quarta-feira, 23 de maio de 2012
@ Cartilha educativa
Inpe e Rede Clima lançam cartilha educativa para a RIO+20
Agência FAPESP – O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e a Rede Brasileira de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (Rede Clima) produziram uma cartilha educativa, intitulada O futuro que queremos – economia verde, desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza. Voltada ao público em geral, a publicação apresenta os conceitos de economia verde e sustentabilidade e a importância da erradicação da pobreza, que são temas que serão discutidos durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20), que será realizada de 13 a 22 de junho no Rio de Janeiro.
A cartilha está disponível para download em versão para internet.
Agência FAPESP – O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e a Rede Brasileira de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (Rede Clima) produziram uma cartilha educativa, intitulada O futuro que queremos – economia verde, desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza. Voltada ao público em geral, a publicação apresenta os conceitos de economia verde e sustentabilidade e a importância da erradicação da pobreza, que são temas que serão discutidos durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (RIO+20), que será realizada de 13 a 22 de junho no Rio de Janeiro.
A cartilha está disponível para download em versão para internet.
domingo, 20 de maio de 2012
@ Inclusão/Exclusão
Mapa da inclusão digital
Por Marcelo Neri (*)
O último dos objetivos de desenvolvimento do milênio (MDGs) da ONU fixados para 2015 discute parceria entre governos, setor privado e sociedade civil. A evidência é que quando há alinhamento de interesses entre diferentes atores, a sinergia obtida faz com que o todo seja maior do que as partes. A internet é a maior guardiã da promessa de alinhar a aldeia global, de colocar todos na mesma página.
Entretanto, temos dado as costas para metas de conectividade. Integro um grupo de especialistas de vários países que propõem novos objetivos para depois de 2015. Iremos sediar na FGV, em setembro, conferência sobre os Post-2015 MDGs. A última meta da ONU em curso inclui acesso à internet. Os novos objetivos já propostos sugerem meta específica de conectividade.
Buscando subsidiar o debate, nesta semana lançamos o primeiro de uma série de estudos sobre conectividade fruto da parceria entre o Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas e a Fundação Telefônica no sentido de mapear as diversas formas de acesso à tecnologia digital, sua qualidade, seu uso e seus retornos proporcionando uma perspectiva de atuação integrada com outras ações que buscam o norte do desenvolvimento inclusivo sustentável.
Nesta primeira etapa, respondemos a perguntas diversas: Como evoluiu o binômio inclusão/exclusão digital no Brasil? Saiu de 8% de domicílios com internet para 33% em um período de dez anos.
Esse nível atual coloca o país na exata média mundial, sendo o 63º lugar entre os 158 países mapeados. É sintomático que o nosso estudo de dez anos atrás se chamava mapa da exclusão digital; o atual, mapa da inclusão digital, por sugestão de Antonio Valente.
O Brasil tem um mundo dentro de si desde São Caetano (SP), que apresenta o maior índice do país de acesso à internet em casa (74%, similar ao do Japão), a Aroeiras (PI), que tem zero virtual.
O líder mundial é a Suécia, com 97% de domicílios conectados, índice similar ao da praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Já Rio das Pedras, a favela vizinha, tem o menor percentual da cidade (21%), parecido com o do Panamá.
Os cinco primeiros do ranking global são países nórdicos, os mesmos que lideram o ranking de felicidade reportada pelas próprias pessoas. Não que um cause o outro, mas ambos integram a mesma cena.
Como medir a conectividade? As bases supracitadas identificam apenas o acesso das pessoas a computador, conectado ou não à internet, em suas casas, e não o efetivo uso da rede mundial de computadores.
No âmbito das políticas públicas, é preciso monitorar o efetivo uso da internet e seus respectivos locais, podendo haver mais de um local entre os incluídos: casa, 57%; LAN houses, 35%; trabalho, 31%; casa de amigos, 20%; escola, 18%; locais públicos gratuitos, 5,5%.
No que se refere à qualidade de acesso domiciliar, 80,7% foram feitos em banda larga e o grosso restante por meio de acesso discado.
Quais são as razões dos sem-rede? Elas são diversas, variando de lugar para lugar. Na capital mais incluída, Florianópolis, que é líder da banda larga, vigora a falta de interesse (62% de respostas da minoria excluída). Lá é, sintomaticamente, a capital da classe AB. Se a carteira de trabalho é o símbolo da nova classe média, ou classe C, a internet banda larga é o da classe AB. Como item de consumo, mas acima de tudo para educação, para trabalhar e em busca por trabalho.
A distante Rio Branco é a capital do motivo falta de estrutura (42%). Já na hospitaleira João Pessoa é onde as pessoas não acessam mais por falta de conhecimento (47%). Talvez por isso, lá é aonde as pessoas acessam mais a internet em casa de parentes e de amigos.
Olhando a média nacional, o principal motivo da exclusão é a falta de interesse (33%), seguido pela incapacidade de usar a internet (31%). Ambos decorrem dos problemas educacionais vigentes.
Não basta que computadores caiam de paraquedas na vida das pessoas. Se navegar na rede é preciso, educar também é preciso!
(*) MARCELO NERI, 49, é economista-chefe do Centro de Políticas Sociais e professor da EPGE, na Fundação Getulio Vargas, e autor de "Microcrédito, o Mistério Nordestino e o Grameen Brasileiro" (editora da Fundação Getulio Vargas) e "A Nova Classe Média" (editora Saraiva).
fonte: Jornal Folha de São Paulo, domingo, 20 de maio de 2012.
Por Marcelo Neri (*)
O último dos objetivos de desenvolvimento do milênio (MDGs) da ONU fixados para 2015 discute parceria entre governos, setor privado e sociedade civil. A evidência é que quando há alinhamento de interesses entre diferentes atores, a sinergia obtida faz com que o todo seja maior do que as partes. A internet é a maior guardiã da promessa de alinhar a aldeia global, de colocar todos na mesma página.
Entretanto, temos dado as costas para metas de conectividade. Integro um grupo de especialistas de vários países que propõem novos objetivos para depois de 2015. Iremos sediar na FGV, em setembro, conferência sobre os Post-2015 MDGs. A última meta da ONU em curso inclui acesso à internet. Os novos objetivos já propostos sugerem meta específica de conectividade.
Buscando subsidiar o debate, nesta semana lançamos o primeiro de uma série de estudos sobre conectividade fruto da parceria entre o Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas e a Fundação Telefônica no sentido de mapear as diversas formas de acesso à tecnologia digital, sua qualidade, seu uso e seus retornos proporcionando uma perspectiva de atuação integrada com outras ações que buscam o norte do desenvolvimento inclusivo sustentável.
Nesta primeira etapa, respondemos a perguntas diversas: Como evoluiu o binômio inclusão/exclusão digital no Brasil? Saiu de 8% de domicílios com internet para 33% em um período de dez anos.
Esse nível atual coloca o país na exata média mundial, sendo o 63º lugar entre os 158 países mapeados. É sintomático que o nosso estudo de dez anos atrás se chamava mapa da exclusão digital; o atual, mapa da inclusão digital, por sugestão de Antonio Valente.
O Brasil tem um mundo dentro de si desde São Caetano (SP), que apresenta o maior índice do país de acesso à internet em casa (74%, similar ao do Japão), a Aroeiras (PI), que tem zero virtual.
O líder mundial é a Suécia, com 97% de domicílios conectados, índice similar ao da praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Já Rio das Pedras, a favela vizinha, tem o menor percentual da cidade (21%), parecido com o do Panamá.
Os cinco primeiros do ranking global são países nórdicos, os mesmos que lideram o ranking de felicidade reportada pelas próprias pessoas. Não que um cause o outro, mas ambos integram a mesma cena.
Como medir a conectividade? As bases supracitadas identificam apenas o acesso das pessoas a computador, conectado ou não à internet, em suas casas, e não o efetivo uso da rede mundial de computadores.
No âmbito das políticas públicas, é preciso monitorar o efetivo uso da internet e seus respectivos locais, podendo haver mais de um local entre os incluídos: casa, 57%; LAN houses, 35%; trabalho, 31%; casa de amigos, 20%; escola, 18%; locais públicos gratuitos, 5,5%.
No que se refere à qualidade de acesso domiciliar, 80,7% foram feitos em banda larga e o grosso restante por meio de acesso discado.
Quais são as razões dos sem-rede? Elas são diversas, variando de lugar para lugar. Na capital mais incluída, Florianópolis, que é líder da banda larga, vigora a falta de interesse (62% de respostas da minoria excluída). Lá é, sintomaticamente, a capital da classe AB. Se a carteira de trabalho é o símbolo da nova classe média, ou classe C, a internet banda larga é o da classe AB. Como item de consumo, mas acima de tudo para educação, para trabalhar e em busca por trabalho.
A distante Rio Branco é a capital do motivo falta de estrutura (42%). Já na hospitaleira João Pessoa é onde as pessoas não acessam mais por falta de conhecimento (47%). Talvez por isso, lá é aonde as pessoas acessam mais a internet em casa de parentes e de amigos.
Olhando a média nacional, o principal motivo da exclusão é a falta de interesse (33%), seguido pela incapacidade de usar a internet (31%). Ambos decorrem dos problemas educacionais vigentes.
Não basta que computadores caiam de paraquedas na vida das pessoas. Se navegar na rede é preciso, educar também é preciso!
(*) MARCELO NERI, 49, é economista-chefe do Centro de Políticas Sociais e professor da EPGE, na Fundação Getulio Vargas, e autor de "Microcrédito, o Mistério Nordestino e o Grameen Brasileiro" (editora da Fundação Getulio Vargas) e "A Nova Classe Média" (editora Saraiva).
fonte: Jornal Folha de São Paulo, domingo, 20 de maio de 2012.
@ Estante
Editora: L&PM
Ano Edição: 2011
Número Edição: 1
Qtde. Páginas: 216
Encadernação: Brochura
Idiomas: Português
Dimensões (LXAXP): 14 x 21 cm
Resenha
Geralmente, quando uma pessoa exclama “Estou tão feliz!”, é porque engatou um novo amor, conseguiu uma promoção, ganhou uma bolsa de estudos, perdeu os quilos que precisava ou algo do tipo. Há sempre um porquê. Eu costumo torcer para que essa felicidade dure um bom tempo, mas sei que as novidades envelhecem e que não é seguro se sentir feliz apenas por atingimento de metas. Muito melhor é ser feliz por nada. (...) Particularmente, gosto de quem tem compromisso com a alegria, que procura relativizar as chatices diárias e se concentrar no que importa pra valer, e assim alivia o seu cotidiano e não atormenta o dos outros. Mas não estando alegre, é possível ser feliz também. (...) A vida não é um questionário de Proust. Você não precisa ter que responder ao mundo quais são suas qualidades, sua cor preferida, seu prato favorito, que bicho seria. Que mania de se autoconhecer. Chega de se autoconhecer. Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa.
Martha Medeiros
Trechos do livro
sexta-feira, 18 de maio de 2012
@ QMágico
700 videoaulas de matemática ficam disponíveis hoje
Primeiro, Salman Khan revolucionou o ensino com o suas aulas no Youtube. Depois, o MIT se uniu ao seu ex-aluno ilustre para também produzir vídeos educativos curtos voltados para melhorar a educação básica dos EUA. Agora, é a vez Brasil aderir ao movimento de olho na melhoria do ensino. A startup QMágico lança hoje, na Feira Educar Educador, sua plataforma com 700 vídeos de matemática gratuitos, que têm entre 7 e 12 minutos de duração, endereçados a alunos dos ensinos fundamental e médio.
O site foi idealizado pelo cearense Thiago Feijão, 22, aluno de engenharia mecânica no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica). A ideia nasceu, conta o jovem, quando ele dava aulas para população de baixa renda em três ONGs, duas delas criadas por ele mesmo, em São José dos Campos. “Quando eu entrei no ITA, em 2008, eu decidi trabalhar com educação para fazer com que outras pessoas pudessem ter a oportunidade que eu tive”, diz Feijão, que ficava incomodado por não conseguir atender nem de longe a todos os estudantes que queriam assistir às aulas que as organizações ofereciam. Confira.
Primeiro, Salman Khan revolucionou o ensino com o suas aulas no Youtube. Depois, o MIT se uniu ao seu ex-aluno ilustre para também produzir vídeos educativos curtos voltados para melhorar a educação básica dos EUA. Agora, é a vez Brasil aderir ao movimento de olho na melhoria do ensino. A startup QMágico lança hoje, na Feira Educar Educador, sua plataforma com 700 vídeos de matemática gratuitos, que têm entre 7 e 12 minutos de duração, endereçados a alunos dos ensinos fundamental e médio.
O site foi idealizado pelo cearense Thiago Feijão, 22, aluno de engenharia mecânica no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica). A ideia nasceu, conta o jovem, quando ele dava aulas para população de baixa renda em três ONGs, duas delas criadas por ele mesmo, em São José dos Campos. “Quando eu entrei no ITA, em 2008, eu decidi trabalhar com educação para fazer com que outras pessoas pudessem ter a oportunidade que eu tive”, diz Feijão, que ficava incomodado por não conseguir atender nem de longe a todos os estudantes que queriam assistir às aulas que as organizações ofereciam. Confira.
@ Interação
Medida certa para unir ensino tradicional e on-line
Intrigada com as inovações que a inclusão de atividades virtuais poderia trazer para a educação básica, uma pesquisadora do Innosight Institute, dos EUA, resolveu mapear modelos usados em 40 escolas americanas que tinham alguma proposta digital. A pesquisa mostrou que, apesar do amplo uso dos computadores no espaço escolar, a maior parte das instituições ainda não conseguiu explorar o potencial das novas tecnologias.
O formato mais encontrado por Heather Staker no estudo foi aquele em que o aluno tem aulas presenciais tradicionais e busca complementar seu aprendizado por meio das plataformas disponíveis on-line. Nele, a interação entre os dois momentos é baixa, mas é um primeiro passo para a adoção das novas tecnologias em sala de aula. Segundo a especialista, esse modelo é um exemplo, ainda que rudimentar, do que chama de blended learning. Fonte.
Intrigada com as inovações que a inclusão de atividades virtuais poderia trazer para a educação básica, uma pesquisadora do Innosight Institute, dos EUA, resolveu mapear modelos usados em 40 escolas americanas que tinham alguma proposta digital. A pesquisa mostrou que, apesar do amplo uso dos computadores no espaço escolar, a maior parte das instituições ainda não conseguiu explorar o potencial das novas tecnologias.
O formato mais encontrado por Heather Staker no estudo foi aquele em que o aluno tem aulas presenciais tradicionais e busca complementar seu aprendizado por meio das plataformas disponíveis on-line. Nele, a interação entre os dois momentos é baixa, mas é um primeiro passo para a adoção das novas tecnologias em sala de aula. Segundo a especialista, esse modelo é um exemplo, ainda que rudimentar, do que chama de blended learning. Fonte.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
@ Gratuitos
Portal tem mais de 500 livros para download
Mais de 500 obras literárias estão disponíveis para download gratuito no portal Universia Brasil. Entre elas, oito dos nove livros cobrados pelas bancas da Fuvest e da Unicamp no vestibular. O único que ainda não ganhou versão digital é Capitães da Areia, de Jorge Amado.
Ao todo, foram publicados 521 arquivos em formato PDF, que pode ser lido em computadores, tablets e e-readers. As obras são dos mais variados estilos: há desde biografias de cineastas até textos científicos sobre comunicação, passando, claro, por grandes clássicos da literatura. Fonte.
Mais de 500 obras literárias estão disponíveis para download gratuito no portal Universia Brasil. Entre elas, oito dos nove livros cobrados pelas bancas da Fuvest e da Unicamp no vestibular. O único que ainda não ganhou versão digital é Capitães da Areia, de Jorge Amado.
Ao todo, foram publicados 521 arquivos em formato PDF, que pode ser lido em computadores, tablets e e-readers. As obras são dos mais variados estilos: há desde biografias de cineastas até textos científicos sobre comunicação, passando, claro, por grandes clássicos da literatura. Fonte.
domingo, 13 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
@ Search Education
Google lança site para ensinar alunos a pesquisarem
Se você digita uma palavra no Google, em menos de um segundo o buscador vai apresentar alguns milhares de resultados que mencionam o termo. Alguns deles, de fato, podem ajudar muito na sua busca; outros, nem tanto. Para ensinar estudantes e professores a separar o joio do trigo e ajudá-los a fazer pesquisas mais qualificadas, o Google lançou, esse mês, o site Search Education.
Ainda completamente em inglês, o site é voltado a professores interessados em ensinar estratégias de pesquisa a seus alunos ou a usuários que querem otimizar suas buscas. “Nós decidimos ensinar a pesquisar porque o Google tem uma gama de ferramentas, mas a maioria das pessoas só conhece parte delas”, diz Tasha bergsin-Michelson, educadora do Google. Confira.
Se você digita uma palavra no Google, em menos de um segundo o buscador vai apresentar alguns milhares de resultados que mencionam o termo. Alguns deles, de fato, podem ajudar muito na sua busca; outros, nem tanto. Para ensinar estudantes e professores a separar o joio do trigo e ajudá-los a fazer pesquisas mais qualificadas, o Google lançou, esse mês, o site Search Education.
Ainda completamente em inglês, o site é voltado a professores interessados em ensinar estratégias de pesquisa a seus alunos ou a usuários que querem otimizar suas buscas. “Nós decidimos ensinar a pesquisar porque o Google tem uma gama de ferramentas, mas a maioria das pessoas só conhece parte delas”, diz Tasha bergsin-Michelson, educadora do Google. Confira.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
@ Livros digitais
Livro digital ainda 'patina' em catálogo de editoras
Um mês após o governo anunciar que comprará até 900 mil tablets para docentes e alunos da rede pública, as principais editoras de livros didáticos se preparam para entrar em um novo mercado milionário: o digital.
A compra de tablets pela União tem um custo previsto de R$ 330 milhões.
Algumas editoras até já possuem versões do material para a plataforma tablet. Porém, organização e conteúdo são bem similares aos dos livros "tradicionais", em papel. Das seis grandes editoras ouvidas pela reportagem, duas ainda não têm versões digitais do material didático e, das que possuem, apenas três trazem recursos digitais complementares, como áudios, vídeos e animações.
As editoras afirmam, porém, que até 2013 vão acelerar as mudanças digitais.
Livros digitais na era dos tablets: confira como as principais editoras se preparam para o mercado digital, clique aqui.
Um mês após o governo anunciar que comprará até 900 mil tablets para docentes e alunos da rede pública, as principais editoras de livros didáticos se preparam para entrar em um novo mercado milionário: o digital.
A compra de tablets pela União tem um custo previsto de R$ 330 milhões.
Algumas editoras até já possuem versões do material para a plataforma tablet. Porém, organização e conteúdo são bem similares aos dos livros "tradicionais", em papel. Das seis grandes editoras ouvidas pela reportagem, duas ainda não têm versões digitais do material didático e, das que possuem, apenas três trazem recursos digitais complementares, como áudios, vídeos e animações.
As editoras afirmam, porém, que até 2013 vão acelerar as mudanças digitais.
Livros digitais na era dos tablets: confira como as principais editoras se preparam para o mercado digital, clique aqui.
@ Lição de Vida II
Mulher paralisada há dez anos por derrame defende tese de doutorado
Ela não fala, não come, não se move. Mas pinta, estuda e ensina arte a crianças que nasceram com paralisia cerebral. Tudo isso usando o olhar, um leve movimento de queixo e um programa de computador desenvolvido especialmente para ela. Nesta quarta, às 14h, a artista plástica Ana Amália Tavares Barbosa, 46, defende sua tese de doutorado em arte e educação no Museu de Arte Contemporânea da USP, iniciada quando já estava paralisada. O estudo, intitulado "Além do Corpo", é fruto de três anos de trabalho com artes visuais desenvolvido com um grupo de seis crianças com lesões cerebrais, atendidas na Associação Nosso Sonho, onde Ana também leciona. Todas as crianças usam cadeiras de rodas, não falam e têm dificuldade de enxergar. Assim como a professora. Confira.
Ela não fala, não come, não se move. Mas pinta, estuda e ensina arte a crianças que nasceram com paralisia cerebral. Tudo isso usando o olhar, um leve movimento de queixo e um programa de computador desenvolvido especialmente para ela. Nesta quarta, às 14h, a artista plástica Ana Amália Tavares Barbosa, 46, defende sua tese de doutorado em arte e educação no Museu de Arte Contemporânea da USP, iniciada quando já estava paralisada. O estudo, intitulado "Além do Corpo", é fruto de três anos de trabalho com artes visuais desenvolvido com um grupo de seis crianças com lesões cerebrais, atendidas na Associação Nosso Sonho, onde Ana também leciona. Todas as crianças usam cadeiras de rodas, não falam e têm dificuldade de enxergar. Assim como a professora. Confira.
@ Pontes Educativas
Celular é alternativa para diversificar ensino em escolas do Chile
Empresas privadas em parceria com o Ministério da Educação chileno criaram um programa para apoiar professores no planejamento de aulas usando vídeos projetados diretamente de celulares. O Pontes Educativas (livre tradução de Puentes Educativos) trabalha com mais de 700 professores de escolas públicas e tem como proposta tornar o ensino mais atrativo e interativo. confira
Empresas privadas em parceria com o Ministério da Educação chileno criaram um programa para apoiar professores no planejamento de aulas usando vídeos projetados diretamente de celulares. O Pontes Educativas (livre tradução de Puentes Educativos) trabalha com mais de 700 professores de escolas públicas e tem como proposta tornar o ensino mais atrativo e interativo. confira
quarta-feira, 9 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
@ Homens em Extinção
Homens em Extinção (The Disappering Male) é um documentário produzido pela CBC em que aborda um assunto de extrema importância para o futuro da humanidade; a poluição tóxica que afeta a capacidade reprodutiva dos homens. Nas últimas décadas, tem-se registrado um aumento dramático nas incidências nos casos de deformidades genitais, pouca produção de esperma e cancro testicular nos homens e jovens do sexo masculino.
Homens em extinção, revela-nos como o mundo que criamos, desde os shampoos, perfumes a todo o tipo de plásticos nos afeta com consequências imprevisíveis para a nossa saúde (fonte).
sexta-feira, 4 de maio de 2012
@ Livros digitais
Unesp lança 44 livros digitais para download gratuito
Site Cultura Acadêmica vai disponibilizar gratuitamente, a partir de 9 de maio, mais 44 novas obras escritas por docentes, mestres e doutores da Unesp. A iniciativa é de autoria da pró-reitoria de Pós-graduação em conjunto com a editora Unesp e oferece, desde o lançamento, 94 publicações. Dessas, já foram realizados 84 mil downloads até o momento e o objetivo do projeto é ter 1.000 títulos disponíveis até 2020. fonte.
Site Cultura Acadêmica vai disponibilizar gratuitamente, a partir de 9 de maio, mais 44 novas obras escritas por docentes, mestres e doutores da Unesp. A iniciativa é de autoria da pró-reitoria de Pós-graduação em conjunto com a editora Unesp e oferece, desde o lançamento, 94 publicações. Dessas, já foram realizados 84 mil downloads até o momento e o objetivo do projeto é ter 1.000 títulos disponíveis até 2020. fonte.
@ Videoaulas
MIT e Khan Academy se unem para fazer videoaulas
O MIT resolveu unir esforços à Khan Academy e está incentivando seus alunos a produzirem vídeos curtos, entre 5 e 10 minutos, para ensinar conceitos básicos de ciências e engenharia a estudantes da educação infantil ao ensino médio.
O projeto, chamado MIT+K12, vai disponibilizar essas miniaulas em seu site e em um canal específico do YouTube. Algumas vão fazer parte da Khan Academy, projeto lançado por um ex-aluno do MIT que começou dando aulas despretenciosamente para os sobrinhos pelo YouTube e se tornou um sucesso mundial. confira
Mais: Portal Veduca: Harvard, Stanford, MIT, Columbia e Yale em vídeo-aulas gratuitas.
Acervo digital é gratuito e reúne mais de 4.700 aulas, com uma parte do material legendado em português.
O MIT resolveu unir esforços à Khan Academy e está incentivando seus alunos a produzirem vídeos curtos, entre 5 e 10 minutos, para ensinar conceitos básicos de ciências e engenharia a estudantes da educação infantil ao ensino médio.
O projeto, chamado MIT+K12, vai disponibilizar essas miniaulas em seu site e em um canal específico do YouTube. Algumas vão fazer parte da Khan Academy, projeto lançado por um ex-aluno do MIT que começou dando aulas despretenciosamente para os sobrinhos pelo YouTube e se tornou um sucesso mundial. confira
Mais: Portal Veduca: Harvard, Stanford, MIT, Columbia e Yale em vídeo-aulas gratuitas.
Acervo digital é gratuito e reúne mais de 4.700 aulas, com uma parte do material legendado em português.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
@ Impacto dos agrotóxicos
ABRASCO lança primeira parte do dossiê que alerta sobre o impacto dos agrotóxicos na saúde dos brasileiros
A ABRASCO, através de seu grupo Diálogos e Convergências, coletivo composto por representantes de vários grupos temáticos da Associação, lançou ontem a primeira parte de um dossiê sobre o impactos dos agrotóxicos na saúde dos brasileiros. O documento, lançado no Congresso Mundial de Alimentação e Nutrição em Saúde Pública (WNRio 2012), tem como objetivo sensibilizar, por meio de evidências científicas, as autoridades públicas nacionais e internacionais para a construção de políticas públicas que posam proteger e promover a saúde humana e dos ecossistemas impactados por esses produtos químicos.
confira
* Um terço dos alimentos está contaminado
Clique aqui e assista "o veneno está na mesa", de Silvio Tendler, documentário que ilustra muitas das questões abordadas no dossiê.
A ABRASCO, através de seu grupo Diálogos e Convergências, coletivo composto por representantes de vários grupos temáticos da Associação, lançou ontem a primeira parte de um dossiê sobre o impactos dos agrotóxicos na saúde dos brasileiros. O documento, lançado no Congresso Mundial de Alimentação e Nutrição em Saúde Pública (WNRio 2012), tem como objetivo sensibilizar, por meio de evidências científicas, as autoridades públicas nacionais e internacionais para a construção de políticas públicas que posam proteger e promover a saúde humana e dos ecossistemas impactados por esses produtos químicos.
confira
* Um terço dos alimentos está contaminado
Clique aqui e assista "o veneno está na mesa", de Silvio Tendler, documentário que ilustra muitas das questões abordadas no dossiê.
terça-feira, 1 de maio de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
@ Novas concepções
(NOVA ESCOLA) A internet, a televisão e os outros meios de comunicação bombardeiam os alunos com informações de todo tipo. Hoje, mais do que nunca, eles chegam à escola com uma grande carga de informações. Qual o impacto dessa mudança comportamental na prática pedagógica?
REIMERS Essa é uma das mais maravilhosas transformações vindas da onipresença do conhecimento e da informação. Ela liberta os melhores professores para assumirem as funções que muitos deles sempre quiseram: a de envolver as mentes de seus alunos para trabalhar em parceria com eles, discutindo ideias complexas e desafios e encontrando maneiras de resolvê-los. Faria pouco sentido em um mundo no qual os estudantes podem ter acesso instantâneo a informações sobre fatos e dados no telefone celular ou na internet, os professores passarem a maior parte do tempo transmitindo isso a eles. Com essa mudança, eles podem liderar poderosas experiências educacionais que ajudam no desenvolvimento da capacidade de julgamento de seus alunos, estimulam o pensamento independente e a disposição para olhar e lidar com os problemas de maneira nova e inventar soluções para eles.
Qual o papel das universidades nessa transformação da Educação?
REIMERS Elas devem promover o desenvolvimento das comunidades das quais fazem parte. Uma das melhores formas é ajudar a melhorar a qualidade e a relevância dos sistemas de Ensino Fundamental e Médio. Como fazer isso? Formando excelentes professores que irão atuar nas salas de aula. Outra forma é favorecer o desenvolvimento profissional de alta qualidade ao longo da carreira, com programas de formação continuada. Além disso, elas podem oferecer diretamente materiais para alunos, diretores de escola e pais e ajudar na concepção de currículos e pensar em mecanismos eficazes para avaliar competências. Enfim, a universidade deveria gerar conhecimento sobre como melhorar o ensino público. Na prática, porém, elas ignoram a Educação Básica.
Leia a entrevista de Fernando Reimers na íntegra, clique aqui.
MAIS ‘Educar é empoderar indivíduos para expandir suas liberdades’
sábado, 28 de abril de 2012
@ Porvir
Brasil ganha site especializado em inovações educacionais
No Dia da Educação, 28 de abril, inaugura-se o Porvir, uma iniciativa de comunicação e mobilização social do Instituto Inspirare que pretende promover a produção, difusão e troca de conteúdos sobre inovações educacionais. A plataforma digital deve abordar a educação em seu sentido mais amplo, considerando os processos de ensino que acontecem não só em escolas e universidades, mas também em organizações sociais, empresas e até na rua.
O site compartilha conteúdos sobre experiências, ferramentas, ideias e pessoas que estejam inovando nesta área, com o objetivo de inspirar iniciativas que ampliem o acesso dos brasileiros a oportunidades qualificadas de aprendizado. Além de mapear matérias veiculadas pela mídia sobre o tema, a plataforma digital funcionará como uma agência de notícias, ajudando os veículos de comunicação a identificar fontes, pautas e abordagens diferenciadas. confira entrevista
No Dia da Educação, 28 de abril, inaugura-se o Porvir, uma iniciativa de comunicação e mobilização social do Instituto Inspirare que pretende promover a produção, difusão e troca de conteúdos sobre inovações educacionais. A plataforma digital deve abordar a educação em seu sentido mais amplo, considerando os processos de ensino que acontecem não só em escolas e universidades, mas também em organizações sociais, empresas e até na rua.
O site compartilha conteúdos sobre experiências, ferramentas, ideias e pessoas que estejam inovando nesta área, com o objetivo de inspirar iniciativas que ampliem o acesso dos brasileiros a oportunidades qualificadas de aprendizado. Além de mapear matérias veiculadas pela mídia sobre o tema, a plataforma digital funcionará como uma agência de notícias, ajudando os veículos de comunicação a identificar fontes, pautas e abordagens diferenciadas. confira entrevista
sexta-feira, 27 de abril de 2012
@ Nativos Digitais
Conceito - Wiki - Facebook
Por Gabriel Ferreira Braga
confira, clique aqui.
Participação do autor em evento na Universidade Federal de Uberlândia ( Dia Mundial do Livro)
Por Gabriel Ferreira Braga
confira, clique aqui.
Participação do autor em evento na Universidade Federal de Uberlândia ( Dia Mundial do Livro)
quarta-feira, 25 de abril de 2012
@ Mochila escolar
Comissão da Câmara aprova limitar peso de mochila escolar
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara aprovou ontem um projeto que proíbe o uso de mochila escolar com peso excessivo. A proposta limita o volume em 15% do peso do estudante. Inicialmente, o texto propunha restrição de 10%. Se não for apresentado recurso, deve seguir para análise do Senado. A proposta prevê que a aferição do peso do aluno deverá ser feita por declaração escrita por ele próprio no ensino médio, ou por pais ou responsáveis em creche, pré-escola ou ensino fundamental. O governo ainda deverá promover campanha sobre o peso máximo aconselhável de material a ser transportado. Embora a proposta em tramitação na Câmara limite o volume em 15% do peso do aluno, especialistas recomendam que o teto seja de 10%, e que as duas tiras da mochila sejam sempre colocadas nas costas, para distribuir o peso. Algumas escolas paulistanas já planejam as aulas pensando nisso -matérias com maior carga horária e mais livros, como português e matemática, não são ministradas no mesmo dia. Lei semelhante, mas sem a indicação de peso, foi aprovada pelos vereadores da cidade.PL-6338/2005
fonte
Câmara aprova limite de peso para mochila de estudantes
Projeto de lei quer proibir excesso de peso da mochila escolar
terça-feira, 24 de abril de 2012
@ Exclusão
Alunos saem do fundamental sem saber o básico
Levantamento da Unesco baseado na Prova Brasil mostra que cerca de 30% dos estudantes vão para o ensino médio com pouca noção de português e matemática
Praticamente uma em cada cinco crianças terminou o ensino fundamental em 2009 sem ter alcançado condições básicas de compreensão de texto. Quando a disciplina muda para matemática, o dado é mais assustador. Aproximadamente 39% dos estudantes que concluíram os primeiros nove anos do ciclo educacional, entre 2005 e 2009, não tem o nível básico de competência para resolver problemas, como se espera de um aluno nessa etapa do ensino. Os índices da Prova Brasil de 2005, 2007 e 2009 mostram, segundo análise da Organização das Nações Unidas para a Educação (Unesco), que, em algum momento, o sistema educacional brasileiro falhou.
De acordo com o levantamento da organização Exclusão Intra-escolar nas Escolas Públicas Brasileiras, o perfil desses estudantes que não conseguiram alcançar o mínimo de desempenho está relacionado a uma série de fatores dentro e fora da escola. Segundo a pesquisa da Unesco, a maioria desses estudantes tem características comuns: piores condições socioeconômicas, estão concentrados nas regiões mais pobres do país — Norte e Nordeste —, nas escolas com os indicadores de qualidade mais baixos, com bibliotecas, instalações e condições de funcionamento deficientes. Outros fatores comuns também foram observados, em relação aos gestores e educadores desses alunos. As equipes que os atendem são as menos coesas, com menos escolaridade, piores condições escolares e maiores índices de violência escolar.
confira
UNESCO TV - Apresentação do estudo sobre exclusão nas escolas públicas brasileiras
Levantamento da Unesco baseado na Prova Brasil mostra que cerca de 30% dos estudantes vão para o ensino médio com pouca noção de português e matemática
Praticamente uma em cada cinco crianças terminou o ensino fundamental em 2009 sem ter alcançado condições básicas de compreensão de texto. Quando a disciplina muda para matemática, o dado é mais assustador. Aproximadamente 39% dos estudantes que concluíram os primeiros nove anos do ciclo educacional, entre 2005 e 2009, não tem o nível básico de competência para resolver problemas, como se espera de um aluno nessa etapa do ensino. Os índices da Prova Brasil de 2005, 2007 e 2009 mostram, segundo análise da Organização das Nações Unidas para a Educação (Unesco), que, em algum momento, o sistema educacional brasileiro falhou.
De acordo com o levantamento da organização Exclusão Intra-escolar nas Escolas Públicas Brasileiras, o perfil desses estudantes que não conseguiram alcançar o mínimo de desempenho está relacionado a uma série de fatores dentro e fora da escola. Segundo a pesquisa da Unesco, a maioria desses estudantes tem características comuns: piores condições socioeconômicas, estão concentrados nas regiões mais pobres do país — Norte e Nordeste —, nas escolas com os indicadores de qualidade mais baixos, com bibliotecas, instalações e condições de funcionamento deficientes. Outros fatores comuns também foram observados, em relação aos gestores e educadores desses alunos. As equipes que os atendem são as menos coesas, com menos escolaridade, piores condições escolares e maiores índices de violência escolar.
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UNESCO TV - Apresentação do estudo sobre exclusão nas escolas públicas brasileiras
domingo, 22 de abril de 2012
@ Inclusão digital
Notas sobre a inclusão digital nas escolas
Por Ana Beatriz Gomes
A distribuição de laptops e tablets nas escolas vem provocando debates acalorados sobre o sucesso ou fracasso das práticas governamentais para promover a inclusão digital nas escolas. O histórico das políticas públicas de inclusão digital no Brasil indicam ações distribuídas em duas frentes distintas: uma que pretende realizar a inclusão digital em telecentros localizados na periferia das cidades e a outra é a inclusão digital dentro das escolas. A primeira frente apresenta um perfil voltado para a cidadania, com foco no protagonismo juvenil, na diversidade e na produção cultural das comunidades nas quais os telecentros estão inseridos. É o caso dos programas de inclusão digital como os Pontos de Cultura, Estações Digitais, Casa Brasil etc. As ações de fomento da inclusão digital dentro das escolas buscam um objetivo formador, inserindo aspectos do letramento digital nas ações pedagógicas. As duas frentes apresentam objetivos distintos e encontram inúmeras dificuldades em sua própria especificidade. Ambas necessitam de uma análise profunda das suas ações e uma avaliação cuidadosa dos seus erros e acertos, mas o meu interesse aqui é abordar como o público alvo dos programas de inclusão digital tem se apropriado das propostas. Na maior parte dos casos, a apropriação tem sido muito diferente do que foi planejado inicialmente. Os resultados qualitativos tem indicado que apesar da intencionalidade no direcionamento das políticas de inclusão digital - que insistem em orientar o usuário na sua apropriação do equipamento e nos percursos de navegação - as pessoas que participam desses programas tem dado a palavra final. São elas que estão, efetivamente, dizendo o que querem fazer com o acesso à Internet e o uso dos equipamentos disponíveis (câmeras digitais, filmadoras, som etc). Essa reação dos supostamente "excluídos digitais" deveria servir como uma pista importante para o redirecionamento dos projetos de inclusão de digital e, sobretudo, para que possamos pensar a tal inclusão a partir da perspectiva dos que a desejam e a reivindicam. Um exemplo interessante é o Programa Um Computador por Aluno (PROUCA) do governo federal. O PROUCA distribuiu laptops nas escolas públicas e, embora o seu uso pedagógico ainda seja bastante incipiente, o processo de inclusão digital dos alunos aconteceu. As pesquisas iniciais mostram que independente dos professores, das orientações e de qualquer tipo de formação, os alunos rapidamente se apropriaram das ferramentas existentes no laptop e passaram a navegar com bastante propriedade. Para algumas pessoas não é suficiente, já que é preciso qualificar melhor o tipo de inclusão que está acontecendo, mas eu considero que qualquer tipo de inclusão digital é sempre melhor do que nenhuma.
fonte
Por Ana Beatriz Gomes
A distribuição de laptops e tablets nas escolas vem provocando debates acalorados sobre o sucesso ou fracasso das práticas governamentais para promover a inclusão digital nas escolas. O histórico das políticas públicas de inclusão digital no Brasil indicam ações distribuídas em duas frentes distintas: uma que pretende realizar a inclusão digital em telecentros localizados na periferia das cidades e a outra é a inclusão digital dentro das escolas. A primeira frente apresenta um perfil voltado para a cidadania, com foco no protagonismo juvenil, na diversidade e na produção cultural das comunidades nas quais os telecentros estão inseridos. É o caso dos programas de inclusão digital como os Pontos de Cultura, Estações Digitais, Casa Brasil etc. As ações de fomento da inclusão digital dentro das escolas buscam um objetivo formador, inserindo aspectos do letramento digital nas ações pedagógicas. As duas frentes apresentam objetivos distintos e encontram inúmeras dificuldades em sua própria especificidade. Ambas necessitam de uma análise profunda das suas ações e uma avaliação cuidadosa dos seus erros e acertos, mas o meu interesse aqui é abordar como o público alvo dos programas de inclusão digital tem se apropriado das propostas. Na maior parte dos casos, a apropriação tem sido muito diferente do que foi planejado inicialmente. Os resultados qualitativos tem indicado que apesar da intencionalidade no direcionamento das políticas de inclusão digital - que insistem em orientar o usuário na sua apropriação do equipamento e nos percursos de navegação - as pessoas que participam desses programas tem dado a palavra final. São elas que estão, efetivamente, dizendo o que querem fazer com o acesso à Internet e o uso dos equipamentos disponíveis (câmeras digitais, filmadoras, som etc). Essa reação dos supostamente "excluídos digitais" deveria servir como uma pista importante para o redirecionamento dos projetos de inclusão de digital e, sobretudo, para que possamos pensar a tal inclusão a partir da perspectiva dos que a desejam e a reivindicam. Um exemplo interessante é o Programa Um Computador por Aluno (PROUCA) do governo federal. O PROUCA distribuiu laptops nas escolas públicas e, embora o seu uso pedagógico ainda seja bastante incipiente, o processo de inclusão digital dos alunos aconteceu. As pesquisas iniciais mostram que independente dos professores, das orientações e de qualquer tipo de formação, os alunos rapidamente se apropriaram das ferramentas existentes no laptop e passaram a navegar com bastante propriedade. Para algumas pessoas não é suficiente, já que é preciso qualificar melhor o tipo de inclusão que está acontecendo, mas eu considero que qualquer tipo de inclusão digital é sempre melhor do que nenhuma.
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sexta-feira, 20 de abril de 2012
@ Webnode
Webnode oferece conteúdo educativo gratuito
Foi-se o tempo em que as ideias e o conhecimento eram passados apenas para o papel. No ciberespaço, margens e linhas não são suficientes para comportar todo o material voltado para a educação. Com o objetivo de expandir o alcance do conteúdo educativo, o site Webnode Edu ganha versão brasileira e permite acesso gratuito a seus serviços.
A plataforma foi criada pela empresa Webnode.com e já possui mais de 5 milhões de usuários pelo mundo. Com sede na República Tcheca, a equipe de TI criou uma versão exclusiva para conteúdo educativo. No Brasil, o número de usuários chega a 10 mil e inclui alunos, professores e pais interessados em compartilhar informações.
Para obter um site educativo utilizando o Webnode Edu é preciso se cadastrar e então dar início à construção do espaço. O processo é simples e intuitivo. Após ter o login efetivado é possível começar a edição da página, com o uso dos botões e ferramentas disponíveis no sistema do portal.
Funções básicas como arquivamento de postagens nos formatos PDF, montagem da interface através da tecnologia “clique e arraste” e acesso ao editor de site – sem a necessidade da instalação de software – estão à disposição dos internautas. O Webnode também traz a possibilidade de criar submenus com diferentes divisões que organizam o conteúdo publicado, além da opção de “busca interna”.
Pais, professores, alunos e graduandos podem fazer uso da ferramenta e compartilhar diferentes publicações, socializando o acesso à educação.
fonte
Foi-se o tempo em que as ideias e o conhecimento eram passados apenas para o papel. No ciberespaço, margens e linhas não são suficientes para comportar todo o material voltado para a educação. Com o objetivo de expandir o alcance do conteúdo educativo, o site Webnode Edu ganha versão brasileira e permite acesso gratuito a seus serviços.
A plataforma foi criada pela empresa Webnode.com e já possui mais de 5 milhões de usuários pelo mundo. Com sede na República Tcheca, a equipe de TI criou uma versão exclusiva para conteúdo educativo. No Brasil, o número de usuários chega a 10 mil e inclui alunos, professores e pais interessados em compartilhar informações.
Para obter um site educativo utilizando o Webnode Edu é preciso se cadastrar e então dar início à construção do espaço. O processo é simples e intuitivo. Após ter o login efetivado é possível começar a edição da página, com o uso dos botões e ferramentas disponíveis no sistema do portal.
Funções básicas como arquivamento de postagens nos formatos PDF, montagem da interface através da tecnologia “clique e arraste” e acesso ao editor de site – sem a necessidade da instalação de software – estão à disposição dos internautas. O Webnode também traz a possibilidade de criar submenus com diferentes divisões que organizam o conteúdo publicado, além da opção de “busca interna”.
Pais, professores, alunos e graduandos podem fazer uso da ferramenta e compartilhar diferentes publicações, socializando o acesso à educação.
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quarta-feira, 18 de abril de 2012
@ Uma carta a um atleta
Alunas de escolas estaduais conquistam os primeiros lugares em etapa estadual de concurso internacional de cartas.
Duas alunas de escolas estaduais estão entre os vencedores da fase estadual do ‘41º Concurso Internacional de Redação de Cartas 2012’. Dhiulliana Neto Aparecido, de 15 anos, da Escola Estadual do Parque São Jorge, em Uberlândia – Triângulo Mineiro e Dalva Ferreira Lage, 13 anos, da Escola Estadual Professor Antônio Marciano, de Joanésia – Vale do Rio Doce, participam agora da etapa nacional do concurso. As duas conquistaram os primeiro e segundo lugares de Minas, com a produção de redações em formato de carta com o tema ‘Escreva uma carta a um atleta ou a uma personalidade esportiva que admira para lhe dizer o que significam os Jogos Olímpicos para você’. Em todo o país, foram selecionadas cartas de 28 estudantes, classificados em primeiro lugar, que receberão como prêmio um notebook cada um. A escola na qual o aluno estuda ganhará um computador.
confira
Veja a redação classificada em primeiro lugar em Minas Gerais, clique aqui.
fonte
Duas alunas de escolas estaduais estão entre os vencedores da fase estadual do ‘41º Concurso Internacional de Redação de Cartas 2012’. Dhiulliana Neto Aparecido, de 15 anos, da Escola Estadual do Parque São Jorge, em Uberlândia – Triângulo Mineiro e Dalva Ferreira Lage, 13 anos, da Escola Estadual Professor Antônio Marciano, de Joanésia – Vale do Rio Doce, participam agora da etapa nacional do concurso. As duas conquistaram os primeiro e segundo lugares de Minas, com a produção de redações em formato de carta com o tema ‘Escreva uma carta a um atleta ou a uma personalidade esportiva que admira para lhe dizer o que significam os Jogos Olímpicos para você’. Em todo o país, foram selecionadas cartas de 28 estudantes, classificados em primeiro lugar, que receberão como prêmio um notebook cada um. A escola na qual o aluno estuda ganhará um computador.
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Veja a redação classificada em primeiro lugar em Minas Gerais, clique aqui.
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segunda-feira, 16 de abril de 2012
@ Patrono
Lei declara Paulo Freire Patrono da Educação Brasileira
LEI No 12.612, DE 13 DE ABRIL DE 2012
Declara o educador Paulo Freire Patrono da Educação Brasileira.
Art. 1o O educador Paulo Freire é declarado Patrono da Educação Brasileira.
Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
fonte
LEI No 12.612, DE 13 DE ABRIL DE 2012
Declara o educador Paulo Freire Patrono da Educação Brasileira.
Art. 1o O educador Paulo Freire é declarado Patrono da Educação Brasileira.
Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
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@ Dia Mundial do Livro


Theme for 2012: Books and Translation
A celebração do Dia Mundial do Livro, 23 de abril, foi instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em 1996.
A data de 23 de Abril foi escolhida porque nesta data do ano de 1616 morreram Miguel de Cervantes, William Shakespeare e Garcilaso de la Vega.
domingo, 15 de abril de 2012
@ Indenização
Escola e TV indenizam menor
A 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) condenou a Associação Educacional Galileu Galilei e a Rádio Televisão Uberlândia Ltda. a pagar, solidariamente, indenização no valor de R$15 mil, pela exibição do adolescente L.C.P.C. em reportagem de cunho depreciativo.
Segundo o processo, a Associação Educacional Galileu Galilei criou um projeto pedagógico que consistia em deixar um freezer cheio de picolés nas dependências da escola, sem nenhuma fiscalização, apenas com uma placa que indicava o preço e uma caixa ao lado para que os alunos depositassem o valor referente aos picolés que retirassem. A Rádio Televisão Uberlândia, com autorização da escola, instalou câmeras para registrar o comportamento dos alunos, criando a reportagem em questão, veiculada em programa de televisão de grande abrangência local. Nas imagens divulgadas era possível reconhecer claramente a fisionomia do menor, gerando-lhe transtornos.
confira na íntegra
Processo n º 0004119-49.2010.8.13.0702
A 18ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) condenou a Associação Educacional Galileu Galilei e a Rádio Televisão Uberlândia Ltda. a pagar, solidariamente, indenização no valor de R$15 mil, pela exibição do adolescente L.C.P.C. em reportagem de cunho depreciativo.
Segundo o processo, a Associação Educacional Galileu Galilei criou um projeto pedagógico que consistia em deixar um freezer cheio de picolés nas dependências da escola, sem nenhuma fiscalização, apenas com uma placa que indicava o preço e uma caixa ao lado para que os alunos depositassem o valor referente aos picolés que retirassem. A Rádio Televisão Uberlândia, com autorização da escola, instalou câmeras para registrar o comportamento dos alunos, criando a reportagem em questão, veiculada em programa de televisão de grande abrangência local. Nas imagens divulgadas era possível reconhecer claramente a fisionomia do menor, gerando-lhe transtornos.
confira na íntegra
Processo n º 0004119-49.2010.8.13.0702
quinta-feira, 12 de abril de 2012
@ 5 anos mudaram tudo
O documentário "O que mudou nos últimos 5 anos" foi realizado pela HOTWords e tem como tema as grandes transformações vividas pelo mercado da comunicação nos últimos 5 anos. Fazendo assim uma retrospectiva e uma análise dos principais acontecimentos dessa revolução tecnológica, a partir das entrevistas de personalidades envolvidas nesse mercado.
@ TES
Rede social para professores disponibiliza 300 mil planos de aula
TES (sigla em inglês para Times Educational Suplement) é uma plataforma digital de compartilhamento de conteúdos feitos por professores para professores.
Com mais de 1,8 milhão de membros, distribuídos em 197 países, a ferramenta tem disponível mais de 300 mil planos de aula. Em quatro anos de existência, consolidou-se como a maior rede social de docentes do mundo.
confira
Como funciona
Uma equipe de especialistas em diferentes áreas do conhecimento é responsável por triar o material postado pelos professores. O editor do TES, Gerard Kelly, afirma que quando é detectado algum arquivo com direitos autorais, ele é automaticamente eliminado. Caso contrário, tudo pode ser usado e remixado por outros professores.
A página possui ainda um banco de vagas de emprego na área da educação, com oportunidades em diferentes países. Fóruns de discussão, onde os professores podem discutir ideias e ranquear os melhores materiais, completam a proposta.
Para fazer parte da rede, basta cadastrar-se e criar um perfil de usuário. Todo o serviço é gratuito.
TES (sigla em inglês para Times Educational Suplement) é uma plataforma digital de compartilhamento de conteúdos feitos por professores para professores.
Com mais de 1,8 milhão de membros, distribuídos em 197 países, a ferramenta tem disponível mais de 300 mil planos de aula. Em quatro anos de existência, consolidou-se como a maior rede social de docentes do mundo.
confira
Como funciona
Uma equipe de especialistas em diferentes áreas do conhecimento é responsável por triar o material postado pelos professores. O editor do TES, Gerard Kelly, afirma que quando é detectado algum arquivo com direitos autorais, ele é automaticamente eliminado. Caso contrário, tudo pode ser usado e remixado por outros professores.
A página possui ainda um banco de vagas de emprego na área da educação, com oportunidades em diferentes países. Fóruns de discussão, onde os professores podem discutir ideias e ranquear os melhores materiais, completam a proposta.
Para fazer parte da rede, basta cadastrar-se e criar um perfil de usuário. Todo o serviço é gratuito.
@ Project Glass
O que você faria se seus alunos começassem a usar estes óculos? Mais
Que tipo de atividades você desenvolveria para usar este recurso em sala de aula?
Que tipo de atividades você desenvolveria para usar este recurso em sala de aula?
@ Tecnologias na Educação
Blog Educacional - Recursos e Notícias sobre uso das Tecnologias na Educação
O blog Internet na Educação faz parte dos melhores blogs em português ( na primeira fase do The BOBs, o blog foi selecionado para figurar entre os 11 finalistas na categoria “Melhor Blog em Português” por um júri internacional), veja a lista.
Blog da UFSCar é finalista de prêmio internacional
Participe da escolha dos vencedores do BOBs 2012!
O blog Internet na Educação faz parte dos melhores blogs em português ( na primeira fase do The BOBs, o blog foi selecionado para figurar entre os 11 finalistas na categoria “Melhor Blog em Português” por um júri internacional), veja a lista.
Blog da UFSCar é finalista de prêmio internacional
Participe da escolha dos vencedores do BOBs 2012!
segunda-feira, 9 de abril de 2012
@ Eletricidade Solar
O Instituto IDEAL lançou oficialmente em 03 de abril uma cartilha educativa sobre Eletricidade Solar. O objetivo é difundir o uso da energia fotovoltaica junto a instituições, escolas, meios públicos e empresariais e empresas de energia elétrica. A Cartilha será enviada para as instituições interessadas e poderá ser reimpressa e distribuída pelas próprias instituições aos seus públicos, bastando apenas entrar em contato com o Ideal.
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
@ Veduca
Portal Veduca: Harvard, Stanford, MIT, Columbia e Yale em vídeo-aulas gratuitas
Acervo digital é gratuito e reúne mais de 4.700 aulas, com uma parte do material legendado em português.
Acervo digital é gratuito e reúne mais de 4.700 aulas, com uma parte do material legendado em português.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
@ Mais Educação
Programa Mais Educação - Concurso Escola, Roteiro e Cinema
A Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI), em parceria com a Secretaria de Educação Básica e a TV Escola, do Ministério da Educação, convida os estudantes dos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano) das escolas públicas que fazem parte do Programa Mais Educação para participar do Concurso "Escola, Roteiro e Cinema".
O Concurso consiste na elaboração de roteiros e posterior produção em formato de curtas metragens, visando a estimular a produção escrita dos jovens, fomentando seu desenvolvimento pleno por meio da expressão do pensamento, das idéias e dos sentimentos, e aproximá-los das indústrias criativas, neste caso o cinema e a televisão. Acesse o Regulamento, clique aqui.
Data Limite > Até 15 de abril de 2012.
Elegibilidade > Estudantes dos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano) das escolas públicas que fazem parte do Programa Mais Educação.
Contatos:
Tel: (61)3321 9955
Email: roteiros@oei.org.br
A Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI), em parceria com a Secretaria de Educação Básica e a TV Escola, do Ministério da Educação, convida os estudantes dos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano) das escolas públicas que fazem parte do Programa Mais Educação para participar do Concurso "Escola, Roteiro e Cinema".
O Concurso consiste na elaboração de roteiros e posterior produção em formato de curtas metragens, visando a estimular a produção escrita dos jovens, fomentando seu desenvolvimento pleno por meio da expressão do pensamento, das idéias e dos sentimentos, e aproximá-los das indústrias criativas, neste caso o cinema e a televisão. Acesse o Regulamento, clique aqui.
Data Limite > Até 15 de abril de 2012.
Elegibilidade > Estudantes dos anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano) das escolas públicas que fazem parte do Programa Mais Educação.
Contatos:
Tel: (61)3321 9955
Email: roteiros@oei.org.br
@ Leitura II
3ª Edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil
Realizada pelo Instituto Pró-Livro com apoio da ABRELIVROS, CBL e SNEL a terceira edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, foi lançada em Brasília, no dia 29 de março de 2012.
Clique aqui para fazer o download dos resultados da 3ª Edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil.
Comportamento do leitor e hábitos de leitura: comparativo de resultados em alguns países da América Latina - Realizado pelo Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e o Caribe - CERLALC/UNESCO
Realizada pelo Instituto Pró-Livro com apoio da ABRELIVROS, CBL e SNEL a terceira edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, foi lançada em Brasília, no dia 29 de março de 2012.
Clique aqui para fazer o download dos resultados da 3ª Edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil.
Comportamento do leitor e hábitos de leitura: comparativo de resultados em alguns países da América Latina - Realizado pelo Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e o Caribe - CERLALC/UNESCO
sábado, 31 de março de 2012
@ Laptops
Laptops na sala de aula. E agora?
Entrevista Maria Elizabeth de Almeida fala sobre tecnologia na sala de aula
Indicadores de um currículo flexível no uso de computadores portáteis
O impacto inicial do Laptop Educacional no olhar de professores da Rede Pública de Ensino
Introdução do Laptop Educacional em sala de aula: indícios de mudanças na organização e gestão da aula
Uso do computador portátil na escola: perspectivas de mudanças na prática pedagógica
Fonte:
Revista Nova Escola - Índice da edição 251 - Abril 2012
Entrevista Maria Elizabeth de Almeida fala sobre tecnologia na sala de aula
Indicadores de um currículo flexível no uso de computadores portáteis
O impacto inicial do Laptop Educacional no olhar de professores da Rede Pública de Ensino
Introdução do Laptop Educacional em sala de aula: indícios de mudanças na organização e gestão da aula
Uso do computador portátil na escola: perspectivas de mudanças na prática pedagógica
Fonte:
Revista Nova Escola - Índice da edição 251 - Abril 2012
@ Ecoalfabetização
Fritjof Capra defende que as escolas incorporem os valores de sustentabilidade nos currículos.
“Só a ecoalfabetização pode salvar o planeta”
Enquanto o Brasil se prepara para receber a Rio + 20 e ainda engatinha na intenção de fazer da sustentabilidade uma preocupação coletiva, o pesquisador austríaco Fritjof Capra, que trata do assunto há décadas, alerta: sem uma alfabetização ecológica, o planeta está perdido.
confira
Hoje, o físico austríaco radicado nos Estados Unidos e autor de vários livros dirige o Centro de Ecoalfabetização em Berkeley, uma entidade que ajuda escolas a incluírem sustentabilidade transversalmente no currículo, com tarefas participativas e multidisciplinares. Capra defende que a ecologia não pode ser compreendida nem abordada separadamente de outras áreas do conhecimento, por isso suas contribuições acadêmicas começam em física, química e biologia e chegam a campos tão diversos quanto administração e sociologia.
Algumas das propostas de atividades escolares pelo centro de Capra a escolas serão publicadas no livro “Smart by Nature”, com edição em língua portuguesa prevista, mas ainda sem data definida. As experiências do livro, de acordo com o especialista, podem ajudar escolas brasileiras a tratarem do assunto.
“O Brasil não pode copiar o que estamos fazendo na Califórnia porque o sistema escolar, a cultura e o clima são diferentes. Mas os professores podem se inspirar e fazer do seu próprio jeito”, afirma.
“Só a ecoalfabetização pode salvar o planeta”
Enquanto o Brasil se prepara para receber a Rio + 20 e ainda engatinha na intenção de fazer da sustentabilidade uma preocupação coletiva, o pesquisador austríaco Fritjof Capra, que trata do assunto há décadas, alerta: sem uma alfabetização ecológica, o planeta está perdido.
confira
Hoje, o físico austríaco radicado nos Estados Unidos e autor de vários livros dirige o Centro de Ecoalfabetização em Berkeley, uma entidade que ajuda escolas a incluírem sustentabilidade transversalmente no currículo, com tarefas participativas e multidisciplinares. Capra defende que a ecologia não pode ser compreendida nem abordada separadamente de outras áreas do conhecimento, por isso suas contribuições acadêmicas começam em física, química e biologia e chegam a campos tão diversos quanto administração e sociologia.
Algumas das propostas de atividades escolares pelo centro de Capra a escolas serão publicadas no livro “Smart by Nature”, com edição em língua portuguesa prevista, mas ainda sem data definida. As experiências do livro, de acordo com o especialista, podem ajudar escolas brasileiras a tratarem do assunto.
“O Brasil não pode copiar o que estamos fazendo na Califórnia porque o sistema escolar, a cultura e o clima são diferentes. Mas os professores podem se inspirar e fazer do seu próprio jeito”, afirma.
@ Leitura em Campo
Oficina de Contação de Histórias
Material de Apoio: download
Mais material de apoio, clique aqui.
Conheça os livros, clique aqui.
Acesse o projeto "Leitura em Campo"
O projeto é realizado pela Fundação Educar DPaschoal e Monsanto com o objetivo de reconhecer o educador que tem potencial- de maneira criativa e inovadora- de influenciar a vida dos alunos por meio da contação de histórias.
mais informações, clique aqui.
Material de Apoio: download
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Conheça os livros, clique aqui.
Acesse o projeto "Leitura em Campo"
O projeto é realizado pela Fundação Educar DPaschoal e Monsanto com o objetivo de reconhecer o educador que tem potencial- de maneira criativa e inovadora- de influenciar a vida dos alunos por meio da contação de histórias.
mais informações, clique aqui.
sexta-feira, 30 de março de 2012
@ Planeta sob pressão
Comunidade científica faz recomendações para a RIO+20
Agência FAPESP – O funcionamento do sistema terrestre que viabilizou a civilização nos últimos séculos está ameaçado e o resultado disso poderá ser uma emergência humanitária de escala global, com a intensificação das crises sociais, econômicas e ambientais. As ações amplas e urgentes necessárias para reverter esse cenário só serão viáveis com o estabelecimento de um novo pacto entre a ciência e a sociedade, com maior conectividade entre as lideranças de todos os setores.
Essa é a principal conclusão da Declaração sobre o estado do planeta, divulgada nesta quinta-feira (29/03) depois de intensos debates envolvendo cientistas especializados em temas socioambientais, durante a reunião Planet Under Pressure, realizada em Londres (Inglaterra) entre 26 e 29 de março.
confira
Agência FAPESP – O funcionamento do sistema terrestre que viabilizou a civilização nos últimos séculos está ameaçado e o resultado disso poderá ser uma emergência humanitária de escala global, com a intensificação das crises sociais, econômicas e ambientais. As ações amplas e urgentes necessárias para reverter esse cenário só serão viáveis com o estabelecimento de um novo pacto entre a ciência e a sociedade, com maior conectividade entre as lideranças de todos os setores.
Essa é a principal conclusão da Declaração sobre o estado do planeta, divulgada nesta quinta-feira (29/03) depois de intensos debates envolvendo cientistas especializados em temas socioambientais, durante a reunião Planet Under Pressure, realizada em Londres (Inglaterra) entre 26 e 29 de março.
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quinta-feira, 29 de março de 2012
@ Desafio
Museu Exploratório da Unicamp lança 6º Grande Desafio
Agência FAPESP – O Museu Exploratório de Ciências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) lançará o 6º Grande Desafio, com a temática de assoreamento e poluição das águas, no dia 16 de junho.
Estudantes do Ensino Fundamental (a partir do 6º ano), Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA) de todo o país poderão apresentar suas soluções até o dia 10 de junho. As equipes deverão ter de dois a seis integrantes.
Em meio às atividades da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a RIO+20, a equipe do Museu desafia os estudantes a projetar, construir e operar um equipamento capaz de auxiliar no desassoreamento e na despoluição de um lago.
O Grande Desafio tem o objetivo de estimular que professores e estudantes se aproximem de assuntos da sala de aula de uma maneira pouco convencional, ampla e interdisciplinar. O Desafio de 2012 traz duas novidades: o “Mapa Colaborativo da Qualidade das Águas” e o “Vídeo Desafio”.
confira
Agência FAPESP – O Museu Exploratório de Ciências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) lançará o 6º Grande Desafio, com a temática de assoreamento e poluição das águas, no dia 16 de junho.
Estudantes do Ensino Fundamental (a partir do 6º ano), Médio e Educação de Jovens e Adultos (EJA) de todo o país poderão apresentar suas soluções até o dia 10 de junho. As equipes deverão ter de dois a seis integrantes.
Em meio às atividades da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a RIO+20, a equipe do Museu desafia os estudantes a projetar, construir e operar um equipamento capaz de auxiliar no desassoreamento e na despoluição de um lago.
O Grande Desafio tem o objetivo de estimular que professores e estudantes se aproximem de assuntos da sala de aula de uma maneira pouco convencional, ampla e interdisciplinar. O Desafio de 2012 traz duas novidades: o “Mapa Colaborativo da Qualidade das Águas” e o “Vídeo Desafio”.
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quarta-feira, 28 de março de 2012
@ Bolsas de estudo
Bolsas de estudo em Londres para professores da rede pública
Professores de língua inglesa da rede pública podem se candidatar a bolsas para curso em Londres, Inglaterra. Até 20 de abril, estão abertas as inscrições para o programa Ensino de Inglês como Língua Estrangeira (Teaching of English as a Foreign Language), que vai selecionar professores da educação básica para aperfeiçoamento em didática da língua. Entre os pré-requisitos, os candidatos precisam ter nacionalidade brasileira (e não ter nacionalidade inglesa); ter licenciatura em língua inglesa; comprovar vínculo com a rede pública de educação básica; ter proficiência em inglês e residir no Brasil durante a seleção; não receber simultaneamente bolsa ou benefício financeiro de outras entidades brasileiras e/ou inglesas para o mesmo objetivo e estar no efetivo exercício da docência em língua inglesa ou em metodologia, didática ou prática da língua quando participar do processo seletivo. Até 30 professores serão capacitados no Instituto de Educação da Universidade de Londres. O auxílio capacitação inclui recursos para custeio de despesas com hospedagem, alimentação e deslocamento interno na etapa internacional do programa, no valor de £ 910; seguro saúde, no valor de £ 50,00/mês; auxílio deslocamento; e pagamento de taxas escolares. Em setembro, será lançado novo edital para seleção de mais 30 docentes. A divulgação do resultado está prevista para o final de abril.
Edital aqui
Professores de língua inglesa da rede pública podem se candidatar a bolsas para curso em Londres, Inglaterra. Até 20 de abril, estão abertas as inscrições para o programa Ensino de Inglês como Língua Estrangeira (Teaching of English as a Foreign Language), que vai selecionar professores da educação básica para aperfeiçoamento em didática da língua. Entre os pré-requisitos, os candidatos precisam ter nacionalidade brasileira (e não ter nacionalidade inglesa); ter licenciatura em língua inglesa; comprovar vínculo com a rede pública de educação básica; ter proficiência em inglês e residir no Brasil durante a seleção; não receber simultaneamente bolsa ou benefício financeiro de outras entidades brasileiras e/ou inglesas para o mesmo objetivo e estar no efetivo exercício da docência em língua inglesa ou em metodologia, didática ou prática da língua quando participar do processo seletivo. Até 30 professores serão capacitados no Instituto de Educação da Universidade de Londres. O auxílio capacitação inclui recursos para custeio de despesas com hospedagem, alimentação e deslocamento interno na etapa internacional do programa, no valor de £ 910; seguro saúde, no valor de £ 50,00/mês; auxílio deslocamento; e pagamento de taxas escolares. Em setembro, será lançado novo edital para seleção de mais 30 docentes. A divulgação do resultado está prevista para o final de abril.
Edital aqui
sábado, 24 de março de 2012
@ Aprender a Estudar
Aprender a Estudar
(Hino da Escola da Ponte)
Estudar não é só ler nos livros que há nas escolas,
É também aprender a ser livre e sem ideias tolas.
Ler um livro é muito importante e, às vezes urgente,
Mas os livros não são o bastante para a gente ser gente.
É preciso aprender a escrever, mas também a crescer, mas também a sonhar.
É preciso aprender a viver, aprender a estudar.
Estar na Escola da Ponte é estudar,
Estar contente consigo é estudar,
Aprender com os outros, aprender contigo,
E ter um amigo também é estudar.
Estudar também é repartir, também é saber dar
O que a gente souber dividir, para multiplicar.
Estudar é escrever um ditado, sem ninguém nos ditar.
E, se um erro nos for apontado, é sabê-lo emendar.
É preciso, em vez de um tinteiro, ter uma cabeça que saiba pensar,
Pois, na escola da vida, primeiro, está saber estudar.
Adaptado de um poema de José Carlos Ary dos Santos e de uma melodia de Fernando Tordo.
Veja também Educar é Tudo
(Hino da Escola da Ponte)
Estudar não é só ler nos livros que há nas escolas,
É também aprender a ser livre e sem ideias tolas.
Ler um livro é muito importante e, às vezes urgente,
Mas os livros não são o bastante para a gente ser gente.
É preciso aprender a escrever, mas também a crescer, mas também a sonhar.
É preciso aprender a viver, aprender a estudar.
Estar na Escola da Ponte é estudar,
Estar contente consigo é estudar,
Aprender com os outros, aprender contigo,
E ter um amigo também é estudar.
Estudar também é repartir, também é saber dar
O que a gente souber dividir, para multiplicar.
Estudar é escrever um ditado, sem ninguém nos ditar.
E, se um erro nos for apontado, é sabê-lo emendar.
É preciso, em vez de um tinteiro, ter uma cabeça que saiba pensar,
Pois, na escola da vida, primeiro, está saber estudar.
Adaptado de um poema de José Carlos Ary dos Santos e de uma melodia de Fernando Tordo.
Veja também Educar é Tudo
@ Outono
CANÇÃO DE OUTONO
Cecília Meireles
Perdoa-me, folha seca,
não posso cuidar de ti.
Vim para amar neste mundo,
e até do amor me perdi.
De que serviu tecer flores
pelas areias do chão,
se havia gente dormindo
sobre o própro coração?
E não pude levantá-la!
Choro pelo que não fiz.
E pela minha fraqueza
é que sou triste e infeliz.
Perdoa-me, folha seca!
Meus olhos sem força estão
velando e rogando áqueles
que não se levantarão...
Tu és a folha de outono
voante pelo jardim.
Deixo-te a minha saudade
- a melhor parte de mim.
Certa de que tudo é vão.
Que tudo é menos que o vento,
menos que as folhas do chão...
Cecília Meireles
Perdoa-me, folha seca,
não posso cuidar de ti.
Vim para amar neste mundo,
e até do amor me perdi.
De que serviu tecer flores
pelas areias do chão,
se havia gente dormindo
sobre o própro coração?
E não pude levantá-la!
Choro pelo que não fiz.
E pela minha fraqueza
é que sou triste e infeliz.
Perdoa-me, folha seca!
Meus olhos sem força estão
velando e rogando áqueles
que não se levantarão...
Tu és a folha de outono
voante pelo jardim.
Deixo-te a minha saudade
- a melhor parte de mim.
Certa de que tudo é vão.
Que tudo é menos que o vento,
menos que as folhas do chão...
sexta-feira, 23 de março de 2012
@ Presente na Escola
Governador lança programa para manter alunos no ambiente escolar
Minas Presente na Escola terá atividades culturais e esportivas no contraturno das aulas na rede estadual
confira
Minas Presente na Escola terá atividades culturais e esportivas no contraturno das aulas na rede estadual
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quarta-feira, 21 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
@ Caminhos
Caminhos estreia no SescTV
"É uma série sobre nossa vontade de crescer", conta a diretora Heloísa Passos sobre o programa, que retrata os percursos e obstáculos enfrentados por pessoas comuns em busca de conhecimento.
Como sintonizar, clique aqui.
confira
Ir à escola, apesar de tudo
domingo, 18 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
@ Feira do Livro
A Edufu, Editora da Universidade Federal de Uberlândia, com apoio da Proex - Pró-reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis - e do Programa de Pós-Graduação em Letras - Mestrado em Teoria Literária, realiza de 19 a 23 de março de 2012 a segunda edição da Feira Universitária do Livro, que tem como objetivos: a popularização do evento, para que se torne tradição em nossa cidade; reunir diversas editoras e oferecer descontos de até 50% como atrativo; realizar lançamentos de livros, palestras e debates com os autores; aumentar o intercâmbio cultural; e, principalmente, incentivar a leitura.
confira a programação
@ Sistema escolar

Livro de educadora norte-americana é traduzido para o português
Batizado de Vida e Morte do Grande Sistema Escolar Americano - Como os testes padronizados e o modelo de mercado ameaçam a educação, título foi traduzido pela editora Sulina
Líder do movimento para a criação de um currículo nacional nos Estados Unidos, Diane Ravitch foi secretária-adjunta de Educação e, curiosamente, uma das grandes defensoras do modelo corporativista de educação e de políticas que disseminam os testes padronizados e a bonificação por desempenho. Após perceber que tais medidas não estavam produzindo os resultados esperados, Ravitch reavaliou sua posição e publicou um livro que abalou o meio educacional norte-americano, traduzido agora para o português pela Editora Sulina (leia o sumário).
Vida e morte do grande sistema escolar americano - Como os testes padronizados e o modelo de mercado ameaçam a educação (The death and life of the great american school system - How testing and choice are undermining education, nome em inglês) é uma crítica às idéias mais populares de hoje para a reestruturação das escolas, como a privatização do ensino, os testes padronizados, a responsabilização punitiva e a multiplicação de escolas autônomas. Usando exemplos de grandes cidades como Nova York, Philadelphia, Chicago, Denver e San Diego, a educadora analisa por que o modelo empresarial não é o caminho apropriado de melhorar as escolas.
fonte
domingo, 11 de março de 2012
@ Mundo Digital
Coleção na Internet propõe incorporar tecnologias ao currículo escolar
Produzida pelo Cenpec, a Coleção Ensinar e Aprender no Mundo Digital traz propostas didáticas para incorporar tecnologias ao currículo escolar com uma abordagem interdisciplinar. Os fascículos são licenciados e podem ser copiados ou lidos como e-books.
Coleção “Os Pensadores”: baixe livros de 20 autores
Publicada originalmente na década de 70, a coleção Os Pensadores reúne as obras mais influentes do pensamento ocidental, totalizando 53 números. Referência literária na área de filosofia no Brasil foi a partir dela que diversos títulos foram traduzidos no país.
Para facilitar a vida dos estudantes e dos apaixonados por filosofia, o blog Filosofia Ocupada disponibilizou o link de volumes em PDF de 20 autores.
Produzida pelo Cenpec, a Coleção Ensinar e Aprender no Mundo Digital traz propostas didáticas para incorporar tecnologias ao currículo escolar com uma abordagem interdisciplinar. Os fascículos são licenciados e podem ser copiados ou lidos como e-books.
Coleção “Os Pensadores”: baixe livros de 20 autores
Publicada originalmente na década de 70, a coleção Os Pensadores reúne as obras mais influentes do pensamento ocidental, totalizando 53 números. Referência literária na área de filosofia no Brasil foi a partir dela que diversos títulos foram traduzidos no país.
Para facilitar a vida dos estudantes e dos apaixonados por filosofia, o blog Filosofia Ocupada disponibilizou o link de volumes em PDF de 20 autores.
quinta-feira, 8 de março de 2012
domingo, 4 de março de 2012
@ Discriminação
Relatório ressalta discriminação de gênero na educação
A Campanha Mundial pela Educação (CME) apresentou ao Comitê sobre a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres (Cedaw) o relatório inédito A Discriminação de Gênero na Educação: Violação dos direitos das mulheres e meninas. Baseado em dados, estudos de casos e em uma pesquisa mundial sobre a discriminação de gênero nas escolas, o documento mostra os desafios para se alcançar a igualdade entre homens e mulher no acesso à educação.
Um dos principais objetivos deste relatório é mostrar ao Cedaw a necessidade urgente de chamar atenção para a falta de oportunidades iguais para meninos e meninas quando o assunto é acesso ao ensino e conseguir superar este problema.
confira
Várias informações do relatório sobre discriminação de gênero na educação foram coletadas pela CME por meio de uma pesquisa que já entrevistou 509 estudantes e 250 professores/as. Ainda é possível responder até maio. Para acessar o questionário, clique aqui.
Para acessar o relatório (em inglês), clique aqui.
A Campanha Mundial pela Educação (CME) apresentou ao Comitê sobre a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres (Cedaw) o relatório inédito A Discriminação de Gênero na Educação: Violação dos direitos das mulheres e meninas. Baseado em dados, estudos de casos e em uma pesquisa mundial sobre a discriminação de gênero nas escolas, o documento mostra os desafios para se alcançar a igualdade entre homens e mulher no acesso à educação.
Um dos principais objetivos deste relatório é mostrar ao Cedaw a necessidade urgente de chamar atenção para a falta de oportunidades iguais para meninos e meninas quando o assunto é acesso ao ensino e conseguir superar este problema.
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Várias informações do relatório sobre discriminação de gênero na educação foram coletadas pela CME por meio de uma pesquisa que já entrevistou 509 estudantes e 250 professores/as. Ainda é possível responder até maio. Para acessar o questionário, clique aqui.
Para acessar o relatório (em inglês), clique aqui.
quinta-feira, 1 de março de 2012
@ Cuidado infantil
População acha que cuidado infantil deve ser uma corresponsabilidade do Estado e da família
Pesquisa de opinião realizada em parceria do Instituto Patrícia Galvão e da Ipsos revela também que a sociedade brasileira considera que a creche é igualmente importante para mães e crianças
42% consideram que o cuidado das crianças deve ser uma responsabilidade do Estado
47% acham que se trata de responsabilidade da mãe/família
31% apontam o número de vagas como o fator mais importante em relação às creches
26% entendem que a criança deve frequentar obrigatoriamente uma instituição de ensino antes dos 4 anos
Fonte: Pesquisa Creches - Ipsos / Instituto Patrícia Galvão, 2012.
confira
Acesse os slides da apresentação completa em pdf
Família e Estado devem ser responsáveis por cuidar de crianças enquanto pais trabalham, diz pesquisa
Pesquisa de opinião realizada em parceria do Instituto Patrícia Galvão e da Ipsos revela também que a sociedade brasileira considera que a creche é igualmente importante para mães e crianças
42% consideram que o cuidado das crianças deve ser uma responsabilidade do Estado
47% acham que se trata de responsabilidade da mãe/família
31% apontam o número de vagas como o fator mais importante em relação às creches
26% entendem que a criança deve frequentar obrigatoriamente uma instituição de ensino antes dos 4 anos
Fonte: Pesquisa Creches - Ipsos / Instituto Patrícia Galvão, 2012.
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Acesse os slides da apresentação completa em pdf
Família e Estado devem ser responsáveis por cuidar de crianças enquanto pais trabalham, diz pesquisa
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
@ Não terminou!
2011: um ano que não terminou para a educação
Por Paulo Castro (*)
O ano de 2011 chegou ao fim e deixou um sentimento de frustração para todos os que veem na educação o caminho inevitável para a construção de um Brasil socialmente justo e democrático. A votação do Projeto de Lei nº 8.035/2010, o nosso Plano Nacional da Educação (PNE) ( PNE pra Valer! ), foi mais uma vez postergada, deixando em aberto temas decisivos que não podem mais aguardar. Estamos em atraso em relação ao documento legal que define as metas para a educação brasileira até 2020.
(*) Economista, é diretor-presidente do Instituto C&A
confira
Por Paulo Castro (*)
O ano de 2011 chegou ao fim e deixou um sentimento de frustração para todos os que veem na educação o caminho inevitável para a construção de um Brasil socialmente justo e democrático. A votação do Projeto de Lei nº 8.035/2010, o nosso Plano Nacional da Educação (PNE) ( PNE pra Valer! ), foi mais uma vez postergada, deixando em aberto temas decisivos que não podem mais aguardar. Estamos em atraso em relação ao documento legal que define as metas para a educação brasileira até 2020.
(*) Economista, é diretor-presidente do Instituto C&A
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@ Educação profissional
As Razões da Educação Profissional: Olhar da Demanda
A pesquisa avalia os vários percalços existentes desde a decisão de fazer, ou não, cursos de educação profissional até a sua aceitação, ou não, no mercado de trabalho, passando pela possibilidade de desistência do curso no meio. O estudo lança luz sobre as razões da educação profissional do ponto de vista de pessoas e empresas envolvidas. O que explica a baixa adesão nestes cursos? Falta de oferta (curso, vaga, etc) ou falta de demanda (interesse, renda, etc) nos cursos? Ou ainda naqueles que entraram no curso, quantos não concluíram e por que abandonaram? E para os concluintes dos cursos, quantos trabalham efetivamente na área dos cursos. Quais são as causas do binômio sucesso/insucesso associadas ao casamento entre cursos e trabalho?
A resposta a estas perguntas relativas aos determinantes da demanda por educação profissional permite direcionar o desenho de políticas públicas e ações privadas na área como a oferta de bolsas de estudo profissionalizantes ao estilo Pro Uni, ligações com o programa Bolsa Família, ou em iniciativas locais de governos estaduais e municipais.
confira
Falta de interesse
Merval Pereira - Merval Pereira
O Globo - 25/02/2012
Antes de um Gosplan de educação profissional - política de economia planejada da antiga União Soviética - , é preciso ouvir a demanda do trabalho e do capital. É assim que o economista Marcelo Neri, do Centro de Pesquisas Sociais da Fundação Getulio Vargas, no Rio, define os resultados de uma pesquisa baseada no processamento e análise do suplemento especial da Pnad feita para o Senai, sobre as razões da falta de demanda por cursos profissionalizantes. Ao mesmo tempo em que a pesquisa revela a busca crescente pelos cursos profissionalizantes na Classe C emergente, mostra também números impressionantes: nada menos que 83% das razões apresentadas pelos pesquisados sem educação profissional se referem à falta de demanda, e não de oferta. Isto é, os cursos oferecidos não encontram correspondência no mercado nem no interesse dos alunos, e uma coisa tem a ver com a outra. Em particular, 69% daqueles sem educação profissional apontam falta de interesse nos cursos oferecidos, e não falta de cursos. A perda de interesse, por sinal, também é a razão apresentada por 55% dos que abandonaram no meio tais cursos. A falta de interesse das empresas em contratar, por sua vez, explica 31% da não recolocação no mercado dos egressos destes cursos. Segundo o economista Marcelo Neri, a falta de interesse reflete a inadequação dos cursos às necessidades das pessoas. No caso da educação profissional, o que preocupa, aponta Neri, é que a falta de interesse também é a principal razão (40,7% do total) para a população de 15 a 17 anos que deveria estar no ensino médio regular não frequentá-lo.
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A pesquisa avalia os vários percalços existentes desde a decisão de fazer, ou não, cursos de educação profissional até a sua aceitação, ou não, no mercado de trabalho, passando pela possibilidade de desistência do curso no meio. O estudo lança luz sobre as razões da educação profissional do ponto de vista de pessoas e empresas envolvidas. O que explica a baixa adesão nestes cursos? Falta de oferta (curso, vaga, etc) ou falta de demanda (interesse, renda, etc) nos cursos? Ou ainda naqueles que entraram no curso, quantos não concluíram e por que abandonaram? E para os concluintes dos cursos, quantos trabalham efetivamente na área dos cursos. Quais são as causas do binômio sucesso/insucesso associadas ao casamento entre cursos e trabalho?
A resposta a estas perguntas relativas aos determinantes da demanda por educação profissional permite direcionar o desenho de políticas públicas e ações privadas na área como a oferta de bolsas de estudo profissionalizantes ao estilo Pro Uni, ligações com o programa Bolsa Família, ou em iniciativas locais de governos estaduais e municipais.
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Falta de interesse
Merval Pereira - Merval Pereira
O Globo - 25/02/2012
Antes de um Gosplan de educação profissional - política de economia planejada da antiga União Soviética - , é preciso ouvir a demanda do trabalho e do capital. É assim que o economista Marcelo Neri, do Centro de Pesquisas Sociais da Fundação Getulio Vargas, no Rio, define os resultados de uma pesquisa baseada no processamento e análise do suplemento especial da Pnad feita para o Senai, sobre as razões da falta de demanda por cursos profissionalizantes. Ao mesmo tempo em que a pesquisa revela a busca crescente pelos cursos profissionalizantes na Classe C emergente, mostra também números impressionantes: nada menos que 83% das razões apresentadas pelos pesquisados sem educação profissional se referem à falta de demanda, e não de oferta. Isto é, os cursos oferecidos não encontram correspondência no mercado nem no interesse dos alunos, e uma coisa tem a ver com a outra. Em particular, 69% daqueles sem educação profissional apontam falta de interesse nos cursos oferecidos, e não falta de cursos. A perda de interesse, por sinal, também é a razão apresentada por 55% dos que abandonaram no meio tais cursos. A falta de interesse das empresas em contratar, por sua vez, explica 31% da não recolocação no mercado dos egressos destes cursos. Segundo o economista Marcelo Neri, a falta de interesse reflete a inadequação dos cursos às necessidades das pessoas. No caso da educação profissional, o que preocupa, aponta Neri, é que a falta de interesse também é a principal razão (40,7% do total) para a população de 15 a 17 anos que deveria estar no ensino médio regular não frequentá-lo.
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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
@ Anos de estudo
Trabalhador com mais de 11 anos de estudo já é maioria
Em dez anos, proporção saltou de 44,7% para 60,7% entre os empregados
Em 2002, a população ocupada com 11 anos ou mais de estudo representava 44,7% do total. Esse percentual saltou para 60,7% em 2011. De acordo com a 14ª edição do boletim “Economia Brasileira em Perspectiva” (pág. 42), publicado pelo Ministério da Fazenda neste mês, esse aumento explica o incremento da produtividade brasileira, o que aumenta os salários e a lucratividade dos negócios.
De acordo com o último Censo da Educação Básica (2010), o número de vagas no ensino profissionalizante saltou de 565 mil, em 2002, para as atuais 924 mil. E, se forem consideradas as matrículas do ensino médio integrado, são 1,1 milhão de matrículas - 74,9% mais do que em 2002.
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Em dez anos, proporção saltou de 44,7% para 60,7% entre os empregados
Em 2002, a população ocupada com 11 anos ou mais de estudo representava 44,7% do total. Esse percentual saltou para 60,7% em 2011. De acordo com a 14ª edição do boletim “Economia Brasileira em Perspectiva” (pág. 42), publicado pelo Ministério da Fazenda neste mês, esse aumento explica o incremento da produtividade brasileira, o que aumenta os salários e a lucratividade dos negócios.
De acordo com o último Censo da Educação Básica (2010), o número de vagas no ensino profissionalizante saltou de 565 mil, em 2002, para as atuais 924 mil. E, se forem consideradas as matrículas do ensino médio integrado, são 1,1 milhão de matrículas - 74,9% mais do que em 2002.
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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
@ Felicidade
Como ser feliz na escola
O fortalecimento do vínculo de crianças e adolescentes com a escola é fundamental devido às possibilidades de intervenção e benefícios que um ambiente escolar seguro, acolhedor, afetivo e estimulante pode proporcionar
Como ser feliz na escola? Esta é uma pergunta de fácil resposta. Qualquer um de nós pode imaginar e descrever uma escola feliz. Ela nos levará, invariavelmente, a um contexto ecológico com pessoas saudáveis, que são bem-recebidas e valorizadas, participam de atividades interessantes e planejadas em um ambiente acolhedor, produtivo e bem-cuidado. A escola feliz é um lugar para onde sempre queremos ir, onde queremos estar, onde nos sentimos bem, aprendemos, encontramos amigos e com quem podemos contar. Construir e garantir um contexto desse tipo tem sido uma busca incessante de profissionais, famílias, adolescentes e crianças. Portanto, o interesse em promover a felicidade e a resiliência de pessoas no contexto escolar vem crescendo.
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O fortalecimento do vínculo de crianças e adolescentes com a escola é fundamental devido às possibilidades de intervenção e benefícios que um ambiente escolar seguro, acolhedor, afetivo e estimulante pode proporcionar
Como ser feliz na escola? Esta é uma pergunta de fácil resposta. Qualquer um de nós pode imaginar e descrever uma escola feliz. Ela nos levará, invariavelmente, a um contexto ecológico com pessoas saudáveis, que são bem-recebidas e valorizadas, participam de atividades interessantes e planejadas em um ambiente acolhedor, produtivo e bem-cuidado. A escola feliz é um lugar para onde sempre queremos ir, onde queremos estar, onde nos sentimos bem, aprendemos, encontramos amigos e com quem podemos contar. Construir e garantir um contexto desse tipo tem sido uma busca incessante de profissionais, famílias, adolescentes e crianças. Portanto, o interesse em promover a felicidade e a resiliência de pessoas no contexto escolar vem crescendo.
confira
@ Desaceleração
Desacelerar é preciso
Entrevista com CARL HONORÉ
Após graduar-se em História Moderna e Italiano na Universidade de Edimburgo, o escocês Carl Honoré passou algum tempo trabalhando com crianças de rua no Brasil, junto à Secretaria de Educação de Pacoti (CE). Essa experiência levou-o a trabalhar como jornalista cobrindo a América Latina e a Europa para periódicos como The Economist, The Observer, The Guardian, Miami Herald, Houston Chronicle, Time e o jornal canadense National Post. Seu livro Devagar: como um movimento mundial está desafiando o culto da velocidade tornou-se best-seller mundial ao defender a desaceleração do ritmo da vida atual. Seu segundo livro foi publicado no Brasil com o título Sob pressão: criança nenhuma merece superpais.
Vivendo atualmente em Londres, com a esposa e os dois filhos, Carl Honoré está finalizando seu terceiro livro, que examina como podemos resolver problemas em todas as áreas, de política e negócios a relacionamentos e saúde, sem cair em soluções superficiais. Ele concedeu esta entrevista à Pátio Ensino Médio por e-mail.
Entrevista com CARL HONORÉ
Após graduar-se em História Moderna e Italiano na Universidade de Edimburgo, o escocês Carl Honoré passou algum tempo trabalhando com crianças de rua no Brasil, junto à Secretaria de Educação de Pacoti (CE). Essa experiência levou-o a trabalhar como jornalista cobrindo a América Latina e a Europa para periódicos como The Economist, The Observer, The Guardian, Miami Herald, Houston Chronicle, Time e o jornal canadense National Post. Seu livro Devagar: como um movimento mundial está desafiando o culto da velocidade tornou-se best-seller mundial ao defender a desaceleração do ritmo da vida atual. Seu segundo livro foi publicado no Brasil com o título Sob pressão: criança nenhuma merece superpais.
Vivendo atualmente em Londres, com a esposa e os dois filhos, Carl Honoré está finalizando seu terceiro livro, que examina como podemos resolver problemas em todas as áreas, de política e negócios a relacionamentos e saúde, sem cair em soluções superficiais. Ele concedeu esta entrevista à Pátio Ensino Médio por e-mail.
@ Mitos
Os mitos em confronto com a realidade
Entrevista com Guiomar Namo de Mello
A educação é um terreno propício para que se perpetuem muitas convicções equivocadas. A fim de combater esse mal, é preciso desenvolver pesquisas e divulgar os resultados. “Destruir mitos é sempre uma tarefa antipática”, afirma Guiomar Namo de Mello, que atualmente presta serviços de consultoria para a educação pública e privada pela Escola Brasileira de Professores (Ebrap), em São Paulo. “Ao longo do debate, as mentiras caem por terra e sobram as verdades que, de fato, são importantes para a educação avançar”. Guiomar fez carreira como pesquisadora de educação na Fundação Carlos Chagas e docente na PUC-SP. Também foi secretária de educação da capital paulista (1982-1985), deputada estadual, especialista em educação no Banco Mundial (BIRD) e no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington, membro do Conselho Nacional de Educação (CNE) e diretora-executiva da Fundação Victor Civita. Durante sua gestão como secretária municipal de São Paulo, foi pioneira em implementar inovações na organização curricular, na carreira do magistério e na democratização da gestão escolar. Iniciativas inovadoras como essas, empreendidas no começo dos anos 1980, contribuíram para a reforma educacional iniciada nos anos 1990. Ao longo de sua jornada, deparou-se com mitos e verdades na educação. Nesta entrevista, ela fala sobre tais aspectos no cenário educacional brasileiro.
Entrevista com Guiomar Namo de Mello
A educação é um terreno propício para que se perpetuem muitas convicções equivocadas. A fim de combater esse mal, é preciso desenvolver pesquisas e divulgar os resultados. “Destruir mitos é sempre uma tarefa antipática”, afirma Guiomar Namo de Mello, que atualmente presta serviços de consultoria para a educação pública e privada pela Escola Brasileira de Professores (Ebrap), em São Paulo. “Ao longo do debate, as mentiras caem por terra e sobram as verdades que, de fato, são importantes para a educação avançar”. Guiomar fez carreira como pesquisadora de educação na Fundação Carlos Chagas e docente na PUC-SP. Também foi secretária de educação da capital paulista (1982-1985), deputada estadual, especialista em educação no Banco Mundial (BIRD) e no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington, membro do Conselho Nacional de Educação (CNE) e diretora-executiva da Fundação Victor Civita. Durante sua gestão como secretária municipal de São Paulo, foi pioneira em implementar inovações na organização curricular, na carreira do magistério e na democratização da gestão escolar. Iniciativas inovadoras como essas, empreendidas no começo dos anos 1980, contribuíram para a reforma educacional iniciada nos anos 1990. Ao longo de sua jornada, deparou-se com mitos e verdades na educação. Nesta entrevista, ela fala sobre tais aspectos no cenário educacional brasileiro.
@ Ortografia
Novas regras, acentos antigos
Diário Oficial usa duas formas de ortografia e mantém até o trema
Uma leitura do Diário Oficial da União, onde são publicados atos oficiais do governo, revela que os órgãos públicos ainda se confundem com a nova ortografia. Numa pesquisa feita entre o fim de janeiro e o início de fevereiro, o GLOBO verificou várias palavras escritas com a grafia antiga.
confira
Diário Oficial usa duas formas de ortografia e mantém até o trema
Uma leitura do Diário Oficial da União, onde são publicados atos oficiais do governo, revela que os órgãos públicos ainda se confundem com a nova ortografia. Numa pesquisa feita entre o fim de janeiro e o início de fevereiro, o GLOBO verificou várias palavras escritas com a grafia antiga.
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@ Alfabetização
Alfabetização na idade certa
Se o ministro Aloizio Mercadante tivesse filho em idade escolar e o matriculasse em escola particular, saberia que a idade certa para alfabetizar é 6 anos. Por que o MEC propõe que isso ocorra aos 8 anos na escola pública? Dois Brasis? Ministros não precisam ser especialistas e os recém-chegados ao posto têm direito a período de aprendizagem.
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Ciência da leitura e alfabetização infantil: um enfoque metalinguístico
Aprendizagem Infantil: uma abordagem da neurociência, economia e psicologia cognitiva
Se o ministro Aloizio Mercadante tivesse filho em idade escolar e o matriculasse em escola particular, saberia que a idade certa para alfabetizar é 6 anos. Por que o MEC propõe que isso ocorra aos 8 anos na escola pública? Dois Brasis? Ministros não precisam ser especialistas e os recém-chegados ao posto têm direito a período de aprendizagem.
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Ciência da leitura e alfabetização infantil: um enfoque metalinguístico
Aprendizagem Infantil: uma abordagem da neurociência, economia e psicologia cognitiva
sábado, 18 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
¡De Panzazo!
La educación pública en México: crisis actual
Un documental mete el fracaso educativo en la campaña electoral mexicana
¡De Panzazo!
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
@ Ovelha Negra
Ovelha Negra
Levava uma vida sossegada
Gostava de sombra e água fresca
Meu Deus quanto tempo eu passei sem saber?
Foi quando meu pai me disse : “-Filha
ocê é a ovelha negra da família
Agora é hora de você assumir e sumir!”
Baby, Baby
Não adianta chamar
Quando alguém está perdido
Procurando se encontrar
Baby, baby
Não vale a pena esperar
Tire isso da cabeça
Ponha o resto no lugar
Ovelha negra da família
Não vai mais voltar
Vai sumir!
@ Livre e gratuito
Secretaria de Educação paulistana disponibiliza material para download
Em decreto oficial, a Prefeitura de São Paulo determinou a liberação para download livre e gratuito todos os materiais didáticos produzidos pela Secretaria Municipal de Educação.
Desde junho do ano passado todo o material didático produzido pela Secretaria já estava sob licenças Creative Commons, um projeto mundial que libera o uso de conteúdo sem a necessidade de autorização. Segundo informações da própria prefeitura, o decreto é uma forma de garantir que todo o material produzido futuramente também fique disponível na internet. Isto beneficia redes de ensino de outros município e estados, além de toda a população que terá acesso livre.
confira
Programa de orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem
Publicações SME - Diversas
Em decreto oficial, a Prefeitura de São Paulo determinou a liberação para download livre e gratuito todos os materiais didáticos produzidos pela Secretaria Municipal de Educação.
Desde junho do ano passado todo o material didático produzido pela Secretaria já estava sob licenças Creative Commons, um projeto mundial que libera o uso de conteúdo sem a necessidade de autorização. Segundo informações da própria prefeitura, o decreto é uma forma de garantir que todo o material produzido futuramente também fique disponível na internet. Isto beneficia redes de ensino de outros município e estados, além de toda a população que terá acesso livre.
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Programa de orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem
Publicações SME - Diversas
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
@ Aurora 2012
Aurora 2012 from Christian Mülhauser on Vimeo.
* Trees, Stars, Aurora!
Explanation: Have you ever seen an aurora? Auroras are occurring again with increasing frequency. With the Sun being unusually dormant over the past four years, the amount of Sun-induced auroras has been unusually low. More recently, however, our Sun has become increasingly active and exhibiting a greater abundance of sunspots, flares, and coronal mass ejections. Solar activity like this typically expels charged particles into the Solar System, some of which may trigger Earthly auroras. Two weeks ago, beyond trees and before stars, a solar storm precipitated the above timelapse displays of picturesque auroras above Ravnastua, Skoganvarre and Lakselv, Norway. Curtains of auroral light, typically green, flow, shimmer and dance as energetic particles fall toward the Earth and excite air molecules high up in the Earth's atmosphere. With solar maximum still in the future, there may be even better opportunities to see spectacular auroras personally over the next few years.
fonte
@ Progresso [!?]
'Temos que rever o que consideramos progresso'
Enquanto a evolução da crise mundial polariza o debate em torno de uma solução - entre os que defendem que os governos aumentem seus gastos para estimular o crescimento e os que sustentam que somente a adoção de planos de austeridade será capaz de acalmar os mercados -, o economista André Lara Resende analisa a questão sobre um novo ângulo. Um dos pais do Plano Real, ele diz que existe uma nova restrição: o fato de que atingimos os limites do planeta e, por isso, não podemos mais contar com a expansão da economia como um antídoto contra a crise.
[...] Para a teoria econômica, crescimento e bem-estar sempre estiveram associados. Enquanto o nível de consumo é muito baixo, a correlação entre os dois é muito alta. Faz então sentido usar crescimento do produto, uma medida relativamente fácil de ser observada, como indicador de bem-estar. Sabe-se hoje, que a partir do momento em que as necessidades básicas estão superadas, o aumento da renda e da disponibilidade de bens materiais tem muito pouca correlação com o bem estar. Muito mais do que ao aumento do consumo material, o bem-estar passa então a estar associado à coesão social, à qualidade da vida comunitária e a uma menor desigualdade. Pode-se, com certeza, ter aumento de bem estar sem crescimento do consumo material. Para isso, é preciso romper com o equívoco mais agressivamente promovido na modernidade: o de que para ser feliz é preciso consumir, ainda que coisas cada vez mais desnecessárias. [...]
A entrevista foi publicada pelo jornal O Globo, 05-02-2012.
Eis a entrevista.
Enquanto a evolução da crise mundial polariza o debate em torno de uma solução - entre os que defendem que os governos aumentem seus gastos para estimular o crescimento e os que sustentam que somente a adoção de planos de austeridade será capaz de acalmar os mercados -, o economista André Lara Resende analisa a questão sobre um novo ângulo. Um dos pais do Plano Real, ele diz que existe uma nova restrição: o fato de que atingimos os limites do planeta e, por isso, não podemos mais contar com a expansão da economia como um antídoto contra a crise.
[...] Para a teoria econômica, crescimento e bem-estar sempre estiveram associados. Enquanto o nível de consumo é muito baixo, a correlação entre os dois é muito alta. Faz então sentido usar crescimento do produto, uma medida relativamente fácil de ser observada, como indicador de bem-estar. Sabe-se hoje, que a partir do momento em que as necessidades básicas estão superadas, o aumento da renda e da disponibilidade de bens materiais tem muito pouca correlação com o bem estar. Muito mais do que ao aumento do consumo material, o bem-estar passa então a estar associado à coesão social, à qualidade da vida comunitária e a uma menor desigualdade. Pode-se, com certeza, ter aumento de bem estar sem crescimento do consumo material. Para isso, é preciso romper com o equívoco mais agressivamente promovido na modernidade: o de que para ser feliz é preciso consumir, ainda que coisas cada vez mais desnecessárias. [...]
A entrevista foi publicada pelo jornal O Globo, 05-02-2012.
Eis a entrevista.
@ Tablets
Uso do tablet pode revolucionar a educação
A Campus Party completou seu segundo dia abrindo as portas ao grande público e dando início às palestras, que chamaram a atenção dos sete mil "campuseiros" no Anhembi. O palestrante mais esperado do dia foi Sugata Mitra, professor e pesquisador no Massachusetts Institute of Technology (MIT), curioso das relações entre tecnologia e educação. No espaço aberto, um campeonato de games com direito a arquibancada e narração simultânea foi o destaque.
Mitra leciona tecnologia educacional na Universidade de Newcastle, além de coordenar pesquisas sobre o tema no MIT. Ele desenvolve há 15 anos experimentos que colocam computadores nas mãos de crianças que não têm acesso à escola. Sua conclusão é a de que os computadores e a internet podem promover um novo método de ensino, principalmente em países pobres como a Índia, onde nasceu. "Onde não há professores nem escola, deem a eles um bom computador e uma conexão banda larga", é o seu lema.
"A educação que temos hoje foi elaborada há 300 anos. Temos exigências e requisitos no mercado de trabalho que não batem com o que está sendo ensinado. Não sugiro que acabemos com toda a educação, precisamos redefinir o currículo e torná-lo interessante", disse.
O pesquisador criticou métodos de avaliação tradicionais e elogiou o incentivo à produção de tablets. "Provas medem memorização. Houve um tempo em que era importante ter boa memória, porque o cérebro era o único dispositivo para armazenar informações. Hoje, temos pen drives. Mas a compreensão do que está gravado no pen drive não é medida pelo sistema."
A reportagem é de Murilo Roncolato e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 08-02-2012.
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A Campus Party completou seu segundo dia abrindo as portas ao grande público e dando início às palestras, que chamaram a atenção dos sete mil "campuseiros" no Anhembi. O palestrante mais esperado do dia foi Sugata Mitra, professor e pesquisador no Massachusetts Institute of Technology (MIT), curioso das relações entre tecnologia e educação. No espaço aberto, um campeonato de games com direito a arquibancada e narração simultânea foi o destaque.
Mitra leciona tecnologia educacional na Universidade de Newcastle, além de coordenar pesquisas sobre o tema no MIT. Ele desenvolve há 15 anos experimentos que colocam computadores nas mãos de crianças que não têm acesso à escola. Sua conclusão é a de que os computadores e a internet podem promover um novo método de ensino, principalmente em países pobres como a Índia, onde nasceu. "Onde não há professores nem escola, deem a eles um bom computador e uma conexão banda larga", é o seu lema.
"A educação que temos hoje foi elaborada há 300 anos. Temos exigências e requisitos no mercado de trabalho que não batem com o que está sendo ensinado. Não sugiro que acabemos com toda a educação, precisamos redefinir o currículo e torná-lo interessante", disse.
O pesquisador criticou métodos de avaliação tradicionais e elogiou o incentivo à produção de tablets. "Provas medem memorização. Houve um tempo em que era importante ter boa memória, porque o cérebro era o único dispositivo para armazenar informações. Hoje, temos pen drives. Mas a compreensão do que está gravado no pen drive não é medida pelo sistema."
A reportagem é de Murilo Roncolato e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 08-02-2012.
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
@ Consocial
Uberlândia também vai receber a Conferência apesar de não ser de iniciativa da Prefeitura. Convocada pela sociedade civil ela acontecerá em:
Data: 10 de Fevereiro de 2012 - Abertura Oficial da Conferência
Horário: 19:00 Hs
Local: Auditorio Bloco 3Q da Universidade Federal de Uberlândia - UFU
Endereço: Avenida João Naves de Avila,2061
Bairro Santa Mônica
Uberlândia - MG
Data: 11 de Fevereiro de 2012 - Grupo de Trabalho dos Eixos
Horário: 8:00 as 18:00 Hs
Local: Auditorio Bloco 3Q da Universidade Federal de Uberlândia - UFU
Endereço: Avenida João Naves de Avila,2061
Bairro Santa Mônica
Uberlândia - MG
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