áreas: Educação, Agronegócio, Meio Ambiente e Controle Social
sábado, 9 de outubro de 2010
@ Emprego na juventude
Crise econômica mundial causou um aumento recorde do desemprego de jovens, diz a OIT
Mais de 80 milhões de jovens entre 15 e 24 anos estavam desempregados ao final de 2009, o maior número já registrado
entenda
Relatório da OIT - Tendências Mundiais de Emprego para a Juventude - 2010
Veja a íntegra do documento (em inglês)
@ Bullying
Entidades e movimentos sociais reuniram-se hoje, no Conselho Nacional de Educação – CNE, para procurar soluções e pensar em como trabalhar, de forma articulada, uma questão que tem ganhando grande repercussão na mídia e preocupado educadores, pais e alunos: o bullying no ambiente escolar.
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@ Homofobia
Escola: lugar igual para todos?
Escolas e colegas são hostis a homossexuais, aponta pesquisa
As escolas brasileiras são hostis aos homossexuais e o tema da sexualidade continua sendo pouco discutido nas salas de aula. Essas são as principais constatações da pesquisa Homofobia nas Escolas, realizada em 11 capitais brasileiras pela organização não governamental Reprolatina, com apoio do Ministério da Educação.
Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos
@ Perigo: Crianças na pista
A Polícia Rodoviária Federal, em parceria com a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, a Organização Internacional do Trabalho, e a Childhood Brasil, apresentou nesta quarta-feira (06), durante seminário realizado em São Paulo, a nova edição do Mapeamento de Pontos Vulneráveis à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes nas Rodovias Federais 2009/2010. A quarta edição do relatório traz novos critérios para a identificação dos locais de risco, garantindo consistência ao resultado final, e oferecendo maior eficiência no trabalho de enfrentamento desta prática criminosa.
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mais I
mais II
Relatório analítico sobre o Mapeamento de Pontos Vulneráveis à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes nas Rodovias Federais 2009/2010.
Programa Na Mão Certa
@ Mídias sociais
Observatório da Equidade estabelece canais de comunicação com a sociedade
Em seu quarto ano de funcionamento, o Observatório da Equidade do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) incluiu as mídias sociais como ferramentas de disseminação dos materiais concebidos pelo órgão.
Desde 2006, o Observatório da Equidade mantém-se firme na observação cuidadosa e crítica dos efeitos da política tributária e da política educacional na redução das gritantes desigualdades brasileiras.
Os meios de interação eletrônica com o órgão são:
Twitter:
Sites:
veja também:
As Desigualdades na Escolarização no Brasilversão eletrônica
versão impressa
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
@ Leitura de livros
Os frequentadores da Biblioteca Circulante de Livro Falado da Fundação Dorina Nowill para Cegos leem cerca de nove livros por ano. A marca é quase sete vezes maior do que a média nacional. Segundo a pesquisa Retrato da Leitura no Brasil, a população brasileira lê aproximadamente 1,3 livros anualmente. Se contabilizado o número de obras indicadas pela escola, a média sobe para 4,7 livros por habitante/ano.
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@ Repetir ou progredir?
Estudar a mesma série duas vezes seguidas não contribui em nada para a aprendizagem das crianças com dificuldades. Essa é a conclusão de um estudo realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Três pesquisadoras analisaram o desempenho de 41 mil estudantes em dois anos seguidos. Elas garantem que os alunos que ficaram para trás continuaram sem aprender o que deveriam.
As pesquisadoras Vania Candida da Silva, doutoranda em Demografia pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da UFMG (Cedeplar), Juliana de Lucena Ruas Riani, da Faculdade de Itaúna, e Tufi Machado Soares, da Universidade Federal de Juiz de Fora, dizem que se não houver projetos específicos para ajudar essas crianças, a repetência só aumenta os traumas e a desmotivação.
“A repetência por si só não é benéfica para o aluno que não consegue adquirir habilidades adequadas ao longo do ano. Se ele não tiver acompanhamento diferenciado, de nada adianta. A reprovação deve ser indicada apenas em casos extremos. Se o método não mudar, esse aluno que não aprendeu vai continuar sem aprender, com a auto-estima baixa e desmotivado”, afirma Juliana.
Durante a pesquisa “Repetir ou progredir? Uma análise da eficiência da repetência nas escolas públicas de Minas Gerais”, Vania, Juliana e Tufi avaliaram os resultados de 41 mil alunos que participaram do Programa de Avaliação do Ciclo Inicial de Alfabetização (Proalfa) de 2008 e 2009. Criado em 2005, o exame pretende medir o desempenho de alunos das séries iniciais das escolas públicas municipais e estaduais de Minas Gerais.
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010
@ 5 de Outubro

Dia Mundial dos Professores - 5 de outubro
terça-feira, 5 de outubro de 2010
@ Waiting for "Superman"
Os americanos não eram burros. A burrice começou na década de 70, culpa de políticos oportunistas e, maior ainda, dos sindicatos dos professores de escolas publicas que conseguiram proteções e vantagens extraordinárias como a estabilidade, uma espécie de cátedra. Depois de três anos de trabalho, é quase impossível demitir um professor de uma escola pública.
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''Esperando pelo Super-Homem'': o filme que divide os EUA
O filme dirigido por Davis Guggenheim sobre o sistema educacional dos EUA causa polêmica. No centro, a implacável e absurda loteria para ter acesso à educação de qualidade. Só os extrarricos podem se permitir boas escolas. Uma acusação contra as escolas elementares, médias e superiores, nos últimos lugares nas classificações dos países industrializados.
A reportagem é de Federico Rampini, publicada no jornal La Repubblica, 04-10-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
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Schools: The Disaster Movie
Estes são alguns dos fatos que você aprende num devastador documentário sobre a educação nos Estados Unidos dirigido por Davis Guggenheim. Seu filme anterior, Uma Verdade Inconveniente, sobre o envenenamento do planeta - ganhou o Oscar e seu inspirador, Al Gore, ganhou o Prêmio Nobel.
Depois do Oscar, ele recusou dezenas de propostas para focalizar outros problemas, mas, todas as manhãs, quando levava suas filhas para uma escola particular cara, em Venice, na Califórnia, passava na frente de três escolas públicas americanas e se sentia culpado.
Um dos principais personagens do filme e que deu origem ao título do documentário "Waiting for "Superman" é Geoffrey Canada, um líder comunitário que ficou conhecido no país pelo seu ambicioso projeto social “Harlem Children Zone”, que engloba 97 quarteirões decadentes do Harlem, inclusive suas escolas “charter”.
assista o trailer do documentário
@ Cadê a Ciência?
A edição de outubro da revista "Unesp Ciência" aborda o assunto mais importante da pauta ambiental hoje no Brasil: a revisão do Código Florestal. Depois da pausa para a campanha eleitoral, em breve o projeto de lei que altera o texto original de 1965 deverá ser votado no Congresso. A proposta flexibiliza instrumentos de proteção ambiental com a alegação, entre outras, de regularizar proprietários que infringiram a legislação vigente.
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@ 1%
Lúcia Campos, professora da UFRJ, participou da apresentação do Centro da Vida Marinha, em Londres
De todos os lugares do nosso planeta, um dos mais desconhecidos é a região oceânica que, ironicamente, cobre a maior parte da superfície terrestre. Segundo a pesquisadora brasileira Lúcia Campos, bióloga e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), nós conhecemos pouco mais de 1% do que existe nos nossos mares.
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@ Chance de aprender
"A reprovação anual pode expulsar do sistema de ensino milhares de crianças e jovens que terão nas ruas a sua nova escola"
Alexandre Schneider é secretário municipal de Educação de São Paulo; Fernando José de Almeida é diretor de Educação da TV Cultura, professor de pós-graduação em Educação e ex-secretário municipal de Educação de São Paulo.
Artigo publicado em "O Globo"
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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
@ Impacto
Este artigo busca identificar os níveis do ensino básico onde mais esforços devem ser alocados para que a eficiência das instituições de ensino do estado possa ser melhorada. Essa eficiência é medida considerando as 27 unidades federativas do Brasil, três insumos representados pelos índices de desenvolvimento da educação básica (Ideb) para os anos iniciais, finais e ensino médio, e um produto representado pela média do índice geral de cursos (IGC) para cada estado. Como resultados, foram obtidas as regiões do Brasil mais eficientes, além das referências e metas para as regiões ineficientes. Com relação aos insumos, em geral, os anos iniciais (de 1ª a 4ª séries) revelaram um maior potencial para melhorias, ou seja, este é o nível do ensino básico que merece mais atenção por parte dos gestores ou governo.
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Primeiros quatro anos do fundamental ditam aproveitamento no superior
Pesquisa do Insper indica que nos estados onde as primeiras sérios do fundamental são mais bem avaliadas apresentam instituições de ensino superior com maior qualidadeAs quatro primeiras séries do ensino fundamental são as mais decisivas para que os estudantes do ensino superior de um Estado demonstrem melhor aproveitamento. Segundo pesquisa realizada pelo Insper (ex-Ibmec-SP), por apresentar maior potencial de melhorias, é o primeiro ciclo que deve merecer mais atenção por parte dos gestores ou do governo.
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