Hot-air balloon festivals

Hot-air balloon festivals

domingo, 26 de fevereiro de 2012

@ Educação profissional

As Razões da Educação Profissional: Olhar da Demanda

A pesquisa avalia os vários percalços existentes desde a decisão de fazer, ou não, cursos de educação profissional até a sua aceitação, ou não, no mercado de trabalho, passando pela possibilidade de desistência do curso no meio. O estudo lança luz sobre as razões da educação profissional do ponto de vista de pessoas e empresas envolvidas. O que explica a baixa adesão nestes cursos? Falta de oferta (curso, vaga, etc) ou falta de demanda (interesse, renda, etc) nos cursos? Ou ainda naqueles que entraram no curso, quantos não concluíram e por que abandonaram? E para os concluintes dos cursos, quantos trabalham efetivamente na área dos cursos. Quais são as causas do binômio sucesso/insucesso associadas ao casamento entre cursos e trabalho?

A resposta a estas perguntas relativas aos determinantes da demanda por educação profissional permite direcionar o desenho de políticas públicas e ações privadas na área como a oferta de bolsas de estudo profissionalizantes ao estilo Pro Uni, ligações com o programa Bolsa Família, ou em iniciativas locais de governos estaduais e municipais.

confira


Falta de interesse

Merval Pereira - Merval Pereira
O Globo - 25/02/2012


Antes de um Gosplan de educação profissional - política de economia planejada da antiga União Soviética - , é preciso ouvir a demanda do trabalho e do capital. É assim que o economista Marcelo Neri, do Centro de Pesquisas Sociais da Fundação Getulio Vargas, no Rio, define os resultados de uma pesquisa baseada no processamento e análise do suplemento especial da Pnad feita para o Senai, sobre as razões da falta de demanda por cursos profissionalizantes. Ao mesmo tempo em que a pesquisa revela a busca crescente pelos cursos profissionalizantes na Classe C emergente, mostra também números impressionantes: nada menos que 83% das razões apresentadas pelos pesquisados sem educação profissional se referem à falta de demanda, e não de oferta. Isto é, os cursos oferecidos não encontram correspondência no mercado nem no interesse dos alunos, e uma coisa tem a ver com a outra. Em particular, 69% daqueles sem educação profissional apontam falta de interesse nos cursos oferecidos, e não falta de cursos. A perda de interesse, por sinal, também é a razão apresentada por 55% dos que abandonaram no meio tais cursos. A falta de interesse das empresas em contratar, por sua vez, explica 31% da não recolocação no mercado dos egressos destes cursos. Segundo o economista Marcelo Neri, a falta de interesse reflete a inadequação dos cursos às necessidades das pessoas. No caso da educação profissional, o que preocupa, aponta Neri, é que a falta de interesse também é a principal razão (40,7% do total) para a população de 15 a 17 anos que deveria estar no ensino médio regular não frequentá-lo.

confira

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

@ Anos de estudo

Trabalhador com mais de 11 anos de estudo já é maioria

Em dez anos, proporção saltou de 44,7% para 60,7% entre os empregados

Em 2002, a população ocupada com 11 anos ou mais de estudo representava 44,7% do total. Esse percentual saltou para 60,7% em 2011. De acordo com a 14ª edição do boletim “Economia Brasileira em Perspectiva” (pág. 42), publicado pelo Ministério da Fazenda neste mês, esse aumento explica o incremento da produtividade brasileira, o que aumenta os salários e a lucratividade dos negócios.

De acordo com o último Censo da Educação Básica (2010), o número de vagas no ensino profissionalizante saltou de 565 mil, em 2002, para as atuais 924 mil. E, se forem consideradas as matrículas do ensino médio integrado, são 1,1 milhão de matrículas - 74,9% mais do que em 2002.

confira

@ Antibullying



mais

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

@ Felicidade

Como ser feliz na escola

O fortalecimento do vínculo de crianças e adolescentes com a escola é fundamental devido às possibilidades de intervenção e benefícios que um ambiente escolar seguro, acolhedor, afetivo e estimulante pode proporcionar

Como ser feliz na escola? Esta é uma pergunta de fácil resposta. Qualquer um de nós pode imaginar e descrever uma escola feliz. Ela nos levará, invariavelmente, a um contexto ecológico com pessoas saudáveis, que são bem-recebidas e valorizadas, participam de atividades interessantes e planejadas em um ambiente acolhedor, produtivo e bem-cuidado. A escola feliz é um lugar para onde sempre queremos ir, onde queremos estar, onde nos sentimos bem, aprendemos, encontramos amigos e com quem podemos contar. Construir e garantir um contexto desse tipo tem sido uma busca incessante de profissionais, famílias, adolescentes e crianças. Portanto, o interesse em promover a felicidade e a resiliência de pessoas no contexto escolar vem crescendo.

confira

@ Desaceleração

Desacelerar é preciso

Entrevista com CARL HONORÉ

Após graduar-se em História Moderna e Italiano na Universidade de Edimburgo, o escocês Carl Honoré passou algum tempo trabalhando com crianças de rua no Brasil, junto à Secretaria de Educação de Pacoti (CE). Essa experiência levou-o a trabalhar como jornalista cobrindo a América Latina e a Europa para periódicos como The Economist, The Observer, The Guardian, Miami Herald, Houston Chronicle, Time e o jornal canadense National Post. Seu livro Devagar: como um movimento mundial está desafiando o culto da velocidade tornou-se best-seller mundial ao defender a desaceleração do ritmo da vida atual. Seu segundo livro foi publicado no Brasil com o título Sob pressão: criança nenhuma merece superpais.

Vivendo atualmente em Londres, com a esposa e os dois filhos, Carl Honoré está finalizando seu terceiro livro, que examina como podemos resolver problemas em todas as áreas, de política e negócios a relacionamentos e saúde, sem cair em soluções superficiais. Ele concedeu esta entrevista à Pátio Ensino Médio por e-mail.

@ Mitos

Os mitos em confronto com a realidade

Entrevista com Guiomar Namo de Mello

A educação é um terreno propício para que se perpetuem muitas convicções equivocadas. A fim de combater esse mal, é preciso desenvolver pesquisas e divulgar os resultados. “Destruir mitos é sempre uma tarefa antipática”, afirma Guiomar Namo de Mello, que atualmente presta serviços de consultoria para a educação pública e privada pela Escola Brasileira de Professores (Ebrap), em São Paulo. “Ao longo do debate, as mentiras caem por terra e sobram as verdades que, de fato, são importantes para a educação avançar”. Guiomar fez carreira como pesquisadora de educação na Fundação Carlos Chagas e docente na PUC-SP. Também foi secretária de educação da capital paulista (1982-1985), deputada estadual, especialista em educação no Banco Mundial (BIRD) e no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington, membro do Conselho Nacional de Educação (CNE) e diretora-executiva da Fundação Victor Civita. Durante sua gestão como secretária municipal de São Paulo, foi pioneira em implementar inovações na organização curricular, na carreira do magistério e na democratização da gestão escolar. Iniciativas inovadoras como essas, empreendidas no começo dos anos 1980, contribuíram para a reforma educacional iniciada nos anos 1990. Ao longo de sua jornada, deparou-se com mitos e verdades na educação. Nesta entrevista, ela fala sobre tais aspectos no cenário educacional brasileiro.

@ Ortografia

Novas regras, acentos antigos

Diário Oficial usa duas formas de ortografia e mantém até o trema

Uma leitura do Diário Oficial da União, onde são publicados atos oficiais do governo, revela que os órgãos públicos ainda se confundem com a nova ortografia. Numa pesquisa feita entre o fim de janeiro e o início de fevereiro, o GLOBO verificou várias palavras escritas com a grafia antiga.

confira

@ Alfabetização

Alfabetização na idade certa

Se o ministro Aloizio Mercadante tivesse filho em idade escolar e o matriculasse em escola particular, saberia que a idade certa para alfabetizar é 6 anos. Por que o MEC propõe que isso ocorra aos 8 anos na escola pública? Dois Brasis? Ministros não precisam ser especialistas e os recém-chegados ao posto têm direito a período de aprendizagem.

confira

Ciência da leitura e alfabetização infantil: um enfoque metalinguístico

Aprendizagem Infantil: uma abordagem da neurociência, economia e psicologia cognitiva

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

@ Ovelha Negra



Ovelha Negra

Levava uma vida sossegada
Gostava de sombra e água fresca
Meu Deus quanto tempo eu passei sem saber?
Foi quando meu pai me disse : “-Filha
ocê é a ovelha negra da família
Agora é hora de você assumir e sumir!”

Baby, Baby
Não adianta chamar
Quando alguém está perdido
Procurando se encontrar

Baby, baby
Não vale a pena esperar
Tire isso da cabeça
Ponha o resto no lugar
Ovelha negra da família
Não vai mais voltar
Vai sumir!

@ Meu mundo e nada mais

@ Whitney Houston



mais

@ Livre e gratuito

Secretaria de Educação paulistana disponibiliza material para download

Em decreto oficial, a Prefeitura de São Paulo determinou a liberação para download livre e gratuito todos os materiais didáticos produzidos pela Secretaria Municipal de Educação.

Desde junho do ano passado todo o material didático produzido pela Secretaria já estava sob licenças Creative Commons, um projeto mundial que libera o uso de conteúdo sem a necessidade de autorização. Segundo informações da própria prefeitura, o decreto é uma forma de garantir que todo o material produzido futuramente também fique disponível na internet. Isto beneficia redes de ensino de outros município e estados, além de toda a população que terá acesso livre.

confira

Programa de orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem

Publicações SME - Diversas

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

@ Servidão

@ Aurora 2012

Aurora 2012 from Christian Mülhauser on Vimeo.



* Trees, Stars, Aurora!

Explanation: Have you ever seen an aurora? Auroras are occurring again with increasing frequency. With the Sun being unusually dormant over the past four years, the amount of Sun-induced auroras has been unusually low. More recently, however, our Sun has become increasingly active and exhibiting a greater abundance of sunspots, flares, and coronal mass ejections. Solar activity like this typically expels charged particles into the Solar System, some of which may trigger Earthly auroras. Two weeks ago, beyond trees and before stars, a solar storm precipitated the above timelapse displays of picturesque auroras above Ravnastua, Skoganvarre and Lakselv, Norway. Curtains of auroral light, typically green, flow, shimmer and dance as energetic particles fall toward the Earth and excite air molecules high up in the Earth's atmosphere. With solar maximum still in the future, there may be even better opportunities to see spectacular auroras personally over the next few years.

fonte

@ Progresso [!?]

'Temos que rever o que consideramos progresso'

Enquanto a evolução da crise mundial polariza o debate em torno de uma solução - entre os que defendem que os governos aumentem seus gastos para estimular o crescimento e os que sustentam que somente a adoção de planos de austeridade será capaz de acalmar os mercados -, o economista André Lara Resende analisa a questão sobre um novo ângulo. Um dos pais do Plano Real, ele diz que existe uma nova restrição: o fato de que atingimos os limites do planeta e, por isso, não podemos mais contar com a expansão da economia como um antídoto contra a crise.

[...] Para a teoria econômica, crescimento e bem-estar sempre estiveram associados. Enquanto o nível de consumo é muito baixo, a correlação entre os dois é muito alta. Faz então sentido usar crescimento do produto, uma medida relativamente fácil de ser observada, como indicador de bem-estar. Sabe-se hoje, que a partir do momento em que as necessidades básicas estão superadas, o aumento da renda e da disponibilidade de bens materiais tem muito pouca correlação com o bem estar. Muito mais do que ao aumento do consumo material, o bem-estar passa então a estar associado à coesão social, à qualidade da vida comunitária e a uma menor desigualdade. Pode-se, com certeza, ter aumento de bem estar sem crescimento do consumo material. Para isso, é preciso romper com o equívoco mais agressivamente promovido na modernidade: o de que para ser feliz é preciso consumir, ainda que coisas cada vez mais desnecessárias. [...]

A entrevista foi publicada pelo jornal O Globo, 05-02-2012.

Eis a entrevista.

@ Tablets

Uso do tablet pode revolucionar a educação

A Campus Party completou seu segundo dia abrindo as portas ao grande público e dando início às palestras, que chamaram a atenção dos sete mil "campuseiros" no Anhembi. O palestrante mais esperado do dia foi Sugata Mitra, professor e pesquisador no Massachusetts Institute of Technology (MIT), curioso das relações entre tecnologia e educação. No espaço aberto, um campeonato de games com direito a arquibancada e narração simultânea foi o destaque.

Mitra leciona tecnologia educacional na Universidade de Newcastle, além de coordenar pesquisas sobre o tema no MIT. Ele desenvolve há 15 anos experimentos que colocam computadores nas mãos de crianças que não têm acesso à escola. Sua conclusão é a de que os computadores e a internet podem promover um novo método de ensino, principalmente em países pobres como a Índia, onde nasceu. "Onde não há professores nem escola, deem a eles um bom computador e uma conexão banda larga", é o seu lema.

"A educação que temos hoje foi elaborada há 300 anos. Temos exigências e requisitos no mercado de trabalho que não batem com o que está sendo ensinado. Não sugiro que acabemos com toda a educação, precisamos redefinir o currículo e torná-lo interessante", disse.

O pesquisador criticou métodos de avaliação tradicionais e elogiou o incentivo à produção de tablets. "Provas medem memorização. Houve um tempo em que era importante ter boa memória, porque o cérebro era o único dispositivo para armazenar informações. Hoje, temos pen drives. Mas a compreensão do que está gravado no pen drive não é medida pelo sistema."

A reportagem é de Murilo Roncolato e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 08-02-2012.

confira

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

@ Consocial



Uberlândia também vai receber a Conferência apesar de não ser de iniciativa da Prefeitura. Convocada pela sociedade civil ela acontecerá em:

Data: 10 de Fevereiro de 2012 - Abertura Oficial da Conferência
Horário: 19:00 Hs
Local: Auditorio Bloco 3Q da Universidade Federal de Uberlândia - UFU
Endereço: Avenida João Naves de Avila,2061
Bairro Santa Mônica
Uberlândia - MG

Data: 11 de Fevereiro de 2012 - Grupo de Trabalho dos Eixos
Horário: 8:00 as 18:00 Hs
Local: Auditorio Bloco 3Q da Universidade Federal de Uberlândia - UFU
Endereço: Avenida João Naves de Avila,2061
Bairro Santa Mônica
Uberlândia - MG

Participe, preencha o formulário clicando aqui.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

@ Livro impresso

Impresso ainda é melhor meio de estimular a leitura

As histórias em quadrinhos foram o ponto de partida para que a produtora musical Magali Romboli transformasse a filha em uma leitora assídua. Nada de tablets, computadores e outros estímulos eletrônicos – Melissa Romboli Andriole, 9 anos, ainda prefere passar horas folhando as páginas de um livro. “É muito mais legal do que brinquedo”, garante. Mãe e filha não são exceção: na hora de introduzir as crianças ao mundo da leitura, muitos pais abrem mão da tecnologia e continuam recorrendo ao tradicional impresso, medida apoiada por especialistas.

[...]

Segundo o professor do Centro de Sociologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Marcello Barra, o livro impresso continua decisivo na formação de crianças e jovens. “Por ter muito mais estímulos, a mídia eletrônica dispersa quem está começando a ler. O saber e a profundidade são maiores no livro convencional”, afirma. Barra explica que as possibilidades abertas pelo tablet podem estimular a criança a buscar novos conteúdos, em vez de se ater àquilo que está lendo. “O resultado é um conhecimento superficial. Os eletrônicos são uma raiz muito longa, mas não muito profunda. Eles são complementares. Nessa fase, incentivar a leitura por meio do impresso é o melhor meio de desenvolver a concentração”, enfatiza.

confira

@ Ensino Médio

Definidas as diretrizes curriculares para o Ensino Médio

Ministério da Educação

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
SECRETARIA EXECUTIVA
CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

RESOLUÇÃO Nº 2, DE 30 DE JANEIRO DE 2012

Define Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.


Ministério da Educação

GABINETE DO MINISTRO
DESPACHO DO MINISTRO

Em 23 de janeiro de 2012

Nos termos do art. 2o da Lei no 9.131, de 24 de novembro de 1995, o Ministro de Estado da Educação, HOMOLOGA o Parecer no 5/2011, da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, pela aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, na forma deste Parecer e do Projeto de Resolução em anexo, do qual é parte integrante, conforme consta do Processo no 23001.000189/2009-72.
confira


Parecer CNE/CEB nº 5/2011, aprovado em 5 de maio de 2011
Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio.

MEC não aprovou 20% da carga horária nesse modelo para turma noturna


Em Minas Gerais

Secretaria de Estado de Educação

RESOLUÇÃO SEE Nº 2.030, DE 25 DE JANEIRO DE 2012.

Dispõe sobre a implantação do Projeto Reinventando o Ensino Médio que institui e regulamenta a organização curricular a ser gradativamente implantada nos cursos de ensino médio regular da rede estadual de ensino de Minas Gerais.

Art. 1º Fica instituída, a partir de 2012, a organização curricular do Projeto Reinventando o Ensino Médio na rede estadual de ensino.

§ 1º A presente organização curricular será implantada, inicialmente, nas 11 escolas de ensino médio da Regional Norte de Belo Horizonte relacionadas no ANEXO I desta Resolução.

§ 2º A organização curricular será implantada, gradativamente, iniciando-se com os alunos matriculados no 1º ano.

§ 3º Os alunos do segundo ano e terceiro ano devem seguir a organização curricular constante da Resolução 2.017/2011, para fins de terminalidade.

§ 4º A implantação do Projeto Reinventando o Ensino Médio nas demais escolas da rede estadual será progressiva, respeitados os critérios a serem estabelecidos pela Secretaria.

@ Tecnologias

Uso de tecnologia em escolas depende menos de plataforma e mais de conteúdo disponível

Brasília – Depois de prefeituras e governos estaduais receberem ou adquirirem cerca de 574 mil laptops por meio do Programa Um Computador por Aluno (UCA), o Ministério da Educação (MEC) acena com a possibilidade de inserir os tablets nas salas de aulas das escolas públicas brasileiras. Especialistas concordam que o sucesso do uso das tecnologias em educação não depende apenas da plataforma utilizada, mas sim da forma como a escola irá inserir essas ferramentas no aprendizado e também dos conteúdos digitais disponíveis.

A diretora da Fundação Pensamento Digital, Marta Voeclker, aponta que a escola pode “mudar de paradigma” a partir da tecnologia. Ela ressalta que o uso das máquinas – seja um computador, laptop ou tablet – pode transformar a lógica do aprendizado. Alunos deixam de ser meros “recebedores” de conteúdo e podem evoluir para autores. “A tecnologia nos ajuda a sair de uma educação por instrução e memorização para uma educação de construção e colaboração. Uma tecnologia que a criança use a imagem, escreva e formalize ali seu entendimento. Se tenta mudar a escola há 100 anos e a tecnologia vem ajudar nisso”, explica.

confira

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

@ Khan Academy

Extraordinárias aulas de graça

Alunos, pais e professores brasileiros já podem acessar gratuitamente aulas de matemática e ciências que são um sucesso nos Estados Unidos e se espalham pelo planeta. Basta clicar aqui.

O idealizador desse projeto é Salman Khan, um daqueles gênios em ciências que preferiu jogar fora sua carreira bem-sucedida no mercado financeiro para ajudar a educar as crianças, tornando atrativas as intricadas ( e chatas) aulas de matemática.

Hoje a Khan Academy é a maior sala de aula do mundo, com 3 milhões de alunos aprendendo ciências nas mais diversas línguas, inclusive em português. As aulas têm sido usadas tanto numa vila rural da Índia como nos bairros abastados dos Estados Unidos e da Inglaterra.

Elogiado por Bill Gates, site estimula uso da internet no ensino

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

@ Tecnologias educacionais

Prorrogado prazo para tecnologias educacionais

O Ministério da Educação prorrogou para 24 de fevereiro o prazo para inscrição de tecnologias educacionais que abordam a educação integral e integrada da escola com seu território. O prazo anterior encerrou-se dia 20 deste mês. Pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, podem apresentar propostas. O edital, publicado no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 25, seção 3, páginas 26 e 27, traz a prorrogação e o novo calendário.

confira

@ Ensino Médio

Vetada aula a distância no nível médio

Autor(es): agência O Globo: Demétrio Weber
O Globo - 26/01/2012

MEC não aprovou 20% da carga horária nesse modelo para turma noturna

confira


* DOU (24/01/12)

@ Ministério da Educação

GABINETE DO MINISTRO
DESPACHO DO MINISTRO

Em 23 de janeiro de 2012

Nos termos do art. 2o da Lei no 9.131, de 24 de novembro de
1995, o Ministro de Estado da Educação, HOMOLOGA o Parecer nº
5/2011
, da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de
Educação, pela aprovação das Diretrizes Curriculares Nacionais para
o Ensino Médio, na forma deste Parecer e do Projeto de Resolução
em anexo, do qual é parte integrante, conforme consta do Processo no
23001.000189/2009-72.

fonte

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

@ Manuel Castells

Castells debate os dilemas da internet

No início de janeiro, o sociólogo Manuel Castells concedeu ao programa Europa Abierta, da rádio e TV pública espanhola, uma entrevista de enorme importância para o debate destes temas. Conhecido por obras que estabeleceram novos conceitos (como a trilogia “A Era da Informação”) e, mais recentemente, por sua aposta na possibilidade de manter a internet como espaço de uma “cultura de liberdade”, Castells sustentou quatro pontos de vista essenciais:

confira

Áudio completo, em castelhano, pode ser escutado aqui.

@ Saúde vocal

SAÚDE E COM­POR­TAMEN­TO VOCAL DO PROFESSOR

clique aqui para download da cartilha.

fonte > Programa de Saúde Vocal do Professor - Governo de Minas Gerais

domingo, 15 de janeiro de 2012

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

@ Curiosity III

Nave que leva robô Curiosity até Marte realiza manobra com sucesso

Operação alinhou a trajetória da missão para o seu pouso em 5 de agosto.
Curiosity é o veículo mais avançado já projetado para explorar outro planeta.


A nave espacial que transporta o jipe robô Curiosity em direção a Marte realizou com sucesso nesta quarta-feira (11) a maior manobra planejada para a sua jornada rumo ao planeta vermelho, informou a agência espacial americana, a Nasa.

confira

@ Curiosity II

@ Curiosity

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

@ Discriminação

Consulta quer saber como tem sido tratada a discriminação de gênero nas escolas

Os resultados serão apresentados em audiência no Comitê sobre a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres (CEDAW) da ONU, em fevereiro de 2012

Como são percebidas as relações de gênero nos contextos educativos? Que entendimentos têm as pessoas sobre a discriminação de gênero? De que maneira se expressam os estereótipos relacionados aos gêneros nesses contextos? Estas são algumas questões chave para uma consulta a estudantes e docentes que a Campanha Mundial pela Educação (CME) realiza em escolas nos cinco continentes, cujos resultados serão apresentados em audiência no Comitê sobre a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres (CEDAW) da ONU em fevereiro de 2012.

Para participar, basta preencher os formulários disponíveis nesta página da Campaign For Education.

confira

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

@ Hard and fast



Vinnie Jones shows how hard and fast Hands-only CPR to Stayin' Alive by the Bee Gees can help save the life of someone who has had a cardiac arrest. The Hollywood hardman is starring in a British Heart Foundation TV advert urging more people to carry out CPR in a medical emergency.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

@ Cursos técnicos

Matrícula em cursos técnicos sobe para 18% do total no ensino médio

Autor(es): Por Luciano Máximo | De São Paulo
Valor Econômico - 09/01/2012


A procura pela educação profissional cresceu mais de 50% no Brasil nos últimos cinco anos. Entre 2005 e 2010, a fatia das matrículas em cursos técnicos sobre o total verificado no ensino médio regular passou de 8,2% para 13,6%, atingindo 1,140 milhão de alunos no ano passado. Em 2011, o peso das matrículas pode ter ficado entre 15% e 18%, informou ao Valor Eliezer Pacheco, titular da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec-MEC). A confirmação virá com a conclusão da apuração do Censo Escolar da Educação Básica de 2011.

confira

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

@ Currículo

Currículo, a Constituição da educação

Autor(es): João Batista Araújo Oliveira
O Estado de S. Paulo - 02/01/2012


O Ministério da Educação (MEC) anunciou, com atraso considerável, que vai apresentar sua proposta de currículo. A Constituição de 1988 promoveu avanços notáveis em várias áreas, apesar de inúmeras disfunções criadas. Mas faltou uma visão de futuro mais clara e pragmática. Resta assegurar que, da mesma forma, a iniciativa atual não aumente ainda mais o nosso atraso.

A última decisão nessa área resultou nos desastrados "parâmetros curriculares nacionais". A maioria das iniciativas do MEC que envolvem questões de mérito tem sido sistematicamente cativa de mecanismos e critérios corporativistas e de duvidosos consensos forjados em espúrios mecanismos de mobilização. Tradicionais aliados do ministério, inclusive internamente, têm aversão à ideia de currículo e mais ainda de um currículo nacional. Documentos desse tipo, produzidos por alguns Estados e municípios em anos recentes, continuam vítimas do pedagogismo. Isso é o melhor que temos.

confira

Currículo único à vista nas escolas do país

@ Os pilares

A escola real não concretizou os direitos de aprender, conhecer e fazer, entre outros ideais

"O que resta para a escola ensinar?", perguntou a minha amiga Ely. E logo me vieram à mente os quatro pilares do relatório da Unesco. Terá a escola ensinado aquilo que Jacques Dellors, há muitos anos, recomendava? Os jovens terão aprendido a conhecer, a fazer, a ser e a conviver? Vejamos.

Aprender a conhecer é algo arredio do universo escolar. Quanto muito, os jovens são depositários de informação jamais transformada em conhecimento, quase inutilidades, que apenas servem para debitar em provas e alcançar um diploma. Talvez seja essa a razão por que somente 15% dos titulares de diploma de direito conseguem aprovação no exame da Ordem dos Advogados.

E estamos conversados quanto ao aprender a fazer, a ser e a conviver: atentemos na manutenção de um ensino livresco, ao desprezo pelo desenvolvimento pessoal e social, consideremos o bullying e os assassinatos de professores.

No último reduto da transmissão de informação, os professores arriscam-se a ser uma espécie em vias de extinção. A carreira dos professores "conteudistas" está por um fio. A Ely contou-me que "professor Google" lhe ensina quase tudo. Nos seus 60 anos, como qualquer professor que se preze, a aposentada Ely continua a aprender. Achou um site em inglês com uma animação interativa do efeito do sal nas moléculas de água. E pôde experimentar como era a reação da água ao sal nas temperaturas que colocava no site. Entendeu uma das complexas propriedades coligativas da química. E o "professor Google" traduziu o texto, com perfeição, do inglês para o português.

confira

Educação: um tesouro a descobrir - Relatório para a Unesco.

Unesco: Os quatro pilares da “educação pós-moderna”

Jacques Delors

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

@ De zero a dez

Reportagem da Carta Capital destaca problemas e conquistas da escola pública

Leia matéria publicada na edição nº 675 da revista Carta Capital sobre os indicadores da educação brasileira nas duas últimas décadas. A publicação ouviu especialistas como a presidente do conselho de administração do Cenpec, Maria Alice Setubal.

@ Qual a diferença?

Educação integral ou tempo integral: qual a diferença?

Uma das principais metas do Plano Nacional da Educação, instituído em 2001, é a ampliação da jornada escolar para um período mínimo de sete horas. Embora se trate de uma prática comum em países desenvolvidos, ela pode não significar uma melhoria automática do sistema educacional brasileiro. “Não basta aumentar o tempo. Até porque, se você aumentar o tempo de funcionamento de uma escola em que as condições são muito precárias, você está aumentando o tempo de uma aprendizagem precária, e não resolve”, explica coordenadora do Programa de Educação do Unicef Brasil, Maria de Salete Silva.

confira

Tendências para Educação Integral”, desenvolvida pelo Cenpec, cita experiências de vários estados brasileiros. Traz também uma análise sobre os principais assuntos ligados ao tema, referências contenporâneas, agenda pública, desafios, entre outros. Para acessar a publicação clique aqui.

@ Papai Noel

Crianças deixam de acreditar no Papai Noel gradualmente e por conta própria, aponta estudo

Por pior que possa parecer, mentir para o seu filho para que ele acredite no Papai Noel não é algo ruim, tampouco esclarecer que o bom velhinho não passa de uma história de Natal: na realidade, a maioria das crianças descobre por si só a verdade, por volta dos sete anos de idade.

confira

@ De mão em mão


(Primeiro livro do programa "De mão em mão", clique na capa para conferir detalhes da publicação)


Secretaria Municipal de Cultura (SP) e Fundação Editora Unesp lançam projeto 'De mão em mão'

Esta iniciativa de caráter inicialmente experimental promove a distribuição de livros em locais com ampla circulação de pessoas, a fim de incentivar o gosto pela leitura. O interessado poderá levar as publicações com o "compromisso" de passá-las “de mão em mão”. Após a leitura, as obras podem também ser entregues nos pontos de devolução, a qualquer tempo, possibilitando o compartilhamento com outros leitores. Cada pessoa poderá retirar um único exemplar.

confira

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

@ Proficiência

Nove em dez alunos do 9º ano não fazem contas com centavos

Nove em cada dez alunos de escolas públicas brasileiras do 9º ano (antiga 8ª série) não sabem, por exemplo, fazer contas com centavos. Essa é uma das conclusões de um estudo feito com exclusividade para o UOL Educação com as notas da Prova Brasil de 2009. O exame serve para avaliar a proficiência dos estudantes e é utilizado no cálculo do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Mais de 80% dos estudantes brasileiros estão em unidades da rede pública.

confira

@ LDB

Lei que transformou forma de ensino no país completa 50 anos

Organizada em 96 artigos, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) regulariza o sistema de ensino do País. Antes de sua homologação, em dezembro de 1961, a educação brasileira era somente citada na Constituição de 1934. Cinco décadas depois, porém, o que de fato mudou no cenário educacional do País?

confira

LDB Atual

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

@ Canal educativo

Google lança canal educativo no YouTube

O Google acaba de lançar uma nova ferramenta para a sala de aula: é o YouTube For Schools. O canal compartilha vídeos de usuários, com conteúdo para diferentes disciplinas escolares, além de atualidades. De acesso livre, a programação está reunida por assunto e contempla tanto o programa do Ensino Médio quanto do Ensino Fundamental. De rápida duração, podem ser visualizados por estudantes, ao revisarem a matéria, e também por professores, em sala de aula. Disponível em inglês.

confira

@ Turma Legal

Associação lança gibi para conscientizar crianças sobre perigos de arma de fogo

A Associação Nacional das Indústrias de Armas e Munições (Aniam) lançou no Congresso Nacional, na semana passada, o gibi Turma Legal, disponibilizado na internet. A finalidade é mostrar às crianças, de um modo divertido, o perigo que representam as armas de fogo. O Superlegal, o Levy, a Letícia, o Lelê e o Leguinho – o cachorrinho inteligente da turma – são os personagens da história.

confira

sábado, 17 de dezembro de 2011

@ Educomunicar

Comunicação, Educação e Participação no desenvolvimento de uma educação pública de qualidade

A Rede CEP, com apoio do Instituto C&A e do Unicef, acaba de lançar a publicação “Educomunicar: Comunicação, Educação e Participação no desenvolvimento de uma educação pública de qualidade”. Trata-se de uma coletânea de relatos de experiências das organizações da rede, e dos desafios que elas encontram para sensibilizar o poder público da importância da comunicação, educação e participação na construção de políticas.

O download de “Educomunicar: Comunicação, Educação e Participação no desenvolvimento de uma educação pública de qualidade”, destinado a gestores, educadores e interessados na educomunicação em geral, é gratuito.

Baixe aqui (Arquivo PDF de 1,76 MB)


MÍDIA E ESCOLA

Perspectivas para Políticas Públicas

Livro lançado pelo Unicef e Rede CEP (por Fernando Rossetti, com a colaboração de Alexandre Le Voci Sayad e Patrícia Vasconcellos) que analisa as principais experiências que envolvem Comunicação, Educação e Participação do Brasil, além de jogar a semente inicial para a articulação da Rede CEP.

À época, foi distribuído nominalmente a mais de 3 mil Secretários Municipais de Educação. Não há mais exemplares impressos disponíveis para distribuição.

Clique aqui para fazer download (Arquivo PDF de 3,29 MB)

fonte

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

@ Quem tem razão?

Uma hora e 17 minutos de aula

Autor(es): Naercio Menezes Filho (*)
Valor Econômico - 16/12/2011

Está em discussão no Congresso Nacional o novo Plano Nacional de Educação (PNE), que deverá vigorar entre 2012 e 2020. Um dos pontos mais polêmicos do plano é a expansão do gasto público com educação para 7% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2009 o valor foi de 5,7%. O relator acaba de defender o aumento dessa meta para 8%, enquanto movimentos sociais e entidades sindicais defendem uma meta de 10% do PIB. Por outro lado, alguns especialistas acham que é possível utilizar melhor os recursos já disponíveis, pois existem sérios problemas no uso desse dinheiro. Quem tem razão nesse debate?

confira

Mais

(*) Naercio Menezes Filho; é professor titular - Cátedra IFB e coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper e professor associado da FEA-USP

@ Árvores da Vida

Escola leva prêmio ao doar árvore a cada bebê nascido

Premiação que leva o nome de Fani Lerner reconheceu ainda outras 14 iniciativas desenvolvidas por diversas instituições do Paraná

Alunos e professores do Colégio Estadual Tiradentes, de Umuarama, Região Noroeste, criaram em 2008 um projeto de educação ambiental que distribui uma muda de árvore para cada bebê nascido na cidade. São em média cem mudas por mês entregues nas três maternidades do município. O envolvimento da comunidade e a singularidade da iniciativa fizeram com que o “Árvores da Vida” ganhasse na semana passada o primeiro lugar do Prêmio Fani Lerner, recebendo uma premiação de R$ 5 mil.

confira

Confira o resultado da segunda edição do Prêmio Fani Lerner

1º. Árvores da Vida - CE Tiradentes, Umuarama

Sensibilizar a comunidade para a conscientização ambiental, formação de cidadãos responsáveis, ampliar o conhecimento sobre os problemas ambientais locais. Todos esses aspectos foram abordados no projeto que ainda colabora com o programa de arborização urbana da cidade. A cada nascimento na cidade, uma muda de arvore é dada aos pais. Desde a analise da situação ambiental do município, passando pela construção da estufa, pesquisa e plantio de sementes, confecção das mudas e potes, entrega das mudas nos hospitais e a preparação da praça para plantio.


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

@ Investimentos

Diminui participação do governo federal nos gastos públicos em educação

Nos últimos 15 anos, diminuiu a participação do governo federal no gasto público em educação. Em 1995, a União era responsável por 23,8% dos investimentos na área, patamar que caiu para 19,7% em 2009. Já os municípios ampliaram a sua participação no financiamento de 27,9% para 39,1% no mesmo período. As informações fazem parte de um relatório sobre o tema divulgado hoje (14) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

confira

Estudo avalia ampliação de gastos em educação

No Comunicado n° 124 – Financiamento da educação: necessidades e possibilidades, apresentado nesta quarta-feira, 14, em Brasília, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) levantou novas possibilidades de recursos para ampliar os gastos em educação. As propostas incluem desde mudanças na estrutura tributária até a captação de recursos em agências de fomento nacionais e internacionais, e a melhoria da gestão dos investimentos. O estudo foi lançado durante seminário Financiamento da educação pública no Plano Nacional de Educação (2011-2020) promovido pelo Instituto, em parceria com a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd), com o objetivo de debater as propostas para o Plano Nacional de Educação (PNE).

confira

Veja os gráficos da apresentação - Financiamento da Educação: necessidades e possibilidades

Veja os gráficos da apresentação - Brasil: a desigualdade, o crescimento e os recursos financeiros da educação até 2050

Veja os gráficos da apresentação - Quanto custa financiar um PNE “pra valer”?

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

@ Material escolar

MPMG faz Recomendação às escolas sobre lista de material

Instituições de ensino deverão respeitar a liberdade de escolha do consumidor

O Ministério Público de Minas Gerais, por meio da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, está atuando para que as listas de material escolar sigam as determinações da Lei Estadual n° 16.669/07. Por isso, recomendou ao Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais e seus 500 filiados, diversas medidas a serem adotadas na divulgação das listas, para que sejam evitados abusos. "No início do ano chegaram reclamações nesse sentido, houve fiscalização e atuação pontual, mas para evitar as reclamações no ano que vem, estamos fazendo um trabalho preventivo", diz o promotor de Justiça Edson Antenor Lima Paula.

confira

Projeto limita lista de material escolar

PARECER PARA O 1º TURNO DO PROJETO DE LEI Nº 852/2011

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

@ Nutrição

Vídeos produzidos por alunos do Curso de Nutrição

Alunos da Faculdade de Saúde Pública apresentaram no dia 05/12, produções de vídeos produzidos por eles mesmos com mensagens educomunicativas relativas à educação nutricional.

A atividade faz parte do conteúdo das disciplina HNT 203 – Educação Nutricional, ministrada pelas professoras Ana Maria Cervato Mancuso e Ana Maria Dianezzi Gambardella, docentes do Departamento de Nutrição da FSP/USP.

confira os vídeos

@ NUTRISIM

FSP USP desenvolve software que permite a coleta de dados em tempo virtual

O monitoramento da saúde nutricional de crianças e adolescentes representa um desafio para a pesquisa epidemiológica. Foi este o motivo que impulsionou a Equipe da Professora Betzabeth Slater do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública (USP) a desenvolver um software que permite a coleta de dados em tempo virtual.

Neste software de uso público nomeado NUTRISIM - Sistema de monitoramento da saúde – nutrição e alimentação do escolar, podem ser coletadas informações dietéticas, antropométricas, de atividade física, sócio econômicas, demográficas, maturação sexual, alimentação oferecida na escola, segurança alimentar e nutricional entre outras.

Este programa conta com um Recordatório de 24 horas estruturado, o qual incorpora elementos interativos, imagens e fotografias, favorecendo o registro das quantidades de alimentos consumidas no dia anterior e gera um banco de dados com extensão compatível para diversos programas estatísticos. Além do uso gratuito, outra vantagem do NUTRISIM é a incorporação de novos formulários de acordo com as necessidades da pesquisa e do pesquisador. O software também terá uma versão off-line para locais onde a internet não é tão disseminada.

Este software possui autoria USP/FAPESP e esta disponível no http://www.fsp.usp.br/nutrisim e os interessados em usá-lo poderão entrar em contato pelo email nutrisim@fsp.usp.br para a solicitação de login e senha.

confira

domingo, 11 de dezembro de 2011

@ Valorização?

Por Ana Maria das Dores (*)

O prefeito de Uberlândia enviou aos locais de trabalho, cronograma com as datas dos pagamentos referentes aos meses de dezembro, 13º salário e pagamento de férias, para quem tem o gozo no mês de janeiro. No final do documento há uma mensagem do Senhor Prefeito, na qual ele afirma assim estar valorizando “seus servidores”. Até aí, tudo bem. Mas é preciso olhar o lado humano da coisa. Através de decreto, o servidor não tem direito a atestado de acompanhante, mesmo se acompanhando filho menor. Acompanha o filho ao médico e depois tem que pagar o dia.

Já vi casos de uma servidora ter de pagar pelos dias em que esteve no hospital com seu filho de apenas 4 anos. Hojé há um total desrespeito com os servidores que adoecem e necessitam de afastamento médico. Passamos por constrangimento nas perícias médicas a começar pelo tempo de espera no setor de Medicina do Trabalho. Não raras as vezes somos atendidos por “peritos” que questionam, de forma às vezes desrespeitosa, o tipo de tratamento indicado pelo médico assistente.

confira

(*) Docente da rede municipal de Ensino (Uberlândia - MG)

sábado, 10 de dezembro de 2011

@ Clube da Esquina II



Clube da Esquina II

Milton Nascimento
Composição: Lô Borges / Márcio Borges / Milton Nascimento


Porque se chamava moço
Também se chamava estrada
Viagem de ventania
Nem se lembra se olhou pra trás
Ao primeiro passo, asso, asso
Asso, asso, asso, asso, asso, asso
Porque se chamavam homens
Também se chamavam sonhos
E sonhos não envelhecem
Em meio a tantos gases lacrimogênios
Ficam calmos, calmos
Calmos, calmos, calmos
E lá se vai mais um dia
E basta contar compasso
E basta contar consigo
Que a chama não tem pavio
De tudo se faz canção
E o coração na curva
De um rio, rio, rio, rio, rio
E lá se vai...
E lá se vai...
E o rio de asfalto e gente
Entorna pelas ladeiras
Entope o meio-fio
Esquina mais de um milhão
Quero ver então a gente, gente
Gente, gente, gente, gente, gente

@ Coração Civil



Musical "Ser MINAS tão GERAIS" com a musica coração civil do Milton Nascimento. Nesse musical alem do mestre Milton Nascimento, ainda "os meninos de araçuai" e o Grupo Ponto de Partida.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

@ Mind Games

@ Educomunicação

USP lança pós-graduação paga em educomunicação

A Universidade de São Paulo (USP) lançou, na última semana, um curso de especialização sobre educomunicação, que será ministrado na Escola de Comunicação e Artes (ECA). Com previsão para iniciar as aulas em abril de 2012, a duração do curso será de três semestres, dois abarcando currículo teórico e um para a monografia, que configura o trabalho final.

O processo seletivo ocorrerá por meio de um edital publicado no site da gestão da comunicação da universidade. Para os interessados, a seleção será por meio de prova escrita e entrevista. A única condição para candidatar-se às vagas é já ser graduado.

confira

@ PNE

PNE não dialoga com outros planos do governo, diz Unesco

Nascido na Itália, com passagens pela Bósnia, pelo Afeganistão e pelo Caribe, o mestre em direito internacional e em educação Paolo Fontani coordena um dos três maiores programas de Educação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em todo o mundo – o do Brasil. Sob sua direção, de maneira discreta, mas intensa, esse organismo de cooperação internacional vem participando ativamente de processos fundamentais para o desenvolvimento da educação pública brasileira, como é o caso da nova versão do Plano Nacional de Educação (PNE), em vias de votação no Congresso Nacional. Agora, por exemplo, a Unesco realiza um estudo, com a ONG Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que busca dimensionar o ainda desconhecido custo-aluno para o ensino em tempo integral, proposto no PNE. Em entrevista concedida ao repórter Paulo de Camargo, Fontani defende que o Plano Nacional de Educação traz avanços, mas carece de uma articulação com outros planos centrais do governo, como o PAC. Além disso, afirma que a legislação depende de um regime de colaboração mais claro, que defina o papel do governo federal, dos estados e dos municípios.

confira

Estudantes acampados na Esplanada dos Ministérios reivindicam 10% do PIB para educação

domingo, 4 de dezembro de 2011

@ Incentivos

Coletiva de imprensa para o lançamento da pesquisa “Impactos de Incentivos sobre a Vida Escolar”

Impactos de Incentivos sobre a Vida Escolar

O levantamento será divulgado em coletiva para a imprensa - Segunda - Dia 05/12/2011, às 11:40h no auditório 318 no Edifício Sede da Fundação Getulio Vargas.

confira


Premiar meios ou fins?

Por Marcelo Neri (*)

Nota de alunos incentivados subiu 17 pontos acima da dos sem prêmio e dobrou a presença dos pais na escola

O Brasil começa a entrar num novo federalismo social em que cidades e Estados passam a desenvolver programas específicos sobre a base do Cadastro Social Único federal do Bolsa Família.

Nesse contexto, aprende-se mais do que quando todas as decisões são tomadas em Brasília. A diversidade de desenhos gera lições a partir dos erros e acertos de cada um.

A cidade do Rio de Janeiro lançou, há um ano, o Família Carioca, programa pioneiro cujos primeiros resultados começam a ser avaliados. A Secretaria Municipal de Educação (SME) do Rio contava, em 2011, com 670 mil alunos, a maior rede de ensino da América Latina.

A SME tem desenvolvido uma gama variada de ações: avaliações bimestrais dos alunos, avaliações externas bianuais, prêmios por desempenho dos professores vinculado à performance dos alunos, entre outras.

A SME tem conseguindo gerar melhoras diferenciadas no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), apesar de ter saído do sistema de aprovação automática. Centramos aqui nas inovações que interagem diretamente com o programa Cartão Família Carioca (CFC), objeto de avaliação nossa cujos resultados serão disponibilizados em http://www.fgv.br/cps/fci.

O CFC não procurou criar programas escolares, mas potencializar os impactos daqueles já existentes, atuando sobre o lado da demanda por educação. Por exemplo: a instituição de um prêmio de performance individualizado por aluno foi criada pois já existiam provas bimestrais aplicadas.

No caso do CFC, o programa elegeu um conjunto amplo de condicionalidades escolares e prêmios aos estudantes aplicados tanto a insumos como a resultados educacionais.

A SME conta com um banco de dados que possui três qualidades raras: 1) riqueza das informações compiladas, aí incluindo o "background" familiar dos alunos, as características das escolas, dos diretores, dos professores etc.; 2) o fato de os mesmos alunos serem acompanhados por longos intervalos de tempo; 3) as avaliações de proficiência, aplicadas a cada dois meses, possibilitam que o sistema de "feedback" seja rápido e proveitoso do ponto de vista gerencial, constituindo uma verdadeira Disneylândia dos estudiosos e gestores educacionais.

Resultados preliminares mostram que incentivos financeiros ajudam no aprendizado escolar. Alunos pobres que receberam desafios de desempenho tiveram melhora de 17 pontos acima daqueles sem prêmio. O efeito sobre as notas depende da matéria: 29 décimos para Ciências, 21 décimos para Matemática e 8 décimos para Língua Portuguesa.

Além disso, os pais desses alunos tiveram 70% de participação em reuniões aos sábados nas escolas, ante 30% daqueles que não foram incentivados. Isso nivela as oportunidades dadas aos alunos.

A literatura brasileira demonstra que 70% da performance escolar é determinada pelo "background" familiar, pelo tipo de educação do pai e especialmente da mãe, pela renda da família etc.

A lição de uma série de estudos recentes baseados no programa "Opportunity" de Nova York mostra que deu mais resultados incentivar insumos escolares do tipo "pagar o aluno para ler livros" ou "frequentar uma jornada escolar estendida" do que premiar o desempenho escolar medido por provas.

Premiar insumos seria mais efetivo do que premiar resultados finais que estão menos ao controle dos alunos que não se motivariam a se esforçar mais.

A experiência carioca recente fez as duas coisas: incentivos a insumos e a produtos escolares. Em primeiro lugar, dá bolsas de estudo adicionais condicionadas à frequência de alunos às aulas e à de seus pais nas reuniões bimestrais.

Ao mesmo tempo, dá prêmios por nível e por melhora de desempenho cujo lema é: o aluno que tirar uma boa nota ou melhorar uma nota não tão boa ganha uma boa nota (R$).

Os resultados sugerem que os dois caminhos são complementares. Se criar novos programas é preciso, avalia-los também é preciso.

(*) MARCELO NERI, 48, é economista-chefe do Centro de Políticas Sociais e professor da EPGE, na Fundação Getulio Vargas, e autor de "Microcrédito, o Mistério Nordestino e o Grameem Brasileiro" (editora da Fundação Getulio Vargas) e "A Nova Classe Média" (editora Saraiva).

www.fgv.br/cps / mcneri@fgv.br

Publicado no Jornal Folha de S.Paulo, Mercado, 04/12/11.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

@ Adolescência

UNICEF lança relatório Situação da Adolescência Brasileira

A publicação revela como vivem e o que pensam os adolescentes e como o Brasil pode garantir aos seus cidadãos de 12 a 17 anos o direito de ser adolescente.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) lançou, nesta quarta-feira (30/11), o relatório Situação da Adolescência Brasileira 2011 – O direito de ser adolescente: Oportunidade para reduzir vulnerabilidades e superar desigualdades.

confira

Um quinto dos adolescentes brasileiros está fora da escola, diz Unicef

Unicef corrige percentual de adolescentes brasileiros fora da escola

@ Olimpíada Brasileira de Biologia

Cronograma da VIII Olimpíada Brasileira de Biologia (2011/2012)

Foi dada a largada para as inscrições das escolas para participação na VIII OBB. As inscrições estão abertas de 21 de novembro de 2011 até 31 de março de 2012. Não perca tempo e peça ao seu professor de Biologia para inscrever seu colégio nesta competição que vem premiando alunos do ensino médio e pré-universitários pelo esforço e dedicação ao estudo de Biologia.

confira

Para inscrever o seu colégio clique aqui.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

@ Biologia

Pesquisadores dão exemplos para o ensino prático de biologia

Livro traz atividades sobre temas como cana-de-açúcar e fósseis

O selo Cultura Acadêmica publica a obra Experimentando Ciência: teorias e práticas para o ensino da biologia, que disponibiliza material didático para professores de Ciências e Biologia. De autoria da professora Lucia Maria Paleari, do Departamento de Educação do Instituto de Biociências (IB), Câmpus de Botucatu, e de Raquel Sanzovo Pires de Campos, Helton Otsuka e Marina Begali Carvalho, todos ex-alunos do curso de Ciências Biológicas do IB, o livro está disponível em uma versão digital gratuita e também na versão impressa, a um custo de R$ 35.

confira

O livro Experimentando Ciência: teorias e práticas para o ensino da biologia tem 339 páginas e pode ser adquirido pelo site do selo. No endereço também está disponível a versão eletrônica da obra.

@ Tempestade em Copo D'água?



Vídeo feito por alunos de Engenharia Civil da Unicamp, em resposta ao vídeo do movimento Gota D'Água. Comente, e entre no nosso site para maiores informações!

terça-feira, 22 de novembro de 2011

@ História da África

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) liberou o download gratuito dos oito volumes sobre História da África em seu site, como parte da política de Recursos Educacionais Abertos.

@ Around the World in 90 Minutes


Earth Time Lapse View from Space, Fly Over NASA, ISS from Michael König on Vimeo.

Mais

@ 80 links

Mais de 80 links sobre o uso das tecnologias na Educação

Como utilizar o computador, a internet, blogs, podcasts, projetores, câmeras e outras engenhocas da modernidade para ensinar ainda melhor os conteúdos curriculares de cada disciplina. Navegue nos mais de 80 links abaixo e faça um upgrade nas suas aulas. Clique aqui.

@ EduTec

Educação e Novos Paradigmas

O EduTec acontece no dia 6 de dezembro.

confira

@ Em 2014

@ Criatividade

domingo, 20 de novembro de 2011

@ Saúde

Aumenta comportamento preventivo da população em relação a sua própria saúde

No Brasil, proporção foi de 32% em 2010 para 44% neste ano, segundo pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência em parceria com a WIN

confira

Download do relatório Brasil

Download do relatório Global

@ Ensino Médio

Aulas perdidas são mais frequentes às sextas-feiras, diz pesquisa

Uma pesquisa feita em 18 escolas estaduais de três regiões metropolitanas brasileiras entre março e dezembro de 2010 indicou que, no ensino médio, as aulas mais propensas a não acontecerem são as últimas antes do fim do dia letivo e as que acontecem às sextas-feiras. Organizado pelo Instituto Unibanco e pelo Ibope, o estudo “A audiência do Ensino Médio” foi divulgado nesta quinta-feira (17), em São Paulo.

confira

Pesquisa realizada pelo IBOPE Inteligência durante o ano letivo de 2010, em escolas que participam de projetos do Instituto Unibanco

Download da apresentação

Como aumentar a audiência no Ensino Médio

Uma hora e 17 minutos de aula

@ Gota D´Água



Movimento Gota D'água

Prós e contras de uma obra polêmica

mais

Videográfico mostra como funcionará a hidrelétrica de Belo Monte

Altamira decide pedir suspensão de Belo Monte; veja vídeo

sábado, 19 de novembro de 2011

@ Diversidade

Diversidade étnico-racial na educação básica

Por Vincent Defourny (*)

Correio Braziliense - 19/11/2011

O reconhecimento de que políticas educacionais efetivas são essenciais para a redução das desigualdades entre negros e brancos no Brasil é antigo. Há mais de um século, pouco antes do fim da escravatura, os abolicionistas já assinalavam que a educação era uma necessidade fundamental para o desenvolvimento do país. Também o movimento negro pós-abolição reivindicava que a educação era fundamental para a igualdade de direitos e o alcance da igualdade étnico-racial. Cento e vinte três anos depois, tal reivindicação ainda continua atual, apesar dos avanços. Isso vale tanto no que diz respeito ao acesso à educação quanto ao que se refere a um ensino que efetivamente atue no sentido de enfrentar e superar essas desigualdades.

confira

(*) Doutor em comunicação pela Universidade Católica de Louvain (Bélgica), representante da Unesco no Brasil

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

@ Educação Especial

DECRETO No- 7.611, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2011

Dispõe sobre a educação especial, o atendimento
educacional especializado e dá outras providências.

Art. 1o O dever do Estado com a educação das pessoas
público-alvo da educação especial será efetivado de acordo com as
seguintes diretrizes:

I - garantia de um sistema educacional inclusivo em todos os
níveis, sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades;

II - aprendizado ao longo de toda a vida;

III - não exclusão do sistema educacional geral sob alegação
de deficiência;

IV - garantia de ensino fundamental gratuito e compulsório,
asseguradas adaptações razoáveis de acordo com as necessidades individuais;

V - oferta de apoio necessário, no âmbito do sistema educacional
geral, com vistas a facilitar sua efetiva educação;

VI - adoção de medidas de apoio individualizadas e efetivas,
em ambientes que maximizem o desenvolvimento acadêmico e social,
de acordo com a meta de inclusão plena;

VII - oferta de educação especial preferencialmente na rede
regular de ensino; e

VIII - apoio técnico e financeiro pelo Poder Público às instituições
privadas sem fins lucrativos, especializadas e com atuação
exclusiva em educação especial.

confira

terça-feira, 15 de novembro de 2011

@ Alfabetização

Brasil Alfabetizado: programa desembolsou R$ 3,4 bilhões desde 2004

No dia (14) foi comemorado o Dia Nacional da Alfabetização. Desde 2003, essa área da educação recebe atenção especial do governo federal por meio do Brasil Alfabetizado, vinculado ao Ministério da Educação (MEC) e voltado para a alfabetização de jovens, adultos e idosos. Segundo o governo, o programa é uma porta de acesso à cidadania e o despertar do interesse pela elevar a escolaridades da população brasileira. Entre 2004 e 2011, aproximadamente R$ 3,4 bilhões foram desembolsados com a rubrica. Só este ano, R$ 482,4 milhões já foram pagos. A previsão é que R$ 935,1 milhões sejam desembolsados até o final de dezembro.

confira

Confira aqui a tabela de gastos.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

@ Educação Infantil

Qualidade na educação infantil

Por Fernando Veloso (*)

Dar atenção às crianças de 0 a 5 anos significa investir na eficácia da escola e no futuro desses jovens

A literatura acadêmica mostra que investir na educação infantil pode gerar vários benefícios.

Pesquisas em neurociência mostram que o aprendizado acontece com mais facilidade na primeira infância do que em estágios posteriores da vida da criança.

Além disso, como a aprendizagem em cada nível de ensino depende do conhecimento acumulado em estágios anteriores, a atenção dada à primeira infância aumenta a efetividade das escolas.

A educação dada a crianças de 0 a 5 anos também pode contribuir para o estímulo de determinadas características de comportamento e traços de personalidade, como sociabilidade, autoestima, persistência e motivação.

Vários estudos mostram que, além de melhorar o desempenho escolar, essas características comportamentais reduzem a probabilidade, no futuro, de envolvimento dessas crianças com drogas e de participação em atividades criminosas.

Nos últimos três anos, o Grupo de Trabalho sobre Educação Infantil da Academia Brasileira de Ciências, coordenado por Aloísio Araújo, dedicou-se ao estudo do tema, com a colaboração de especialistas de diversas áreas do conhecimento.

Os resultados foram divulgados em livro recém-lançado, "Aprendizagem Infantil: Uma Abordagem da Neurociência, Economia e Psicologia Cognitiva".

Além de mostrar as principais evidências científicas, o livro apresenta recomendações de políticas públicas para a educação infantil.

Em primeiro lugar, segundo a obra, as políticas devem procurar minimizar o efeito da condição socioeconômica dos pais sobre o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças.

Para isso, os programas voltados para as famílias menos favorecidas devem ser integrados e flexíveis, adaptando-se às suas diferentes necessidades e circunstâncias.

O livro também propõe o estabelecimento de mecanismos de regulação para as creches e as pré-escolas, de modo a assegurar que seja promovido o desenvolvimento integral da criança.

Isso envolve capacitação de professores no segmento de educação infantil, currículo estruturado, equipamentos, livros e infraestrutura adequada, além de um número de crianças por professor que permita uma atenção diferenciada para cada criança.

Os programas de educação infantil também devem promover o envolvimento dos pais na educação de seus filhos e estimular o hábito da leitura em casa.

Outra recomendação importante é incorporar as dimensões de desenvolvimento cognitivo e linguístico das crianças ao atendimento pré e pós-natal dos serviços de saúde pública e assistência social.

Em resumo, uma política de educação infantil de qualidade é algo muito diferente de simplesmente abrir vagas em creches e pré-escolas. Ela deve envolver um conjunto de ações integradas que promovam o desenvolvimento infantil em todas as suas dimensões.

(*)FERNANDO VELOSO, 44, é pesquisador do IBRE/FGV. fernando.veloso@fgv.br

Artigo publicado no jornal Folha de S.Paulo, Saber, 14/11/11.

Download livro "Aprendizagem Infantil: Uma Abordagem da Neurociência, Economia e Psicologia Cognitiva", clique aqui.

sábado, 12 de novembro de 2011

@ Sinais do Amor

Escola para Crianças Surdas Rio Branco lança documentário “Sinais do Amor”

O documentário Sinais do Amor, produzido pela Escola para Crianças Surdas Rio Branco, conquistou o 1° lugar no II Festival de Vídeo nas Escolas 2011, na categoria Professor.

confira

Para assistir o vídeo clique aqui.

Sinais do Amor

Roteirizado por Carolina da Costa e produzido na Escola para Crianças Surdas Rio Branco, o vídeo dissemina a expertise da escola e a parceria com a família, compartilhando vivências e aproximando pessoas de interesses comuns. Produzido no ano de 2010, o filme é resultado de uma atividade constante da instituição, a produção de vídeos.



@ Primeira Infância

Creche só atende 19% das crianças brasileiras

Apenas uma em cada cinco crianças brasileiras de 0 a 3 anos frequentam a creche. Além do baixo acesso, o país apresenta uma divisão social na utilização do serviço: a proporção de crianças assistidas aumenta quanto maior é a renda ou o nível de escolaridade da família. Nos lares extremamente pobres, uma em cada dez crianças vão à creche (11%). Entre as famílias de alta renda, a frequência sobe para 38% – o dobro da média brasileira, que é de 19%. O dado faz parte do estudo “Primeira Infância em Números”, produzido pela Secretaria de Ações Estratégicas da Presidência da República (SAE) com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).

confira

Pobreza infantil na América Latina e no Caribe

O presente estudo apresenta uma medição e diagnóstico da pobreza infantil na América Latina e no Caribe a partir da perspectiva dos direitos, além de propor recomendações para as políticas públicas. Numa região onde quase a metade das crianças vive em condições de pobreza moderada ou extrema, este tipo de estudos, somado às medições periódicas, são instrumentos chave para a formulação de políticas públicas orientadas à superação da pobreza na infância.

confira

Brasil tem uma pobreza infantil de 38,8%, mostra mapa da pobreza infantil da América Latina

A Cepal e a Unicef divulgaram nesta sexta-feira um relatório que reflete a situação da pobreza infantil na América Latina. A Argentina ocupa a quarta melhor posição no ranking.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

@ As portas da conexão

Descolagem #7 - Rafael Parente - As portas da conexão por betolargman no Videolog.tv.

@ Conecto-Dependência

@ Maleta do formador

Já estão disponíveis, aqui na Comunidade Virtual, as novas oficinas sobre leitura e escrita na escola. Todas as atividades podem ser desenvolvidas em cursos, reuniões pedagógicas ou em horários de trabalho coletivo. Os materiais de apoio – vídeos, fichas com sugestões de pautas, além dos cadernos do professor e edições da revista Na Ponta do Lápis – também ficam disponíveis aqui na CV. Clique e veja como funciona. O objetivo é enriquecer a formação de professores de Língua Portuguesa.

@ Talentos

Sir Ken Robinson: Tragam a revolução no aprendizado!

Nessa comovente, engraçada continuação de sua celebrada palestra de 2006, Sir Ken Robinson defende uma mudança radical das escolas padronizadas para um aprendizado personalizado -- criando condições nas quais os talentos naturais das crianças possam prosperar. Assista o video legendado, clique aqui.









quinta-feira, 10 de novembro de 2011

@ Conteúdos digitais

Seleção de obras para 2014 incluirá conteúdos digitais

Estará aberto de 9 de dezembro próximo a 1º de maio de 2012 o período de pré-inscrição de obras didáticas para os anos finais do ensino fundamental referentes ao Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) para 2014. A entrega dos exemplares para avaliação está prevista para o período de 7 a 11 de maio de 2012.

Serão selecionados livros de língua portuguesa, matemática, ciências, geografia, história e língua estrangeira moderna (inglês ou espanhol), para estudantes do sexto ao nono ano do ensino fundamental.

confira

Como estabelece o edital do FNDE, os livros inscritos passarão por uma seleção. As obras aprovadas integrarão o Guia do Livro Didático 2014, que conterá resumo de cada uma para permitir a professores e diretores a indicação daquelas mais adequados ao processo pedagógico. O edital foi publicado no Diário Oficial da União de segunda-feira, 7, seção 3, página 50.

EDITAL DE CONVOCAÇÃO No- 6/2011 - CGPLI - PNLD 2014

terça-feira, 8 de novembro de 2011

@ Criatividade corporal

Escolas não estimulam a criatividade corporal de crianças

Estudo desenvolvido na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) analisou a movimentação dos corpos, os contatos físicos, as ordens com relação ao posicionamento e como os corpos ocupavam os espaços na sala de aula. “O que mais chamou a atenção foi o quanto é pedido para que as crianças fiquem quietas e, ao mesmo tempo, o quanto elas conseguem se movimentar, e o quanto criam suas linhas de fuga”, revela a pedagoga Adriana Maimone Aguillar, autora da pesquisa. Linhas de fuga são as formas encontradas pelo alunos para não cumprir a regra de ficar quieto, sentado em seu lugar. Podem ser o contato físico com colegas na sala ou sair para ir ao banheiro, por exemplo.

Segundo ela, a escola oferece poucas oportunidades institucionalizadas de movimentação corporal. “Na educação infantil, por exemplo, não existia nem aula de educação física. No ensino fundamental já havia, mas o que ocorria era um processo de enrijecimento, de ordem, regras”, afirma. No trabalho a pesquisadora ainda destaca que os espaços utilizados para as aulas de educação física não eram os mais adequados. Muitas vezes os alunos ficavam na própria sala de aula. Em um trecho ela relata que a quadra estava com muita poeira e sujeira de pombos. Ainda assim, as crianças estavam lá e colocavam a mão no chão.

confira

A tese de doutorado As relações de poder e o corpo na sala de aula: a transição da educação infantil para o Ensino Fundamental foi defendida em agosto na FFCLRP, sob orientação do professor Antonio dos Santos Andrade.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

@ Competências

Vazio Conceitual

Introduzidas na década de 90 no sistema educacional brasileiro, noções de competências e habilidades ainda não se consolidaram nas escolas

Os conceitos de competências e habilidades foram introduzidos formalmente no sistema educacional brasileiro em 1990, com a criação do Sistema de Avaliação da Educação Básica (1990) e, posteriormente, em 1998, com a instituição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Na contramão do chamado "conteudismo", defendia-se que os conteúdos curriculares, sozinhos, não dariam conta da formação dos alunos. Era preciso ensiná-los a usar os conhecimentos aprendidos em sala de aula no mundo em que viviam.

confira

Fonte: Revista Educação - Edição 175

@ Emprego

Haverá emprego para nós?

Por Gilberto Dimenstein

A pergunta do título desta coluna não saía da minha cabeça enquanto eu assistia, sentado na plateia, à performance de um computador instalado no palco. Minhas sensações oscilavam entre o medo e o encantamento -e até, devo admitir, certo complexo de inferioridade.

confira

sábado, 5 de novembro de 2011

@ Quadricóptero



mais

@ Howard Gardner

Howard Gardner: "É difícil fazer o certo se isso contraria os nossos interesses"

Para o pesquisador norte-americano, autor da Teoria das Inteligências Múltiplas, no século 21 a ética vai valer mais que o conhecimento

Howard Gardner, que se dedica a estudar a forma como o pensamento se organiza, balançou as bases da Educação ao defender, em 1984, que a inteligência não pode ser medida só pelo raciocínio lógico-matemático, geralmente o mais valorizado na escola. Segundo o psicólogo norte-americano, havia outros tipos de inteligência: musical, espacial, linguística, interpessoal, intrapessoal, corporal, naturalista e existencial. A Teoria das Inteligências Múltiplas atraiu a atenção dos professores, o que fez com que ele se aproximasse mais do mundo educacional.

Hoje, Gardner tem um novo foco de pensamento, organizado no que chama de cinco mentes para o futuro, em que a ética se destaca. "Não basta ao homem ser inteligente. Mais do que tudo, é preciso ter caráter", diz, citando o filósofo norte-americano Ralph Waldo Emerson (1803-1882). E emenda: "O planeta não vai ser salvo por quem tira notas altas nas provas, mas por aqueles que se importam com ele".

confira

fonte: Revista Nova Escola - Edição de Outubro de 2009

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

@ Bullying

Mais de 50% dos alunos latino-americanos da 6º série sofre bullying na escola

confira

@ TICs

UNESCO ICT Competency Framework for Teachers

The UNESCO ICT Competency Framework for Teachers (ICT-CFT) is intended to inform educational policy makers, teacher-educators, providers of professional learning and working teachers on the role of ICT in educational reform, as well as to assist Member States in developing national ICT competency standards for teachers with an ICT in Education Master Plan approach.

confira

mais

New tool to optimize teacher training for the use of ICT in the classroom

Transforming Education: The Power of ICT Policies